sábado, 14 de novembro de 2009

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher



A bela Aline Morais

Momento poesia

ALEGRIA DA MINHA VIDA

É quando sinto guarida
No peito, indizível, emoção
Na mente, um pouco carente
E paz, calor, devoção...
É claro que te acho linda
Bendita, santa emoção!
Alegria da minha vida
Inunda o meu coração.



(Katya Marques)

Cleo Pires: "Não sou viciada em sexo!"

Cléo Pires arranca suspiros por onde passa e agora vai arrancar mais ainda. A atriz posou totalmente nua para a edição de novembro da revista "Trip". Na primeira foto divulgada, Cleo aparece entre duas árvores, nua, usando apenas uma sandália preta. Com vários cenários e fotografada por André Passos, a atriz conseguiu encarnar vários personagens. E parece que o cenário - pelo menos o das árvores - foi agradável para Cleo. A atriz disse que tem uma relação muito forte com o verde e a selva: "Gosto de mato e água doce, mais do que praia e mar. Me sinto em casa. Os bichos não têm medo da gente, é uma relação natural, dá segurança".
Em entrevista para a revista, a atriz declarou que acha sexo importante, mas "a libido é uma energia de vida que podemos direcionar pra várias coisas". "Gosto de sexo, mas não sou viciada, tipo 'ah, estou sem namorado, preciso dar'", explicou. Além disso, Pires afirmou que só faz algo quando e porque quer: "Se alguém me fala 'você tem que fazer isso', já era, não faço. Tem que ser do meu jeito, pra mim isso é autonomia. Quando falam 'ah, mas as pessoas fazem', penso: 'dane-se'".
http://entretenimento.br.msn.com/

Nunca antes na história deste país

Nunca antes na história deste país houve um apagão destes.
Nunca antes na história deste país a Usina de Itaipu parou de fornecer energia elétrica.
Nunca antes na história deste país caiu o fornecimento de energia elétrica simultâneamente para 18 estados da federação e mais o Paraguai.
"O presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou nesta quarta-feira que a falta de energia que atingiu 18 Estados na noite desta terça-feira tenha sido um apagão elétrico. Lula afirmou que o país não enfrentou problemas de geração de eletricidade, mas sim na transmissão.
Para ele, houve um "incidente energético". Fonte: Folha Online.
Eu não sei se esta declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é para rir ou para chorar.
O cara fala uma asneira atrás da outra..Está claro que a tempesdade da região não foi responsável pelo apagão pelos seguintes motivos, e me corrijam os que entendem de eletricidade se eu estiver errado em minhas suposições:
1. Nenhuma torre de transmissão de eletricidade foi derrubada pelos ventos.
2. Os cabos de eletricidade não estavam rompidos, tanto que quatro horas depois, segundo o governo, estavam transportando eletricidade novamente.
3. Se tivessem proteção contra descargas elétricas apropriadas nas estações e nas torres, não haveria problema de descargas elétricas.
4. Me parece que o problema foi devido a falhas resultantes na falta de investimentos em manutenção e na distribuição de eletricidade...
Em 2001 o PT e Lula foram rápidos em culpar o governo pelo racionamento de energia elétrica .
devido a condições climáticas (seca) e falta de investimentos no setor...
Neste governo já tivemos dois ou três apagões, segundo o governo devido a condições atmosféricas, mas que na realidade refletem a falta de investimentos no setor...
Agora vem Lula dizer que não foi um apagão, mas sim um " incidente energético".
Qual a diferença? O povo ficou sem lua do mesmo modo...
E ainda tem gente que acredita neste mentiroso!
http://brasillivreedemocrata.blogspot.com/

