sábado, 8 de maio de 2010

Possibilidade de fraude nas eleições

A possibilidade de fraude nas eleições, é perfeitamente viável. O assunto é tão sério que foi feito um relatório por pessoal altamente qualificado e independente e apresentado ao reitor do ITA . O objetivo é subsidiar a CCJC e o TSE, em suas análises, visando aperfeiçoar o voto eletrônico no Brasil. O relatório apresenta inúmeras possíveis falhas no sistema de votação. Envio em anexo, uma cópia do relatório (é público).O Comitê Multidisciplinar Independente é composto por dez membros voluntários — três advogados renomados, três professores de Ciência da Computação (Universidade de Brasília (UnB), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e ITA) e quatro especialistas em Tecnologia da Informação e Urna Eletrônica.
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O que o PT tem contra o humor?

O partido suspendeu a “produção” do programa “Fala Dilma”, uma “entrevista” que a pré-candidata concedia sobre temas nacionais e que se destinava à veiculação em rádios país afora.Fizeram três programas. O resultado foi bisonho. A fala em rádio só funciona se for espontânea — ou se leva o ouvinte a acreditar nisso. Dilma lia um texto. Num dos episódios, um dos subordinados de Marcelo Branco se desentendeu com o Google e levou a candidata a afirmar que o presidente do Brasil, em 1909, era Arthur Bernardes. Naquele ano, ocuparam o cargo Affonso Penna e Nilo Peçanha. A equipe já tentou também a simulação de entrevista em vídeo. A experiência mais notável é aquela em que Branco fica lendo o teleprompter junto — às vezes, um pouquinho antes — com a candidata e em que ela afirma que Vidas Secas trata da saída de retirantes “do Nordeste para o Brasil”. Huuummm, ainda que aquela região não estivesse incorporada ao país, esse não é o tema do romance de Graciliano Ramos, que inspirou filme homônimo.Dilma está em intenso treinamento. Por enquanto, as suas melhores entrevistas são concedidas por Lula.
*Via blogspelademocracia

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher

A bela cantora Aline Rosa da banda cheiro de amor

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O que os petralhas escondem

Em 2009- 21.6 bilhões. No 1º quadrimestre/2010 - R$ 6.4 bilhões. Pelas projeções de experts 2010 ultrapassará 2009 em percentual que varia entre 10 e 16%. Que números são estes? Do seguro desemprego. De trabalhadores que foram demitidos sem justa causa. Fora os que pediram demissão e aqueles demitidos por JC. Com a palavra o insípido ministro Luppi e o mais influente homem mentiroso do planeta. Mas eles não se manifestam não!
Escondem suas velhas mazelas e mentem. Apenas mentem!

*Com informações via blogspelademocracia

Petistas decretam: Cala a boca Dilma!

Tiraram do ar o programa "FALA DILMA". Segundo petistas, a produção e o partido decidiram, após três programas prontos, que apesar das perguntas amenas e pré-fabricadas, dicas e respostas prontas no teleprompter e, ainda, de todo aparato a serviço da candidata, ela não conseguiu se comunicar bem com o público. O resultado do programa, segundo os petistas, entendidos do assunto, são prejudiciais a imagem e a candidatura de Dilma. Este fato é inédito. NUNCANTESNESTEPAIZ um candidato desiste da chance de se comunicar e aproveitar o tempo e meios disponíveis para alavancar sua candidatura. Alguns petistas "otimistas" crêem que a presença de Lula na campanha "compensará" a incapacidade de comunicação da candidata petista.
Quem viver verá!

A primeira derrota de Dilma

A pré-candidata petista Dilma Rousseff jantou ontem com o deputado Michel Temer (PMDB-SP), presidente da Câmara, e formalizou o convite para que ele seja candidato a vice na sua chapa. Com aquele seu jeito muito cartorial, Temer disse que aceitará o desafio com gosto se ele for mesmo indicado por seu partido etc e tal. Foi uma rendição do lulo-petismo a uma imposição do PMDB. Lula conseguiu fazer suco de Ciro Gomes. Tentou o mesmo com a “máquina”. Deu-se mal. Todos sabem o enorme esforço que fez Lula para evitar essa hora. Quando percebeu que a coisa convergia mesmo para Temer, ao arrepio de qualquer influência do Planalto na escolha, Lula tentou cacifar o neopeemedebista Henrique Meirelles, presidente do Banco Central. Na cabeça do presidente, era o nome perfeito: ajudaria a dissolver a alta concentração de esquerdismo que se supõe, não sem razão, que Dilma tenha em certas áreas. O PMDB se encarregou de deixar claro ao presidente ele não tinha de meter o nariz no partido. E até as portas da legenda em Goiás foram fechadas a Meirelles. A “máquina” não brinca em serviço. A petista foi ao jantar de ontem reconhecer a derrota da articulação anti-Temer. Na hora das fotos, nunca se viu tanta falta de intimidade numa parceria. Nenhum deles chega a ser um primor de descontração. Mas o que havia ontem era um pouco mais do que timidez: parecia constrangimento mesmo.
*Reinaldo Azevedo

