terça-feira, 23 de novembro de 2010

Meu netinho, minha vida...

Chega-nos, por e-mail, a seguinte informação:
A presidente eleita Dilma Rousseff  preparou-se para receber o lindo netinho Gabriel, na Granja do Torto. Na tarde desta segunda-feira, chegou à residência oficial um berço e um colchão de bebê comprados na loja Enlace Móveis Infantis.
O caminhão da loja chegou à Granja às 14h40m da segunda-feira, dia 22.
As compras foram feitas no último dia 17, por Marly Ponce Branco, secretária do governo de transição, em nome da Presidência, possivelmente, com cartão de crédito corporativo.
O berço custou R$ 635 e o colchão R$ 115. Gabriel é filho da única filha de Dilma, Paula, e do advogado Rafael Covolo.
QUEM PAGOU ISTO? ORA! EU E VOCÊ!

Paulinho da Força é condenado pela Justiça Federal

Por Luciana Fadon Vicente, no Estão Online:
A Justiça Federal condenou o sindicalista e deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, e a Força Sindical, presidida pelo próprio deputado, a ressarcir R$ 235,5 mil aos cofres públicos, além de arcar com multa de R$ 471 mil. O valor total da condenação é de R$ 706,5 mil. A 25ª Vara Federal Cível julgou parcialmente procedente ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo por irregularidades cometidas por Paulinho da Força e pela central na gestão de R$ 40 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para a execução do Plano Nacional de Qualificação do Trabalhador (Planfor), no ano de 2001.
O Tribunal Regional Federal manteve a condenação do deputado em segunda instância. Foi determinado, também, que tanto o sindicalista quanto a Força Sindical sejam proibidos de contratar com o Poder Público ou que recebam incentivos ou benefícios fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, por um período de cinco anos. Segundo a Procuradoria da República, as irregularidades cometidas envolvem a contratação de escolas e cursos sem licitação, pagamentos antecipados, ausência de relatórios de fiscalização de execução dos contratos e utilização dos recursos do FAT de modo diferente do previsto na legislação.
A ação civil foi proposta pelo MPF em 2003, apontando a contratação do Instituto Paulista de Ensino e Cultura (Ipec), pela Força Sindical, por R$ 20,3 milhões, sem licitação. Além disso, o MPF detectou outras irregularidades, como listagens com inscrições simultâneas de um mesmo CPF em cursos realizados em Estados diferentes e na prestação de contas.
COMENTO: O tal Paulinho da Força, que pula de galho em galho, parece estar sujo que nem pau de galinheiro. A condenação veio sete anos depois de instaurada a ação. Ah se a nossa Justiça não fosse tão lenta! Talvez mais alguns juizes, mais algumas varas criminais... resolvesse o problema. Por pouco o tal não entra no rol dos "Ficha suja". Quem sabe na próxima?