O Brasil perde a alegria de Mara Manzan

Faleceu nesta sexta-feira (13), aos 57 anos, a atriz Mara Manzan que vinha lutando contra um câncer no pulmão desde o ano passado e estava internada desde sábado (7) no Hospital Rio's D'or. Mara esteve recentemente em "Caminho das Índias" (Globo), quando teve que se afastar das gravações devido ao tratamento de quimioterapia. No dia 5 de outubro, a atriz deixou uma mensagem em seu blog. "Hoje li uma frase do Neguinho da -Beija-Flor que vale para todos nós: a só da gente ter direito a vida, é o suficiente para viver sorrindo. Quero morrer bem velhinha, ver meus netos grandes e trazendo alegria ao meu coração para meus queridos fãs que estiveram o todo o tempo do meu lado", escreveu. Segundo comunicado da Rede Globo, Mara será velada nesta sexta-feira, a partir das 20h, na capela 1 do cemitério Memorial do Carmo, no Caju. O enterro deve acontecer no sábado. Trajetória Mara Manzan, nascida no dia 28 de maio de 1952, descobriu o teatro aos 17 anos, quando ainda morava em São Paulo. A atriz foi assistir a uma peça e se encantou pelas artes cênicas. Disposta a seguir carreira, Mara passou a sair com a turma do Teatro Oficina até que teve a chance de subir aos palcos e fazer seu primeiro personagem. Na TV, atuou em "A Viagem", "Salsa e Merengue", "Hilda Furacão", "Pecado Capital", "Ô Coitado" e "Terra Nostra". Com destaque para o "O Clone", onde registrou o bordão "Cada mergulho é um flash!". Mara também esteve em novelas mais recentes, como "Kubanacan", "Da Cor do Pecado", "Senhora do Destino", "América", "Cobras e Largatos", "Duas Caras" e a última, "Caminho das Índias". No cinema, ela atuou em "Herman", "De Cara Limpa", "Mundo VIP" e "Bonecas da Noite". A atriz fumou durante 40 anos e descobriu um câncer no pulmão direito quando estava no ar em "Duas Caras" (2008). Mara se afastou das gravações para passar por uma cirurgia, onde retirou o tumor maligno. Mara Manzan com certeza vai ficar marcada pelo seu bom humor, que não sumiu nem quando estava doente. Ao longo dos seus 57 anos, ela protagonizou episódios bem curiosos. A atriz chegou a fazer um show de pirofagia na janela de um hotel onde Madonna estava hospedada.

A república da quantidade

Um seguidor do confucionismo, Ji Mèngke, que passou para a história como Mêncio, escreveu uns 300 anos antes de Cristo o seguinte: "Alguns trabalham com a cabeça, outros com os músculos. Os que trabalham com a cabeça dirigem os que trabalham com os músculos." Muito bom, né? O pensamento de Mêncio tem me ocupado a cada vez que observo as coisas inexplicáveis que acontecem neste nosso brasilzão. O apagão do Lula, por exemplo. Ops! Desculpe! A novilíngua petista já definiu que não foi apagão. Foi blecaute. Quem tem apagão é o FHC, né? Pois bem, nos últimos anos investimos quantidades crescentes de dinheiro em nosso sistema de geração de energia. E então - a se acreditar nas explicações dos técnicos escolhidos para falar - um raio cai no lugar certo e... pimba! Tudo no escuro. Mas "nunca antes neste país tivemos tanta geração, tanta conectividade, tanto controle, tanta eficiência." Qual é o indicador de sucesso? Quantidade. Outro exemplo? O exame do Enade, obrigando milhares de estudantes a deslocarem-se 40, 60, 100 quilômetros para fazer uma prova. Quem cuidou da logística do exame deve ser uma daquelas figuras onipresentes no Brasil: o burro com iniciativa. E as perguntas com propaganda do governo? Uma vergonha. Qual é o indicador de sucesso? Quantidade: "Nunca antes neste país tivemos tantos estudantes participando de uma avaliação". Vamos ao SUS, o Sistema Único de Saúde? É tão bom que vão sugerir ao Obama que copie. E as filas, o desaparelhamento, a falta de médicos? Ah... O indicador de sucesso é quantidade: "Nunca antes neste país tanta gente teve atendimento médico". Quer mais? Que tal nosso sistema educacional? Investimos, comunicamos, elaboramos, implementamos. E entra ano, sai ano, terminamos os testes de nível de conhecimento empatados com a Belonésia do Sul em penúltimo lugar. Indicador de sucesso? "Nunca antes neste país tivemos tanta criança na escola, tanta sala de aula, tão pouca evasão escolar". De novo, a quantidade. Vamos às operadoras de celular? A prestação de serviços é uma merda, mas "nunca antes tivemos tantos técnicos, tantas torres, tantos atendentes telefônicos, tantos clientes". Indicador de sucesso: quantidade. E aquele programa horrível de televisão, com sangue, bundas e baixarias? "Nunca tivemos uma audiência tão alta". Quantidade... A resposta é sempre "nunca tantos, nunca quantos": quantidade. Claro! Quantidade dá pra reproduzir facilmente com números que (quase) todo undo entende. Mas e a qualidade? Dá pra reduzir a números? Não dá. Para avaliar "qualidade" tem que ter cabeça. Brasil é a República da Quantidade. Quer saber? Conseguimos. "Abrasileiramos" Mêncio: "No Brasil, alguns trabalham com a cabeça, outros com os músculos. Os que trabalham com os músculos dirigem os que trabalham com a cabeça."
*Texto de Luciano Pires

