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sábado, 15 de agosto de 2009
A sedutora Norminha
Dira Paes, a Norminha de “Caminho das Índias”, é capa da revista Joyce Pascowitch de agosto. Além de aparecer linda nas fotos, a atriz fala sobre a carreira e também sobre a polêmica personagem. “Norminha não é uma tchutchuca da Lapa, ela é uma dama antiga. É de uma elegância... Sua autoestima transborda. Mas ela tem necessidade de seduzir. Eu sinceramente acredito que represento muitas mulheres da vida real”, diz à revista.Sobre o por que de só fazer uma novela das oito agora, depois de 25 anos de carreira, ela usa uma metáfora: “é como fazer um bolo gostoso: eu tinha os ingredientes e a capacidade. Só precisaria buscar o recheio, uma camada mais profunda em mim e no personagem para poder voar”, afirma.
Woodstock completa 40 anos: o sonho acabou?
Há exatos 40 anos, 500 mil pessoas se reuniam não somente para usar drogas e cultuar nomes que mudaram a história da música mundial. Mais do que colocar no mesmo palco artistas como Jimi Hendrix, Joan Baez, Santana, Janis Joplin e The Who, o lendário festival de Woodstock, realizado entre os dias 15 e 17 de agosto de 1969, em Bethel, a 129 quilômetros de Nova York, tinha propósitos muito maiores.Diferente do que vimos hoje, à época os festivais eram embasados em ideais, o que justifica porque o Woodstock dividiu águas e é até hoje uma referência. Sob o slogan de "paz, amor e música" o Festival surpreendeu todas as expectativas. "O público conseguiu que Woodstock funcionasse e fosse algo incomparável", disse recentemente a Agência EFE Joel Rosenman, um dos organizadores do festival, durante a apresentação em Nova York da edição de colecionador do documentário "Woodstock - 3 Dias de Paz, Amor e Música" (1970), quando se reuniram alguns dos presentes em 1969.
Contra-cultura, rebeldia, liberdade, luta, tudo isso estava presente no maior festival musical de todos os tempos. De lá para cá, todos os demais concertos, ainda que bem sucedidos, não passam de réplicas mal acabadas. Mesmo que os organizados consigam hoje uma melhor infra-estrutura, ou reunir os principais nomes da música atual, uma característica do Woodstock nunca será conquistada: sua essência. Prova disso é que em 1994 e 1999, dois megaeventos tentaram reproduzir, sem sucesso, o ambiente hippie do festival de Woodstock original. O resultado é que não conseguiram passar nem perto da versão pioneira. Ao contrário, a última tentativa foi desastrosa, terminando com pancadaria e alto índice de violência.
Mas então, os sonhos e ideários “woodstockianos” ficaram para trás? É muito provável que sim, pois qualquer movimento musical sem originalidade, como a maior parte do que, infelizmente, somos obrigados a “entubar” hoje em dia, não passa de réplica sem fundamentos, ideais e, principalmente, atitude.
Oposição quer acareação entre Dilma e Lina no Senado
Da Folha Online:A oposição está disposta a defender a convocação da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) no Senado para explicar o encontro com a ex-secretária da Receita Lina Vieira, no qual teria feito pedido para agilizar as investigações contábeis sobre familiares do senador José Sarney (PMDB-AP). Senadores do DEM e PSDB estudam também pedir acareação de Dilma com Lina para que as duas versões sobre a denúncia sejam apresentadas.
"O ideal seria acareação das duas. Temos que tentar convocar a Dilma. É evidente que isso se resolveria com uma acareação", disse o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).
Os oposicionistas reconhecem, porém, que não têm número suficiente de parlamentares para aprovar a acareação. Quanto à convocação da ministra, a estratégia de senadores do DEM e PSDB é tentar aprová-la em uma das comissões permanentes da Casa comandadas pela oposição --uma vez que na CPI da Petrobras os parlamentares não têm maioria.
A estratégia da oposição será esperar o depoimento de Lina à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, marcado para o dia 18 de agosto, antes de incluir o pedido de convocação da ministra.