Impostura tem limite

Se Dilma Rousseff foi a adversária que todo candidato pede a Deus, Serra soube ser o candidato com que sonha a mais bisonha adversária. Se o PT seguiu protagonizando bandidagens e trapalhadas suficientes para ser enterrado sem honras por dois ou três discursos de um Carlos Lacerda ou de um Jânio Quadros, o PSDB reafirmou a vocação para desperdiçar em tiroteios domésticos a munição que não ousa usar contra o alvo verdadeiro. O candidato e o partido se mereceram. Quem merece coisa bem melhor é a imensidão de brasileiros insatisfeitos com o governo. Merece e, até que enfim, passou a exigir.
“Esses 44 milhões que votaram em José Serra não são do PSDB”, compreendeu FHC. “É uma parte da sociedade brasileira que pensa de outra maneira, e não se pode aceitar a ideia de há uma separação entre pobres e ricos. Nunca vi uma elite tão grande”. O Brasil dos descontentes é infinitamente maior que Serra e muito mais combativo que o PSDB, registrei num post aqui publicado no mesmo dia da entrevista de FHC. No primeiro turno, incontáveis eleitores frustrados com a tibieza do candidato tucano optaram por Marina Silva. No segundo, digitaram o número de Serra para votar na democracia.
O PSDB continuará distante desse colosso eleitoral se não se der conta de que, depois deste 31 de outubro, não haverá esperança de salvação para quem se declara adversário do governo mas não sabe, ou não quer, interpretar o pensamento e as aspirações da resistência democrática. Os líderes que não aprenderem a opor-se o tempo todo logo não terão ninguém a liderar, e serão substituídos por quem souber que a prudência não pode anular a bravura. Sobretudo, não haverá esperança de salvação para políticos que engolem sem engasgos a discurseira que, simultaneamente, amaldiçoa o grande governo de FHC e celebra o faz-de-conta da potência sul-americana, como se algo de grandioso pudesse vicejar na Era da Mediocridade.
A ausência de réplicas tucanas aos palavrórios de novembro atesta que, até agora, o recado de FHC não interrompeu a interminável siesta pós-eleitoral. “Eu recebi uma herança maldita”, Lula mentiu de novo em Seul, na reunião do G-20. Enquanto a oposição oficial fazia cara de paisagem, um editorial do Estadão recolocou as coisas no lugar. “Para que a memória do país não fique contaminada pela falta de memória do nosso ‘pato manco’”, rebateu o último parágrafo, “convém lembrar (…) a derrubada da inflação com o Plano Real, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a criação do Proer, a criação das agências reguladoras, as privatizações, especialmente da telefonia, da Vale, da Embraer (…). Lula e o PT foram contra tudo isso”.
Quem não teme revides da oposição diz o que lhe dá na telha ou o que chefe manda, mostrou há dias Dilma Rousseff em outro improviso desbeiçado. “O grande desafio é dar um salto e avançar em cima dessa herança bendita, que tem sempre um grande peso e que para honrá-la temos que ser inovadores”, decolou a oradora aprendiz, a bordo do “momento mágico vivido pela nação” e dos “indicadores sociais de países desenvolvidos” que Lula colheu sabe-se lá em qual das tantas hortas de sabujices. Ninguém no PSDB indignou-se com a novidade: depois de vender anos a fio a fraude da “herança maldita”, o camelô de si mesmo resolveu lançar na praça, pela voz da protegida, o embuste da “herança bendita”.
Nenhum deputado, senador, governador ou cartola partidário julgou necessário antecipar-se ao que escreveu José Roberto Guzzo na edição de VEJA desta semana. “O Brasil não tem um único indicador comparável aos do Primeiro Mundo em áreas fundamentais como educação, saúde, esgotos, transporte coletivo, criminalidade, rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e por aí afora”, corrigiu o colunista. “Não tem competência, sequer, para montar um exame de escola como o Enem”.
Com ou sem o PSDB, a oposição real vem defendendo o legado de Fernando Henrique com a convicção obstinada que sempre faltou à oficial. Com ou sem o partido, a oposição de verdade está também decidida a matar no nascedouro a farsa concebida para substituir a realidade por um Brasil de cartão postal e anúncio da Petrobras. É preciso ensinar ao governo que impostura tem limite. O PSDB precisa aprender que quem vive morto de medo acaba morrendo de inanição.
*Texto de Augusto Nunes

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Coisas menores

Quando muitos brasileiros afirmaram que a eleita Dilma Vana Rousseff não tinha – como ainda não tem – estofo e preparo necessários para assumir um cargo da importância da Presidente da República, o bravateiro Luiz Inácio da silva sempre surgia em cena para desqualificar os críticos. Tudo muito natural, pois o longevo projeto de poder do PT, que se confunde com uma ditadura, obrigava a eleição de alguém que se deixe tutelar pela direção da legenda.
No momento em que a equipe de transição enfrenta problemas para escolher os colaboradores do próximo governo e acomodar os aliados no primeiro e segundo escalões, Dilma Rousseff encontra tempo para coisas pequenas.
No afã de ampliar sua base de apoio no Senado Federal, a eleita se prestou a telefonar para o presidente do Senado, José Sarney, apenas para atender a um pedido do ex-governador do Amazonas e senador eleito Eduardo Braga (PMDB). Com fama de rebelde, Braga está de olho no apartamento funcional que foi ocupado pelo senador João Tenório, suplente do governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB).
De acordo com o regimento interno do Senado Federal, o parlamentar no exercício do mandato tem preferência na escolha dos imóveis funcionais. E neste caso a preferência é do senador Demóstenes Torres, do Democratas de Goiás. Eduardo Braga se valeu de todos os artifícios disponíveis para tirar o apartamento de Demóstenes Torres, apelando inclusive a um ministro do Superior Tribunal de Justiça, que cultiva laços de amizade com o parlamentar goiano.
Diante da pequenez do pedido o magistrado fez ouvidos moucos, enquanto Dilma Rousseff ainda não conseguiu compreender a importância do cargo para o qual foi eleita. Enfim, se a toada do próximo governo repetir a que recobre a disputa insana por um apartamento, o Brasil continuará na condição de um bem acabado “puxadinho” de fundo de quintal.
Fonte: Ucho.info

