quarta-feira, 27 de julho de 2016

Remando na merda...por nós?

Muita gente achou engraçado quando Eduardo Paes, o "prefeitinho" do Rio de Janeiro, diante da reação da Delegação da Austrália, em razão das obras mal acabadas de seu alojamento, prometeu a "doação de um canguru" para satisfazer os atletas...
Pois é, quem muito fala ( besteira ) um dia ouve diretas incontestáveis. Por exemplo: A remadora americana Megan Kalmoe quis tentar amenizar a sequência de notícias ruins sobre as Olimpíadas. 
Ao The Guardian, a atleta disse que é preciso "parar de tentar estragar" os Jogos.
E disparou:
“Eu vou remar na merda… por vocês.”

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Governo Temer recomenda mudança na Lei Rouanet.

Já está mais do que na hora de acabar com essa farra.
O novo governo acabou com a antiga Controladoria-Geral da União. Claro que a militância petista reclamou, mas também é óbvio que não contaram a história toda. Em seu lugar, entrou o Ministério da Transparência que, pelo visto, não veio apenas para fazer figuração.
A pasta recém-criada acaba de recomendar ao Ministério da Cultura que reveja a Lei Rouanet. O dispositivo, há algum tempo, tem sido alvo de graves denúncias.
Em primeiro lugar, ao contrário do que alguns tentam pregar, a verba de renúncia fiscal é sim dinheiro público. Para além disso, a recente Operação Boca Livre flagrou o dinheiro sendo usado num casamento de luxo – até o pai de Fabio Porchat (além do próprio) foi citado.
E nem venham os petistas dizer que a posição do governo seria um retrocesso. A coisa está tão feia que o próprio ex-ministro da Cultura da gestão Dilma TAMBÉM defende mudanças na Lei Rouanet.
Já passou da hora, portanto. E nossa sugestão é que comecem pelas produções milionárias, que rendem bilheterias também milionárias.

domingo, 24 de julho de 2016

As Olimpíadas da vergonha.

Os australianos dizem que os ingleses e os neozelandeses também enfrentam os mesmos problemas na Vila Olímpica.
De acordo com o Estadão, ontem à noite, "eles fizeram um 'teste de stress', ligando vasos sanitários e torneiras de todos os apartamentos ao mesmo tempo. 'O sistema falhou', contaram. Água escorreu pela escada e um forte cheiro de gás entrou nos apartamentos".
Deram sorte de o prédio não ter caído.
Em duro comunicado publicado hoje, informa o Estadão, o Comitê Olímpico Australiano reclama da infraestrutura da Vila Olímpica e diz que nenhum atleta do país vai entrar no local.
"Por causa de uma variedade de problemas na Vila, incluindo gás, eletricidade e encanamento, eu decidi que nenhum membro do time australiano vai entrar no nosso prédio. Eu vou reavaliar a situação esta noite", afirma o texto.
Entre os principais problemas elencados pelo chefe da delegação australiana, Kitty Chiller, estão "vasos sanitários quebrados, vazamentos em tubulações, fiação exposta, escadas escuras sem iluminação instalada e pisos sujos que 'precisam de uma limpeza pesada'".
Agora, chegam relatos de furtos na Vila Olímpica: atletas estrangeiros estão sentindo falta de uma série de objetos no interior dos apartamentos.
O UOL diz que "a situação é decorrente de furtos praticados durante a construção do empreendimento e que o comitê organizador agora corre para repor os utensílios retirados".
Segundo a prefeita da Vila e ex-jogadora de basquete, Janeth Arcain, não tem problema:
"Sumiram algumas coisas, sim. Mas você pode ter certeza que de dentro da Vila elas não saíram. Nós temos aí as Forças Armadas, e vocês viram a burocracia que é para entrar. Essas coisas devem estar em outro lugar aqui dentro."

Que sorte a nossa!

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"O Islão não é religião"

O islã não é religião. O islã é uma ideologia da morte, que encontrou na esquerda marxista internacional o seu espelho secular. Um espelho onde o objeto se confunde com sua imagem refletida, tamanha a semelhança entre ambos.
É por esta razão que, unidos pelo mesmo objetivo de destruir o mundo existente para reconstruir outro, e guiados pela mesma amoralidade que banaliza a morte de inocentes e daqueles que se lhes opõem, o islã e a esquerda internacional mantêm uma aliança estratégica e umbilical que já dura quase um século. Uma aliança que nunca ficou tão evidente como agora no cenário do continente europeu, onde muçulmanos prosseguem matando, e continuarão a matar, civis inocentes ao mesmo tempo em que são protegidos pela esquerda que governa o continente e que lhes abriu as portas para essa finalidade.

*Paulo Eneas

Sérgio Moro rebate e parte para o ataque contra a defesa de Lula.

