Este blog objetiva a publicação de notícias e entretenimento, com base nas publicações jornalísticas nacionais. As de autoria de terceiros terão suas fontes declaradas ao final de cada postagem.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
A ascensão de Rose.
Ao longo dos quase cinco anos em que comandou o escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha conheceu o céu e o inferno.*Por Robson Bonin, na VEJA desta semana:
Ex-secretária do Sindicato dos Bancários de São Paulo, ela nunca foi uma mulher de posses.Mas mudou radicalmente nos últimos tempos. Com um salário de quase 12.000 reais, comprou dois apartamentos, trocou de carro, criou uma empresa de construção civil e rodou o mundo em incontáveis viagens, até ser apanhada surfando na crista da onda de uma quadrilha que negociava facilidades no governo. Rosemary escapou da prisão por um fio. Talvez estivesse no lugar certo, na hora errada. Talvez o contrário. Um fato, porém, é indiscutível: ela conhece e tem acesso a quem dá as ordens, conta com amigos influentes que se preocupam com seu destino. Desde que foi flagrada traficando interesses no gabinete presidencial, Rosemary vem sistematicamente conseguindo driblar os processos a que responde. Para isso, a ex-secretária dispõe do apoio de três grandes bancas de advocacia do país.Escritórios que têm em sua carteira de clientes banqueiros, corporações, figurões da República, milionários dispostos a desembolsar o que for preciso para assegurar a melhor defesa que o dinheiro pode comprar. Rosemary, apesar do perfil diferenciado, faz parte desse privilegiado rol de cidadãos.Desde que a polícia fez uma busca em seu escritório e colheu provas contundentes de que a ex-secretária levava uma vida de majestade, ela cercou-se de um batalhão de quase quarenta advogados para defendê-la. São profissionais que, de tão requisitados, calculam seus honorários em dólares americanos, mas que, nesse caso, não informam quanto estão cobrando pela causa, muito menos quem está pagando a conta.Acostumado a cuidar dos interesses de empresários como o bilionário Eike Batista, o criminalista Celso Vilardi defende Rosemary na esfera penal. Já no processo disciplinar em andamento na Controladoria-Geral da União (CGU), atuam dois pesos-pesados do direito público, que têm entre seus clientes banqueiros e megacompanhias como a Vale.O advogado Fábio Medina Osório cuidou da formulação da defesa de Rosemary e agora atende apenas a empresa da família, a construtora New Talent. Já o advogado Sérgio Renault foi escalado para acompanhar o desfecho do caso – prestes a chegar à mesa do ministro Jorge Hage – na CGU.
"Genoíno nunca trabalhou..."
"Você nunca trabalhou, Genoino, e sempre viveu da politicalha (a política dos canalhas) praticada pelo seu partido."
(...)
Você nunca trabalhou, Genoino, e sempre viveu da políticalha (a política dos canalhas) praticada pelo seu partido. Logo cedo em sua vida você se engajou numa luta inglória para implantar o comunismo modelo cubano no Brasil. Perdeu e teve sorte, porque se o regime militar que o prendeu fosse semelhante à ditaduta que você e as pessoas que pensam como você tanto admiram, você e essas pessoas não teriam ficado vivas para contar a história. Teriam sido todas fuziladas ou encarceradas em masmorras infectas para morrer sob o efeito da tortura e dos maus tratos. Não é assim que Fidel Castro e agora seu irmão Raul sempre se livraram de seus adversários políticos? Caso vocês tivessem saído vitoriosos e conseguido seus intentos satânicos, com certeza teriam feito o mesmo com todos os seus adversários e hoje o Brasil seria um país tão aruinado quanto é Cuba e a Coréia do Norte.
(...)
Título e Texto: Otacílio M. Guimarães
domingo, 8 de setembro de 2013
Manifestantes petralhas extrapolam o limite e partem para a agressão a polícia.

Moto de policial militar é depredada na região da Praça da Sé, em São Paulo, e a rede Globo, através da GloboNews, mostra ao vivo e não faz a mínima crítica a violência dos manifestantes.
*Veja o vídeo AQUI
Afinal, quem paga o milionário exército de advogados mobilizado para defender a amiga de Lula?
Rose sabe muito. Seu silêncio é precioso.
Neste sábado, Lula completou 288 dias de mudez sobre o escândalo que protagonizou ao lado de Rosemary Noronha. Ele continua tentando acreditar que o Brasil acabará esquecendo as bandalheiras que reduziram a esconderijo de quadrilheiros o escritório da Presidência da República em São Paulo. No mais cruel dos dias para quem tem culpa no cartório, VEJA tratou de reiterar que a memória da imprensa independente é imune a surtos de amnésia conveniente.