O bom natal de Sarkozy

O Brasil poderá proporcionar ao presidente da França, Nicolas Sarkozy, um belo e venturoso natal, ao lado de sua bela Carla Bruni.
Segundo o "Estadão", o ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou ontem à noite que a transferência de tecnologia será o principal fator na decisão do governo sobre a compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) e comentou que a França tem "muito mais credibilidade" neste quesito. Segundo ele, a escolha política entre um dos concorrentes de França, Suécia e Estados Unidos para o contrato bilionário será anunciada até o dia 19 de dezembro.
A opção pelo modelo francês Rafale foi alvo de críticas por causa de preço mais elevado do que o concorrente sueco Gripen e o americano F-18 Super Hornet, da Boeing. "Tem uma série de questões que têm que ser analisadas. O presidente é quem vai decidir, mas em termos de capacidade de transferência de tecnologia a França tem muito mais credibilidade".
COMENTO: Creio que a credibilidade do modelo francês foi conquistada com o charme do presidente francês, é claro! Não há evidencias de que os Rafale sejam a escolha ideal, até mesmo se estabelecendo um novo princípio da licitação: a credibilidade. A escolha deveria, e deve, ter base técnica e melhor preço. Mas bem sabemos o quanto Sarkozy fez charme e embalou o ego do homem do ano do Le Monde.

Novo governo não quer Meirelles no Banco Central

Segundo o Jornal O Estado de São Paulo, a presidente eleita, não convidou nem pretende convidar Henrique Meirelles a permanecer no comando do Banco Central.
Sabe-se, no entanto, que está agendada uma reunião com Meirelles nesta semana, onde serão eslarecidos alguns pontos divegentes como, inclusive, o fato de Meirelles haver imposto a manutenção da condição da autonomia do BC na definição dos juros.
Segundo o jornal, o presiente Lula não escondeu a contrariedade com o comportamento de Meirelles. A avaliação é a de que Meirelles criou enorme embaraço econômico, de difícil solução para Dilma, ao informar que foi convidado para continuar no cargo e, ao mesmo tempo, condicionar sua permanência à autonomia da instituição.
Com isso, qualquer decisão que Dilma vier a tomar agora - diferente da permanência de Meirelles na presidência do banco - será interpretada pelo mercado financeiro como um afrouxamento da política de autonomia.
A manobra de Meirelles foi ocasionada, segundo políticos aliados, pela confirmação de Guido Mantega no Ministério da Fazenda em primeiro lugar. A informação emitiu um sinal de que Mantega será uma espécie de capitão do time e que o futuro presidente do Banco Central ficará, na prática, subordinado à Fazenda. Hoje, Meirelles tem status de ministro e responde diretamente ao presidente da República.
COMENTO: Será lamentável, e talvez catastrófico, o jogo de poder que se faz em torno do Banco Central. O BC é é um órgão vital para a manutenção do país no rumo econômico certo. A política de autonomia vem acarretando credibilidade ao país ao longo dos últimos 16 anos. Querer a chave do cofre do Banco Central e manuseá-la sem o devido cuidado, experiência e credibilidade é apostar no futuro incerto da economia brasileira.

Elles não perdem mais...

Com uma campanha privilegiada, com o apoio irrestrito do presidente da República e de todos os meios que o poder público pode oferecer, a candidata do governo obteve cerca de 40% dos votos num universo de cerca de 136 milhões de eleitores brasileiros.
O abuso do poder foi claro e evidente. Os privilégios absurdos, sob todos os aspectos. O desrespeito às leis e o atropelamento da ética foi patente.É certo que muita gente não viu. Mas, sem dúvida, porque não quis ver.
Após uma campanha eivada de todos os tipos de vícios e de agressão aos dispositivos legais, e sob tolerância jamais vista neste país, vimos uma oposição que atuou de forma letárgica e parecendo sem objetivos.
Às vezes pensei que a oposição era mera coadjuvante. Ou melhor: simples figurante. No teatro de horrores que se viu pontificaram a mentira, a manipulação e a calúnia, de um lado, e a passividade e incompetência da oposição, do outro.
É difícil, para alguém que analise a última campanha eleitoral, sem o ranço da passionalidade, não ter dúvidas quanto a falta de dignidade, legalidade e legitimidade no processo que conduziu os governistas à vitória
Não poderia afirmar se houve fraude no processo. Mas posso opinar sobre a covardia, o massacre e uso abusivo do poder político e econômico por quem detinha as rédeas do poder executivo. Isto sem falar na dificuldade do Judiciário em colher provas contra os atos ilegais do governante e patrocinador da campanha vitoriosa.
Foi uma maratona inglória para os amantes da democracia plena. Este foi o preço de não termos, neste momento, um líder político que possa exercitar o oposicionismo com garra e disposição. Talvez, quem sabe, sem rabo preso, passado sujo ou senões... Não sei se, daqui para frente, chegaremos a um horizonte, legitimamente, democrático. Esta corrida, por enquanto, está perdida.
Sem oposição ( a que aí está é um desastre ) o país pode caminhar para o totalitarismo. A ausência de uma oposição séria e legítima poderá nos tolher a possibilidade de conter o avanço do pensamento bolivariano e evitar, no que for possível, a prática da diversidade de corrupção e malversação do dinheiro e do patrimônio público.
No futuro que se descortina vemos as altas cortes do judiciário, quase que totalmente, vinculada a indicação pessoal de um só governante. Talvez não precisemos nos preocupar com este fato. Mas sabemos, que nesta corrida pelo poder, contando ou não com seus indicados, Lula, seus asseclas e prepostos, não perdem mais...