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Nada custa dizer a verdade

No blog do Reinaldo Azevedo, o título é nosso:
Trecho de reportagem da Economist sobre o momento que vive a economia brasileira:
“(…)Então começou o real milagre. Em 1994, um time de economistas, sob a liderança de FHC, à época ministro da Fazenda, criou uma nova moeda, o real, que obteve êxito onde outras tentativas [de estabilização] haviam fracassado. Em um ano, o Plano Real havia posto os preços sob controle. Em 1999, o câmbio fixo foi abandonado em favor do flutuante, e o Banco Central adotou as metas de inflação. No aniversário de 10 anos da adoção dessa medida, ainda que continue o debate sobre como tornar o real mais estável, nenhum dos grandes partidos defende que se volte ao câmbio fixo.
Mais do que isso: as reformas trouxeram disciplina às contas do governo. Agora, tanto o governo federal como os governos estaduais têm de se virar com os recursos que existem. O superávit primário (resultado das contas antes do pagamento dos juros) foi criado em 1999, e o governo federal tem de alcançar uma meta todo ano — apesar de haver uma boa chance de que isso se perca neste ano. Isso fez com que o Brasil equacionasse suas contas externas. Agora, os credores internacionais acreditam que o Brasil pode honrar seus compromissos. (…)”
A Economist deixa bem claras as bases da estabilidade da economia, não? E quando foram estabelecidas. Na seqüência, a revista lembra que Lula deve muito de suas conquistas a seu antecessor, que fez reformas que o próprio Lula combateu. E lembra que o presidente costuma começar as suas falas com “never before in the history of this country”… Bem, vocês sabem, “nunca antes da história destepaiz…” Ah, sim: a revista informa, erradamente, que a Independência do Brasil se deu em 1825. Foi em 1822.
Íntegra aqui