As revelações contidas na reportagem de Robson Bonin tornaram mais encorpada e mais cinzenta a pilha de perguntas que exigem respostas e repelem álibis mambembes. Por exemplo: quem está bancando os honorários do exército de advogados incumbido de livrar de punições judiciais a vigarista de estimação do ex-presidente? A defesa de Rose inclui três grandes escritórios que têm na carteira de clientes banqueiros, figurões da República e patifes milionários dispostos a desembolsar qualquer quantia para manter o direito de ir e vir.
“Ela cercou-se de um batalhão de quase quarenta advogados para defendê-la”, informa um trecho da reportagem de quatro páginas. “São profissionais que, de tão requisitados, calculam seus honorários em dólares americanos, mas que, nesse caso, não informam quanto estão cobrando pela causa, muito menos quem está pagando a conta”. Rose foi indiciada por formação de quadrilha, tráfico de influência, corrupção passiva, e também acabou processada pelo próprio governo por suspeita de enriquecimento ilícito. Graças à tropa de bachareis, continua impune.
VEJA apurou que, “nas estimativas mais conservadoras de especialistas, uma estrutura semelhante não assinaria uma única petição por menos de 1 milhão de dólares”. No ano passado, em depoimento à Polícia Federal, Rosemary Noronha declarou que sua única fonte de renda era o salário de 12 000 reais. Ao perder o emprego na representação paulista da Presidência, a fonte secou de tal forma que, para sobreviver, Rose reiterou a ameaça de contar tudo o que se sabe se fosse abandonada pelos amigos dos bons tempos.
Deu certo. “Para necessidades mundanas do dia a dia”, revela a reportagem, “ela costuma sacar o celular e telefonar para o “P.O.”, como prefere se referir a Paulo Okamotto, braço-direito e faz-tudo de Lula no instituto que leva seu nome”. Encarregado de resolver emergências financeiras, é provável que P.O. tenha providenciado os R$ 20 mil que permitiram à ex-Primeiríssima Amiga distrair-se, nas últimas semanas, com a redecoração do apartamento em São Paulo. Falta saber quem patrocina a multidão de doutores.
Lula sabe. Não vai demorar a saber também que, no Dia da Independência, ficou ainda mais dependente do silêncio cúmplice de Rosemary Noronha.
sábado, 7 de setembro de 2013
Parabéns Brasil, pela sua independência.
Agora só falta seu povo criar vergonha e escolher políticos e governantes de vergonha, que respeitem o povo, e o dinheiro do povo.
Genoino pede aposentadoria integral, após 7 meses de mandato...
Depois de ter recursos negados pelo STF, Genoino pede aposentadoria por invalidez, mesmo estando apenas desde Janeiro, deste ano, na Câmara dos Deputados, assumindo em razão de ser suplente.
Kamilla Dourado, Do R7, em Brasília
Foto:Divulgação
Genoino alega não ter mais condições físicas de exercer o mandato...será? Vamos ver qual será seu futuro passo.
O deputado federal José Genoino (PT-SP) ingressou nesta quarta-feira (4) na Câmara Federal com um pedido de aposentadoria por invalidez.
Segundo a assessoria de imprensa da Casa, o processo vai ser encaminhado ao departamento médico, onde vai ser avaliado por uma junta de especialistas.
Depois de avaliado pelos profissionais, que podem pedir novos exames, o pedido será encaminhado à Diretoria-Geral da Câmara para parecer sobre o caso.
Se o pedido for aprovado, segue para a presidência que confirmará a aposentadoria. Não há prazo para que o processo seja analisado.
Genoino foi internado no dia 24 de julho, quando passou por uma cirurgia para reparar um rompimento na parede interna da artéria aorta. Ele teve isquemia cerebral leve e ficou internado por 27 dias.
O ex-presidente do PT chegou à Câmara em janeiro, depois de ser condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a 6 anos e 11 meses de prisão pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa.
A máxima de Lula: "para pobre,qualquer coisa serve."
Dilma segue a máxima do companheiro Lula: para pobre, qualquer coisa serve. Médico bom é coisa da burguesia e de petistas poderosos — os burgueses do capital alheio.
Vocês se lembram daquele vídeo sensacional, em que um garoto, chamado Leandro, aborda Lula e Sérgio Cabral? Revejam [AQUI]. Por que esse filme remete aos médicos cubanos? Conto já.
Viram?
O vídeo começa com um diálogo entre Lula e Leandro. Uma observação prévia: note-se, justiça se faça ao Apedeuta, que a sua conversa com o rapaz tem aquela rispidez paternalista, é meio grosseirona, mas é cordial. Quem fica bravo mesmo é Cabral. Mas isso é o de menos agora. Vamos ao que interessa neste post. Reproduzo o que dá para entender do diálogo entre o então presidente da República e o garoto.