Os oposicionistas esperam que Lina confirme sua versão, revelada em entrevista à Folha, de que Dilma pediu para que ela agilizasse as investigações sobre as empresas da família Sarney.
"Tudo vai depender do depoimento da Lina. O debate e a exposição do contraditório nos permite a busca da verdade com maior eficiência", disse Dias.
A oposição também quer ter acesso, no Senado, às imagens captadas pelo circuito interno da Casa Civil no dia em que Lina teria se encontrado com Dilma --uma vez que a reunião foi negada pela ministra.
"O ideal seria acareação das duas. Temos que tentar convocar a Dilma. É evidente que isso se resolveria com uma acareação", disse o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).
Os oposicionistas reconhecem, porém, que não têm número suficiente de parlamentares para aprovar a acareação. Quanto à convocação da ministra, a estratégia de senadores do DEM e PSDB é tentar aprová-la em uma das comissões permanentes da Casa comandadas pela oposição --uma vez que na CPI da Petrobras os parlamentares não têm maioria.
A estratégia da oposição será esperar o depoimento de Lina à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, marcado para o dia 18 de agosto, antes de incluir o pedido de convocação da ministra.
Os oposicionistas esperam que Lina confirme sua versão, revelada em entrevista à Folha, de que Dilma pediu para que ela agilizasse as investigações sobre as empresas da família Sarney.
"Tudo vai depender do depoimento da Lina. O debate e a exposição do contraditório nos permite a busca da verdade com maior eficiência", disse Dias.
A oposição também quer ter acesso, no Senado, às imagens captadas pelo circuito interno da Casa Civil no dia em que Lina teria se encontrado com Dilma --uma vez que a reunião foi negada pela ministra.
PF abre inquérito para apurar morte de Jacqueline Ruas
Do Portal G1:A Polícia Federal de São Paulo abriu nesta sexta-feira (14) inquérito para apurar as circunstâncias da morte da estudante Jacqueline Ruas, de 15 anos, que morreu dentro de um avião no voo entre o Panamá e o Brasil, em 2 de agosto. Ela voltava de uma excursão à Disney e, segundo o Instituto Médico-Legal, morreu de pneumonia. De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Federal, as investigações serão comandadas pela delegacia no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Foi neste terminal que os pais de Jacqueline a esperavam e ficaram sabendo da morte da adolescente. O advogado da família da garota, Renato Tucunduva, informou que, ainda nesta sexta, pretende enviar aos Estados Unidos uma requisição ao Celebration Hospital, na Flórida, onde ela foi atendida. “Estou requisitando o prontuário médico”, disse ele. Os parentes de Jacqueline querem saber por que ela foi liberada se, de acordo com a Tia Augusta Turismo (que levou a garota à Disney), os médicos americanos diagnosticaram “princípio de pneumonia” na menina. Uma das acompanhantes levadas pela agência para acompanhar o grupo de 29 pessoas à Disney foi Gisele Martins dos Santos, que, segundo o Ministério do Turismo, não está cadastrada no Cadastur, o cadastro nacional dos guias de turismo, como informou o G1.
Bombeiros controlam incêndio em Copacabana
O incêndio registrado na tarde desta sexta-feira (14), na Rua Santa Clara, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, foi controlado pelos bombeiros. Cerca de 70 homens, dos quartéis da Gávea, do Humaitá e de Copacabana, foram deslocados para o local.Quatro pessoas foram socorridas pelos bombeiros no local, entre elas uma idosa de 78 anos.
Os bombeiros informaram que ainda não sabem as causas do acidente. Somente a perícia da Polícia Civil poderá descobrir o que teria provocado as chamas. Uma idosa de 78 anos e sua empregada doméstica foram resgatadas de rapel do prédio que pegou fogo. Segundo a idosa, identificada como Elza Alves, moradora do apartamento 1101 (cobertura), ela e a empregada tentaram descer as escadas, mas, quando chegaram ao 9º andar, não conseguiram enxergar por causa da intensidade da fumaça e resolveram subir novamente para pedir ajuda. Os bombeiros tiveram que resgatá-las de rapel. Um funcionário do prédio, que realizava a limpeza da caixa d’água, foi salvo da mesma forma.