Por que não há oposição aqui?

Brasileiro é preguiçoso! Sempre foi!
Quando criança, na escola, me ensinaram a ter orgulho de que, todas as grandes mudanças no Brasil foram feitas sem luta. A Independência, a Abolição da Escravatura, a República, a Contra Revolução de 1964.
Já dizia El Cid: "Quem vence sem luta, conquista sem glória".
Aristóteles também dizia: "Ama-se mais o que se conquista com mais trabalho".
O brasileiro nunca lutou por coisa nenhuma, a não ser por campeonato de futebol.
Quer ver os brasileiros se reunirem para uma revolução violenta e fraticida? Ameace acabar com o futebol. O resto... que se danem os patriotas.
Liberdade de imprensa? Desde que dêem as notícias dos jogos, o resto não importa.
O povão não lê jornal e, quando lê, os homens ficam com a página de esportes e as mulheres com as novelas. O governo está roubando, está prendendo, está massacrando? Que Importa? O timão ganhou o campeonato. Na novela, o mocinho beijou a mocinha e fizeram as pazes.
A saúde vai mal? Fazer o que? O parente morre na fila do SUS sem ser atendido e vamos bater de porta em porta para arranjar o dinheiro para o enterro. E a vida continua.
O ensino vai mal? Uma mãe me disse uma vez que não vê nada de mais que uma pessoa com 18 anos, termine a 8ª série sem saber ler.
Não tem segurança? Bota grades nas portas e janelas.
Brasileiro não reage nem pensa no futuro nem nos filhos.
Já tive muito orgulho de ser brasileira. Hoje me sinto como uma amante traída.
*Ester Azoubel, por e-mail,via resistência democrática

domingo, 21 de novembro de 2010

Chiqueiro presidencial

Ao participar de uma reunião do Diretório Nacional do PT, em Brasília, para comemorar a vitória, a presidente eleita, fez questão de chamar de “três porquinhos”, Antonio Palocci, José Eduardo Dutra e José Eduardo Cardozo, os principais coordenadores e escudeiros da sua campanha.
Na verdade esse era um adjetivo pejorativo, cunhado pelo PMDB, sobre os três, quando da briga por espaços junto à candidata, nos embates eleitorais. Agora virou um título honorífico, quando mencionando pela presidente eleita.
Existe um quarto porquinho, não citado: trata-se do leitão secreto José Dirceu, escondido no fundo da pocilga, oculto convenientemente, até agora, para não emporcalhar ainda mais o ambiente.
Diante de uma platéia de cerca de 200 petistas, entre eles quatro governadores, Dilma, como dona dos porcos, elogiou, agradeceu e até chorou enquanto o resto da porcalhada chafurdava comemorando na lama partidária.
A presidente eleita, Dilma Rousseff, aproveitou a presença dos petistas, para tentar passar um recado, insinuando que o partido tem que ter "maturidade" para ceder espaço na composição de governo.
Falava da previsível suja guerra fratricida entre PT e PMDB, os dois principais partidos de sustentação do seu futuro governo, digladiados em busca de acesso aos cofres públicos.
Na última semana, o vice Michel Temer, do PMDB, abandonou a sua satânica pele de pai de chiqueiro e assumiu a sua porção suína: junto outros partidos menores, ameaçou criar um “blocão”, que ficaria maior que o PT, marcando território, mijando nos aceiros da esplanada dos ministérios
”Nos últimos dias, líderes do PT também se mostraram preocupados com o espaço que o partido terá a partir de janeiro. Chegaram a falar em "direito adquirido" sobre os cochos, digo, ministério que atualmente comandam.”
Até Dilma parece estar levemente temerosa das reações partidárias quando do anuncio do seu ministério, acuada pela súcia suína esfomeada. Acabou pedindo compreensão dizendo “esperar que suas escolhas sejam respeitadas.”
Apesar de atéia, Dilma perdia seu precioso tempo, lançando perolas bíblicas, aos porcos: nos bastidores do chiqueiro, a disputa de poucos modos, em torno do ministerial cocho de lavagem, não arrefeceu, nem um pouco.
O pior é que os suinos Petistas e Peememdebista, além do confronto direto, pela posse territorial do grupo, também competem entre si. Afinal, é da índole dos porcos, cheirar mal, gostam de viver na sujeira e ser muito pouco educados quando lhes são servidas as refeições.
A presidente eleita Dilma Rousseff, porém, parece à vontade nesse ambiente de pocilga: afinal, por conspiração do cosmo, ao nasceu em dezembro 1947, foi sacramentada, como uma porca, pelo milenar horóscopo chinês.
*Por Toinho de Passira