Lula – Não, não, esquece! Que esporte, porra?
Leandro – É tênis!
Lula - E por que é que você não treina, porra?
Leandro – Porque aqui não tem jogo de tênis.
Lula – Mas tênis é esporte da burguesia, porra! Por que você não treina uma coisa… Natação?
Leandro – A gente não pode entrar na piscina.
Sérgio Cabral – Por quê?
Leandro – Porque não abre pra população.
Lula – Não, não, esquece! Que esporte, porra?
Leandro – É tênis!
Lula - E por que é que você não treina, porra?
Leandro – Porque aqui não tem jogo de tênis.
Lula – Mas tênis é esporte da burguesia, porra! Por que você não treina uma coisa… Natação?
Leandro – A gente não pode entrar na piscina.
Sérgio Cabral – Por quê?
Leandro – Porque não abre pra população.
Voltei
Leandro, sim, representa, vamos dizer, a mídia popular, não alguns vigaristas financiados por dinheiro público — com uma câmera na mão e ideias mortas na cabeça — que se apresentaram como supostos praticantes de um jornalismo sem filtro. Nem é jornalismo, e o que veiculam é filtrado pela ignorância e pela mistificação ideológica. Adiante.
Leandro, sim, representa, vamos dizer, a mídia popular, não alguns vigaristas financiados por dinheiro público — com uma câmera na mão e ideias mortas na cabeça — que se apresentaram como supostos praticantes de um jornalismo sem filtro. Nem é jornalismo, e o que veiculam é filtrado pela ignorância e pela mistificação ideológica. Adiante.
Vejam lá a fala de Lula. Quando Leandro diz que quer jogar tênis, o Apedeuta dispara: “Isso é esporte para a burguesia”. Ah, bom! Pobre tem de se contentar com outra coisa. A lógica é a seguinte: quem não tem nada deve se dar por satisfeito quando recebe um pouquinho. Não é a primeira vez que Lula faz esse raciocínio especioso.
O programa “Mais Médicos”, da presidente Dilma, é mesmo uma graça. Os profissionais brasileiros precisam, obviamente, demonstrar que têm a formação necessária se dele quiserem participar. Os estrangeiros já residentes no Brasil, que cursaram medicina em outros países, tiveram de revalidar seu diploma para poder trabalhar. Caso decidam aderir ao programa, chegam, pois, com essa exigência satisfeita. Mas nada se cobrará, desta feita, à leva que vem de fora. Passarão a trabalhar no Brasil duas categorias de médicos.
Então vamos retomar a conversa de Lula com Leandro. Pobre querendo jogar tênis? Ora… Como os miseráveis estão sem médico mesmo, qualquer coisa serve. Está se consolidando, então, como política de estado, em que há os brasileiros com direito “a médico que presta” e os brasileiros que podem se virar com médico que não presta.
“Mas quem disse que os cubanos não são bons?” A pergunta é outra: “Quem disse que são?”. Ora, essa não é uma atividade em que o erro é irrelevante, não é mesmo? A culinária, por exemplo, é um ramo profissional que atingiu um impressionante grau de requinte e excelência. Mas convenham: as consequências de contratar um cozinheiro errado não são assim tão graves, não é?
“Ah, então deixa todo mundo sem médico!” Quem disse? Que se contratem mulheres e homens livres, depois de fazerem o devido exame para a revalidação de seu diploma. Exigência semelhante é feita em todo o mundo civilizado. O problema é de outra natureza. O programa que está em curso tem um evidente cunho eleitoreiro. As urnas é que estão ditando a urgência.
A confissão no “Entre Aspas”
No programa “Entre Aspas”, o senador petista Humberto Costa (PE), ex-ministro da Saúde,deixou escapar que o governo brasileiro está negociando a vinda dos cubanos há um ano e meio. O objetivo, atenção!, nunca foi cuidar da saúde dos brasileiros, mas resolver os problemas de caixa de Cuba, país que só tem uma coisa para negociar com o mundo: carne humana. Os governos de esquerda da América Latina resolveram traficar cubanos com Fidel e Raúl Castro para dar uma folguinha à tirania.
No programa “Entre Aspas”, o senador petista Humberto Costa (PE), ex-ministro da Saúde,deixou escapar que o governo brasileiro está negociando a vinda dos cubanos há um ano e meio. O objetivo, atenção!, nunca foi cuidar da saúde dos brasileiros, mas resolver os problemas de caixa de Cuba, país que só tem uma coisa para negociar com o mundo: carne humana. Os governos de esquerda da América Latina resolveram traficar cubanos com Fidel e Raúl Castro para dar uma folguinha à tirania.