* Veja fotos do incêndio em Copacabana
PT descarta reivindicar mandato de Marina no Senado se ela for para o PV
A cúpula do PT não pretende reivindicar a cadeira da senadora Marina Silva (PT-AC) no Senado caso a petista decida deixar o partido para se filiar ao PV com a perspectiva de concorrer à Presidência da República em 2010.Apesar de o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) ter afirmado em seu blog que o mandato de Marina "pertence ao povo do Acre e também ao PT", senadores petistas defenderam que a legenda não reivindique a sua cadeira no Senado com base na regra da fidelidade partidária.
Resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), fixada em 2007, estabeleceu a fidelidade partidária ao punir com a perda do mandato os parlamentares que trocarem de partido. Dessa forma, Marina corre o risco de perder a sua cadeira no Senado se decidir trocar de legenda --caso PT decida reaver o seu mandato na Justiça.
Os senadores Aloizio Mercadante (PT-SP) e Eduardo Suplicy (PT-SP) saíram em defesa da manutenção do mandato da petista mesmo que ela decida se filiar ao PV. "Quero dizer que eu não tenho nenhuma concordância com aqueles do PT que acham que, ao fazer a opção por essa caminhada, ela deixaria de ter os vínculos históricos que tem com nosso partido. Não vejo nenhum sentido em discutir a Marina perder o mandato, apesar da fidelidade partidária", afirmou Mercadante.
O senador disse não ter certeza sobre as chances de Marina permanecer no PT, mas prometeu apoiá-la qualquer que seja sua decisão. "Não sei se será possível. Lutarei até o último momento para que isso aconteça. Mas ela me disse, com os olhos cheios de lágrimas, que a bancada dela será sempre a bancada do Partido dos Trabalhadores, qualquer que seja a decisão que ela tome, a nossa bancada", afirmou.
Suplicy, por sua vez, disse que a cúpula do partido não está disposta a reivindicar o mandato de uma senadora que ficou por 30 anos na legenda. "Felizmente percebo que em todo o partido, na própria direção do partido hoje, do seu presidente, dos que se candidatam à presidência, já há manifestação explícita de que isso não será feito. O Partido dos Trabalhadores, se porventura ela resolver aceitar o convite do Partido Verde, vai respeitar isso e não iremos solicitar à Justiça Eleitoral que ela perca o seu mandato por essa decisão", disse.
Justiça manda prosseguir denúncia contra Edir Macedo
A Sétima Turma do TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região acatou, por unanimidade, um recurso do Ministério Público Federal e determinou que a Justiça Federal em Santa Catarina volte a analisar uma denúncia do órgão contra o bispo Edir Macedo.O Ministério Público denunciou o bispo e outras duas pessoas à Justiça em 2008 por falsidade ideológica e uso de documento falso. Na análise do processo, o juiz federal substituto Marcelo Adriano Micheloti negou o recebimento da denúncia.
O juiz entendeu que a pena máxima a que os réus seriam submetidos caso fossem condenados seria de dois anos. Para esta pena, o prazo para processar os responsáveis pelos delitos é de até quatro anos. Como a denúncia foi apresentada sete anos após o fato, o crime estaria prescrito.
Para o procurador da República em Florianópolis, Marcelo da Mota, o juiz fez um "exercício de futurologia". Segundo ele, a pena para o crime de falsidade ideológica varia entre um a cinco anos de prisão e o juiz não poderia ter previsto a pena que seria imputada aos réus em caso de condenação para considerar o crime prescrito. "Se levar em conta a pena máxima, que é de cinco anos, você leva a prescrição para 12 anos", disse.