Alerta que vem de fora

O jornal Financial Times adverte para ‘fanfarronice’ econômica do governo brasileiro. O Jornal diz que "especialmente o Brasil" não pode ficar "cantando de galo" Em editorial intitulado “Fanfarronice latina”, o jornal britânico diz que a América Latina contou com a sorte na última década, e que a região atravessa agora uma fase de “bonança sem precedentes” (citando palavras do FMI), mas alerta que os países da região devem evitar a apreciação exagerada do câmbio e precisam investir em obras de longo prazo para melhorar sua infraestrutura. “O maior perigo financeiro que a América Latina enfrenta agora é a complacência, especialmente no Brasil”, considera o jornal, que completa: “As piores quedas normalmente ocorrem justo quando se está cantando de galo”. O Financial Times cita duas realidades da economia brasileira — o crédito brasileiro subindo a uma taxa de 47% e os preços de imóveis no Rio de Janeiro aumentando cerca de 50% ao ano — para dizer que uma “dor de cabeça pós-boom” pode estar por vir.
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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ultraje à dignidade

No dia 7 de maio de 2008, a ministra Dilma , soluçando, declarou no Senado:
"Me orgulho de ter mentido, o que estava em questão era a minha vida e a de meus companheiros. Aguentar tortura é dificílimo. Pau de arara, choque elétrico, não há possibilidade de um diálogo. Qualquer comparação só pode partir de quem não dá importância à democracia.".
Em 11 de março de 2010, declara:
"Vocês não vão conseguir me tirar aqui uma crítica ao presidente Lula, nem que a vaca tussa. Acho que são presos, se são presos maus ou bons, eu acho que são presos. Compartilho da posição do presidente Lula não só sobre Cuba, mas sobre toda a política externa." Uma pessoa que não respeita nem o próprio passado, sem idéias próprias, que se comporta como boneca de ventríloquo, é o que queremos à frente do governo federal?
Como brasileiro, democrata e respeitador dos direitos humanos, sinto-me envergonhado, até nauseado, da atitude desta senhora.
Que em outubro as urnas deem a devida resposta.
*Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br, São Paulo

Ministério Público pede multa e suspensão do programa eleitoral do PT.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE) pela aplicação de multa e cassação do direito de transmissão do programa partidário do Partido dos Trabalhadores (PT) no primeiro semestre deste ano.
Para o MPE, a propaganda procurou fazer uma comparação entre o governo federal atual e o anterior, de modo a macular o governo passado. Ressalta ainda, que o TSE já teria decidido, em caso similiar, que a comparação entre administrações de partidos adversários, com o objetivo de exaltar uma delas e manchar a imagem da outra, configura propaganda eleitoral subliminar.
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TSE não passa recibo para propaganda eleitoral enganosa do governo federal.

Na sessão administrativa da noite desta terça-feira (4), os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiram não analisar a consulta formulada pelo ministro chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins, sobre o uso de nomes de órgãos, entidades e da expressão "Governo Federal" em peças e material de publicidade durante o período eleitoral. Os ministros seguiram o voto do relator do processo, ministro Aldir Passarinho Junior (foto), que ao se pronunciar pelo não conhecimento, frisou que além de absolutamente genérica, da forma como foi posta a consulta "não há possibilidade humana de se prever cada um dos casos concretos, dada a amplitude da pesquisa e até o desconhecimento de aonde essas marcas são efetivamente utilizadas, e em que situações, em todos os órgãos do governo federal, durante o período pré eleitoral, para posterior uso no período eleitoral". Leia mais no site do TSE.
*Fonte agencia.tse.gov.br