O juiz federal Sérgio Moro reagiu nesta sexta-feira (22) ao pedido dos advogados do ex-presidente Lula para que o próprio Moro se declare suspeito para julgar processos em que o petista figure como investigado. Moro contestou as justificativas da defesa de Lula, afirmando não ver qualquer empecilho em continuar à frente das investigações contra o ex-presidente na 14ª Vara Criminal de Curitiba (PR), núcleo da Lava Jato para quem não tem foro privilegiado.
“Não vislumbro como se pode extrair dessas decisões ou de qualquer outra decisão interlocutória dos processos, motivada a apreciação judicial pelo requerimento das partes, causa para suspeição. Se houve exploração política do episódio [condução coercitiva], isso não ocorreu da parte deste julgador – que, aliás, proibiu rigorosamente a utilização de algemas, a filmagem ou registro fotográfico do episódio. Nem aparenta ter havido exploração política do episódio pela Polícia Federal ou pelo Ministério Público Federal”, defendeu-se Moro, em despacho de 14 páginas.
Em determinado ponto de seu despacho, Moro saiu da defesa para o ataque e reprovou a atuação da defesa de Lula, Segundo o magistrado, os advogados apontaram suspeição sem que provas fosse apresentadas. A esse propósito, em 17 de junho, a defesa do petista protocolou, na Procuradoria-Geral da República (PGR), representação contra o que considerou “abuso de autoridade” praticado por Moro. Era uma espécie de prévia da petição protocolada em 5 de julho.
“Em síntese de todo o exposto, não há nenhum fato objetivo que justifique a presente exceção, tratando-se apenas de veículo impróprio para a irresignação da Defesa do Excipiente contra as decisões do presente julgador e, em alguns tópicos, é até mesmo bem menos do que isso. Rigorosamente, apesar do direito à ampla defesa, não se justifica o emprego da exceção de suspeição sem que haja mínimos fatos objetivos que a justifiquem”, disse Moro.
O clima quente entre as partes demonstra que estamos perto de finalmente assistir ao tão esperado encarceramento do ex-presidente.

Sim, eu posso!

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Venezuelanos invadem o Brasil em busca de comida e ouvem: 'voltem para o comunismo'.

Desespero e fome faz com que milhares de venezuelanos venham ao Brasil.
Uma invasão. Essa é a cena constante da cidade de Pacaraima, em Roraima. A cidade faz divisa entre o Brasil e aVenezuela. As lojas locais tem filas na portas e gente com bolos de dinheiro nas mãos. São venezuelanos, que com fome e em apuros pegam tudo o que tem em busca de uma cesta básica. Os produtos são vendidos a preços parecidos com o do Brasil, mas a desvalorização da moeda local é tão grande que para fazer compras só mesmo com um saco de dinheiro, sem nenhum exagero. O câmbio paralelo, que é o mais usado na crise, tem um dólar valendo cerca de 1.005 bolívares, moeda local. O governo de Nicolás Maduro nega e diz que para itens vitais, como comida, um dólar vale dez  bolívares. O problema é que ninguém tem vendido nada por esse preço à Venezuela, o que explica a multidão invadindo os países vizinhos para comer. 
Muitas encontram preconceito. Até fazem suas compras, mas tem resistência de moradores locais. "Voltem para a terra do comunismo", costumam ouvir diariamente. É como se o sonho plantado por Hugo Chávez começasse a acabar. Muitos tem medo de deixar tudo, como casa e família, especialmente porque a Venezuela é um país bastante fechado e constantemente decide fechar suas fronteiras. Até mesmo para receber ajuda humanitária é complicado. O governo chegou a negar ajuda de alguns países, mesmo vendo sua população com fome e doente, pois remédios também não são encontrados mais nas farmácias. 
Nos últimos dois meses, a situação na fronteira entre o Brasil e a Venezuela só piorou. As viagens entre os dois países chegam a durar dois dias. Por isso, quem vem compra tudo o que dá. São pessoas sentadas em cima de fardos de comida, que serão divididas entre muitos parentes. O governo local não permite a revenda dos itens, mas é difícil dizer se eles não serão vendidos no país, que passa pela fome. Mesmo viajando até o Brasil, os venezuelanos chegam a encontrar prateleiras vazias por aqui. Isso porque a procura é muito grande, prejudicando também a população local, que precisa se planejar para comprar. 

E na alegria do Domingo a beleza é fundamental.

A beleza e o sorriso da modelo Siwey Batista

Fátima Bernardes e jogos olímpicos foram 'desmascarados'.

Deu ruim de novo no revezamento da tocha olímpica. A apresentadora Fátima Bernardes passou por um momento de severa crítica na manhã desta quinta-feira, 20. Ela recebeu no 'Encontro' o ator Henri Catelli, que mudou o visual por conta de um novo personagem, um tatuador na novela 'Sol Nascente', folhetim que entrará no ar na faixa das 18. Durante a atração, no entanto, ele se irritou com o fato de estrelas da emissora estarem carregando a tocha olímpica.
Polêmica no ar
Sem ter medo do que poderia vir a acontecer, Castelli condenou o fato de pessoas sem ligação com o esporte levarem o símbolo das Olimpíadas. A crítica veemente deixou Fátima Bernardes no chão. A mulher de William Bonner ficou visivelmente constrangida, já que ela também carregará a tocha, quando essa vier ao Rio de Janeiro. 
Não era previsto qualquer comentário do convidado sobre o assunto. No momento da crítica, Fátima exibia imagens do repórter Felipe Andreoli, que na cidade de Barretos, em São Paulo, foi um dos brasileiros que levou a tocha. Enquanto comentava amenidades, Henri parecia muito amado pela produção do programa, mas foi só falar o que pensa para o bonitão ser mal visto na Rede Globo de Televisão. De acordo com a jornalista Keila Jimenez, ele teria levado um esporro por interromper a narração de Fátima sobre a tocha e por jogar na cara dela que o mais correto eram representantes do esporte carregarem o acessório em chamas. 
Declarações 'sincericidas'
“Por que ele foi carregar? O que ele está fazendo lá? Dúvida, dúvida”, disse ele de maneira extremamente irônica. Nos bastidores da produção não se fala de outra coisa. Fátima se fez de fina e disse que esse tipo de coisa acontece, mas produtores dela garantem que a mulher de William Bonner não gosta de ser contrariada. "A produção quer me matar nesse momento”, encerrou ele bem motivado durante a crítica.

Sem saber o que responder na hora, Fátima pediu a produção para ligar para Felipe Andreolli e disse que diria no dia seguinte porque ele foi convidado a participar do evento. Em seguida, o ator disse: "já sei que a produção vai me matar". Talvez ele estivesse a prever a represália.