Com a decisão, o processo deve retornar agora ao juiz federal, para que ele decida se receberá ou não a denúncia. Na nova análise, o juiz levará em consideração os indícios de crimes presentes no processo. Segundo o TRF-4, ele não poderá voltar a alegar a prescrição do crime para recusar a ação.
Aécio diz que espaço do PMDB no governo Lula é exagerado
Da Folha Online:O governador de Minas Gerais e pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse nesta sexta-feira, em Recife (PE), que considera "exagerado" o espaço que o PMDB ocupa na administração federal e que o governo não pode se submeter "a uma ditadura de qualquer partido, seja ele qual for, mesmo o PMDB".
Para o tucano, "no momento em que o PMDB não for o único responsável pela governabilidade, não terá o espaço que vem tendo hoje".
"Lula tem 39 ministérios, muitos dos quais só para acomodação dos aliados e de companheiros do partido."
O governo, disse Aécio, "não é para ser ocupado pela companheirada". "É preciso qualificação na vida pública, é preciso indicar pessoas qualificadas, ter metas de desempenho para servidores e ministros."
O governador afirmou que considera o PMDB "uma grande federação de interesses regionais" e que acha "fundamental" que o futuro presidente estabeleça "desde o início qual o nível da relação política".
"Prestigiar quadros qualificados de um partido é uma coisa. O PMDB tem os seus quadros. Submeter-se às indicações do partido, quaisquer que sejam elas, é outra coisa muito diferente", afirmou. "O novo governo tem que estabelecer um novo padrão nas relações partidárias", declarou.
Mas Aécio disse que seria "muito difícil" governar sem o apoio dos peemedebistas. "O que tenho dito é que é possível construir alianças nas quais o PMDB se inclua sem fazer a relação que se construiu no Brasil, com a troca tão explícita de favores ou espaços no poder."
Uma aliança com a sigla em eventual governo do PSDB, afirmou, "é claramente possível". "Você, no momento em que assume com autoridade, apoio popular, pode buscar os quadros qualificados que existem", afirmou. "Eu acho que uma parcela do PMDB se disporia a participar conosco."
Acompanhando Aécio na visita, o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse que o PMDB "é um grande partido brasileiro" e que "não se governa sem ele". Sobre os reflexos dos confrontos no Senado em uma eventual administração tucana, ele afirmou que as discussões na Casa não envolvem partidos.
Para o tucano, "no momento em que o PMDB não for o único responsável pela governabilidade, não terá o espaço que vem tendo hoje".
"Lula tem 39 ministérios, muitos dos quais só para acomodação dos aliados e de companheiros do partido."
O governo, disse Aécio, "não é para ser ocupado pela companheirada". "É preciso qualificação na vida pública, é preciso indicar pessoas qualificadas, ter metas de desempenho para servidores e ministros."
O governador afirmou que considera o PMDB "uma grande federação de interesses regionais" e que acha "fundamental" que o futuro presidente estabeleça "desde o início qual o nível da relação política".
"Prestigiar quadros qualificados de um partido é uma coisa. O PMDB tem os seus quadros. Submeter-se às indicações do partido, quaisquer que sejam elas, é outra coisa muito diferente", afirmou. "O novo governo tem que estabelecer um novo padrão nas relações partidárias", declarou.
Mas Aécio disse que seria "muito difícil" governar sem o apoio dos peemedebistas. "O que tenho dito é que é possível construir alianças nas quais o PMDB se inclua sem fazer a relação que se construiu no Brasil, com a troca tão explícita de favores ou espaços no poder."
Uma aliança com a sigla em eventual governo do PSDB, afirmou, "é claramente possível". "Você, no momento em que assume com autoridade, apoio popular, pode buscar os quadros qualificados que existem", afirmou. "Eu acho que uma parcela do PMDB se disporia a participar conosco."
Acompanhando Aécio na visita, o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse que o PMDB "é um grande partido brasileiro" e que "não se governa sem ele". Sobre os reflexos dos confrontos no Senado em uma eventual administração tucana, ele afirmou que as discussões na Casa não envolvem partidos.
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