Os outros apagões

De Celso Ming, no Estadão:
Todo apagão cria insegurança. O romano Catulo, no século 1º antes de Cristo, transmitiu assim esse sentimento: "Uma vez apagada a luz, some a confiança (sublata lucerna nulla est fides)."
O problema é que o apagão elétrico, que tanto exacerba o imaginário nacional, não é o maior que vive a sociedade brasileira. O Brasil é hoje um repositório de apagões que, no entanto, não mobilizam a energia nacional como mobiliza o elétrico. E isso é ruim porque mostra a inconsciência com que se lidam os problemas nacionais.
A questão educacional é um apagão à parte. O jovem não obtém preparo no sistema de educação e ensino nem para a vida profissional nem para o exercício de cidadania para o qual é chamado. E isso sobrecarrega as empresas brasileiras com programas de treinamento.
O sistema judiciário é outro problema. Uma simples solução de conflito demora anos e anos, exige depósitos judiciais e cria ainda mais insegurança sobre as regras de jogo na economia.
Quando lembra que "no Brasil até o passado é incerto", o ex-ministro Pedro Malan se refere não só à demora no cumprimento das decisões judiciais e aos esqueletos que se acumulam insepultos, mas também aos critérios ambíguos pelos quais se guiam os magistrados. E há os apagões do sistema meia-boca de saúde e dos dramas diários da nossa segurança pública.
Na área política, eles são incomensuráveis. Há anos se fala em reforma política, em voto distrital, em regras de fidelidade partidária e em financiamento racional de campanha eleitoral.
São projetos que não são votados nunca. E, omissão após omissão, o patrimônio do Estado vai sendo apropriado por interesses privados. Mas, nesse âmbito, o apagão maior é o apagão da oposição, que não tem discurso, não tem projeto, não tem opinião formada sobre nenhum assunto relevante.
O setor de infraestrutura é, por si só, um concentrador de apagões. Os portos brasileiros, por exemplo, estão emperrados pelo atraso, pela burocracia e pela irracionalidade. Os quilômetros de filas de caminhões na rodovia que liga a cidade de Curitiba ao Porto de Paranaguá, a BR-277, são suficientes para dar uma ideia do que é isso.
Há alguns meses, o País ficou à mercê dos controladores de voo, sem que, de lá para cá, nenhuma solução definitiva tenha sido implantada nos nossos aeroportos, há muito ultrapassados. A qualidade das estradas brasileiras é o que é. O sistema de telefonia não faz os investimentos necessários para dotar o Brasil de um serviço moderno de comunicações.
Qualquer um sabe o que são os juros na ponta do crédito. O que é difícil aí é distinguir o que é apagão financeiro e o que não passa de prática de agiotagem pura e simples. Afinal, juros a 240% ao ano, como são impostos pelas empresas administradoras de cartões de crédito, ou os 160% ao ano cobrados no cheque especial, o que são?
E não é preciso dizer o que é a carga tributária no País, o que é a irracionalidade do sistema previdenciário, que hipoteca o futuro do trabalhador e do servidor público, o que são as regras do sistema sindical e trabalhista. Um verso de William Shakespeare diz muita coisa sobre o que aconteceu aqui na noite de terça-feira: "Não há escuridão; há ignorância." Diante de tantos apagões que prevalecem no Brasil, talvez o maior deles seja o apagão da inconsciência.

Governo garante: Sistema elétrico brasileiro é seguro

Charge de Amarildo - A Gazeta - ES

A dupla que sumiu na escuridão reaparece fantasiada de verde

Ainda não foram reparadas as avarias impostas pelo apagão à rede de neurônios de cada um, mas Lula e Dilma Rousseff já religaram a região cerebral que monitora a fala. Nesta quinta-feira, o presidente e a candidata voltaram ao palco para jurar que a índice de desmatamento da Amazônia nos últimos 12 meses foi o menor em 21 anos. Concluída a reconstrução do resto do Brasil, o maior dos governantes desde Tomé de Sousa agora está perto da perfeição num dos ítens do PAC: Remontagem da Grande Remontagem Floresta.
Mesmo para quem assassina a verdade com o desembaraço do mais experiente serial killer americano, parece arriscado contar mentiras sobre o apagão para uma plateia formada por 60 milhões de vítimas desconfiadas. Melhor entregar a missão a Edison Lobão e seus burocratas perplexos e guardar a dupla Lula e Dilma para fraudes menos perigosas. Não é difícil induzir o país que não conhece a Amazônia a enxergar as coisas pelo avesso. Reduzir a taxa de desmatamento equivale a retardar o avanço do câncer que vai matar o enfermo. O Brasil acaba de ouvir que a desaceleração leva à cura.
Confrontem a fantasia oficial, forjada para transformar em ambientalista desde criancinha a candidata que só conhece árvore de Natal, com o que diz Pedro Martinelli na seção Veja Entrevista. Um dos maiores fotógrafos do mundo, meu velho amigo tornou-se amigo íntimo da região com a qual convive desde 1970. Nos primeiros voos entre São Paulo e Manaus, a travessia da mata contínua durava quase duas horas. “Não se enxergava nenhum risco de estrada nem o brilho de um telhado de zinco”, conta. Hoje, esse tempo foi reduzido a 40 minutos.
Pedrão informa que a taxa de desmatamento é muito maior que a federal, que não inclui os estragos feitos por madeireiros e garimpeiros sob as copas das árvores. ”Os políticos deveriam falar menos e ouvir mais o que os caboclos têm a dizer sobre coisas como preservação ambiental e sustentabilidade”, recomenda. “Eles só aparecem de vez em quando, sempre com ideias prontas, fazem discursos e somem”.
Para reaparecerem em Brasília com outra fraude eleitoreira.