Lula vai virar lobista

Na Folha de Sao Paulo:
Após deixar o poder, o presidente Lula planeja pedir recursos a organismos internacionais, como o Banco Mundial, para financiar ações de seu futuro instituto na África e na América Latina. Ele deseja envolver a ONG em grandes projetos de infraestrutura, que dependerão de ajuda externa para sair do papel. A ideia é fomentar o desenvolvimento de países pobres em setores como transporte e energia. O presidente tem dito a auxiliares que o Instituto Lula não se limitará a coordenar estudos e formular políticas públicas, como se discutiu inicialmente. Isso significa que a entidade terá pouco a ver com o antigo Instituto Cidadania, que ele comandou antes de assumir o governo. "Lula pegou gosto pelo papel de empreendedor e vai usar o instituto para dar continuidade a isso. Ele quer acompanhar obras, aproximar os governos do setor privado", conta um ministro que acompanha os debates.
No front interno, emissários do presidente já conversam com empreiteiras em busca de doações para erguer a sede da ONG, em São Paulo. Parte dessas empresas pode se beneficiar dos projetos no exterior. Apontado como responsável por captar dinheiro, o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula, disse via assessoria que a entidade ainda "não está formalmente constituída nem tem sede alugada". Também citado, o ex-ministro Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento), copresidente da Brasil Foods, não quis falar. Segundo aliados, Lula já descartou a primeira opção de sede que lhe foi oferecida, um prédio próximo ao Ibirapuera, e busca em sigilo um terreno para construir. Em público, o presidente não faz referência a planos que envolvam grandes obras ou financiamento internacional. Só afirma que vai exportar experiências bem-sucedidas na área social e "andar muito pelo Brasil". Ele tem dividido seus projetos em três frentes: ajudar países pobres, acelerar a integração da América Latina e auxiliar a sucessora, Dilma Rousseff, a aprovar a prometida reforma política.
COMENTÁRIO:
Ele já tem professor: José Dirceu. Ele tem trânsito e, depois de ajudar tanta gente, com certeza terá a devolução de tudo o que fez com o dinheiro do povo brasileiro. Doou refinarias para Evo Morales, da Bolívia. Devolveu concessões de petróleo para Rafael Corrêa, do Equador. Fez refinaria embargada pelo TCU junto com Hugo Chávez, da Venezuela. Aumentou o preço do repasse de Itaipu ao Paraguai. Está comprando bilhões e bilhões de dólares em armas e aviões, pelo preço mais alto, da França. O Instituto Lula será, sem dúvida alguma, um sucesso. Lula salvou a Sadia do ex-ministro Furlan com empréstimos do BNDES que beiram o bilhão de reais. Comprou o banco em crise do Antônio Ermírio. Estendeu a mão para Silvio Santos, no Banco Panamericano. Encheu os cofres das construtoras com o PAC e suas obras supefaturadas.(Gracialavida)
A pergunta que fica é: se você fosse um empresário e vendesse para a Dilma, se você fosse um paiseco e vendesse para Dilma ou se você fosse um paisão e pretentendesse vender para a Dilma, negaria alguma coisa para o Instituto do Lula? Se não negam para o José Dirceu...( O EDITOR ).