Os protestos de rua fizeram com que o Planalto desse uma acelerada no programa. Espalhar a fantasia de que, agora, os “pobres têm medico” interessa à campanha de Dilma à reeleição e à de Alexandre Padilha ao governo de São Paulo.
“Mas que tipo de médico?” Ora, qualquer um! É para pobre mesmo! Pobre não tem de jogar tênis, certo? Médico bom é coisa da burguesia, como poderiam ensinar Lula e Dilma, os burgueses do capital alheio que decidiram se tratar no Sírio-Libanês.
*Por Reinaldo Azevedo
A abjeta retratação do jornal O Globo.
No último domingo o Jornal O Globo publicou uma dos mais abjetos e repugnantes Editoriais já publicados na imprensa brasileira: “Foi um erro editorial o apoio ao golpe de 1964”.
Tenho recebido inúmeras cartas que, enviadas para o jornal, não foram publicadas nem seus remetentes receberam qualquer resposta. Pensei em publicá-las, mas como o teor de cada uma difere das demais, decidi escrever este artigo.
Em primeiro lugar não foi um erro editorial, mas uma opção ideológica de Roberto Marinho, então Redator-Chefe. E hoje seus filhos e herdeiros intelectuais e membros da redação tentam corrigir o pai e mentor. Por que não admitem que foi uma opção ideológica clara num Brasil à beira do abismo comunista? Todos os jornais sérios da época assumiram a mesma posição, como o próprio Globo admite numa busca covarde, rasteira e repugnante de companhia para se desculpar. Por que, repito?
Porque o Brasil está novamente à frente do mesmo abismo e hoje não existem mais homens de coragem e honra para enfrentar este abismo! Compare-se Carlos Lacerda com Sérgio Cabral, Adhemar de Barros com Alckmin, Magalhães Pinto com Anastasia, Ildo Meneghetti com Tarso Genro. Compare-se a atual cúpula militar com a daquela época: Peri com Castello Branco? Só rindo! Ou chorando, de raiva, ao ver em que se acabaram as chamadas Forças Armadas – que eram Armadas, hoje desarmadas, não somente de material bélico, mas também de coragem e honra!
Mas este ‘erro editorial’ tem culpados diretos, um deles sendo o próprio Roberto Marinho: ao abrigar comunistas em sua redação e acompanhá-los nos depoimentos ‘para que não desaparecessem’, criava corvos que agora picam seus olhos mortos, pois corvos adoram carniça e temem os vivos. Só são corajosos quando o inimigo está morto.
Culpadas também as autoridades da época – a ser verdade que Roberto respondera ao Ministro da Justiça: ‘cuide de seus comunistas que eu cuido dos meus’ – que ajudaram a alimentar os corvos. Estes, hoje montam as ‘Comissões da Verdade’.
Mas este fato mesmo desmente que havia uma ditadura no país! Imaginem o redator de um jornal alemão dizer isto ao Paul Joseph Goebbels! Ou um russo dizendo o mesmo a Beria! Ou a algum dos irmãos Castro? Cabia ao Ministro dar ordem de prisão ao Dr. Roberto e a todos os ‘seus’ comunistas e fechar o jornal. Não o fez, alimentou corvos que hoje também lhe picam os olhos assim como a todas as autoridades militares e civis da época.
Em "King Lear", Shakespeare escreveu: how sharper than a serpents tooth it is to have a thankless child! (Tão afiado como o dente de uma serpente é ter um filho ingrato!). É tão idiota esperar gratidão de um comunista quanto esperar que uma cascavel não lhe morda.
Ayn Rand entendia disto. Fugira da União Soviética em 1926, foi uma das denunciantes da infiltração comunista em Hollywood para o Comitê de Atividades Antiamericanas da Câmara de Representantes (House Un-American Activities Committee) (não confundir com o Senate Committee on Government Operations, presidido por McCarthy), juntamente com Ronald Reagan, Robert Taylor, Jack Warner, Louis B. Mayer e Gary Cooper.
Desafiada a mostrar o que via deu um impressionante e arrasador testemunho sobre o filmeThe Song of Russia, de 1941, estrelado por Robert Taylor.Sendo uma das maiores defensoras da liberdade de pensamento, assim se expressou quando foi censurada por denunciar colegas: ‘O princípio da liberdade de expressão requer que não passemos leis proibindo (os comunistas) de falar. Mas este princípio não implica em que devemos dar a eles emprego e apoio para defenderem nossa destruição às nossas custas’.
Roberto Marinho deu. Aí está a resposta!
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