segunda-feira, 14 de julho de 2014

Maradona diz que Messi não merecia a Bola de Ouro da Copa.

Messi, atuação medíocre na Copa/2014, recebe "prêmio de consolação"
Após Messi ter sido eleito o melhor jogador da Copa, Maradona afirma que seu compatriota só levou a premiação por questões comerciais.
O maior ídolo do futebol argentino, Diego Maradona, afirmou que Lionel Messi não merecia ganhar a Bola de Ouro após suas atuações na Copa do Mundo.
A estrela Barcelona superou nomes como Thomas Muller, Arjen Robben e James Rodriguez, que também se destacaram individualmente nesta competição, após marcar quatro gols em sete apresentações no mundial e guiar sua equipe até a final, mas Maradona sente que seu compatriota recebeu a indicação por razões comerciais.
"Messi? Eu lhe daria o céu, se possível. Mas não é certo quando alguém ganha alguma coisa que ele não deveria ter vencido, apenas por causa de algum plano de marketing."
*Fonte: http://esportes.br.msn.com/copa-2014/

Os BRIC's

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Mirian Leitão procurava, no Globo de domingo, definir o que são os BRICS, cujos presidentes estão aí, reunidos com dona Dilma.
A primeira definição que lembrou é a do embaixador Marcos Azambuja que diz que os BRICS são "uma tribo que só tem caciques". Fez, então, a mesma pergunta para o embaixador Jose Alfredo Graça Lima, nosso representante nos contatos com esse grupo, que não soube responder afirmativamente; preferiu dizer o que os BRICS não são e mencionou uma lista de coisas vagas.
A definição de Azambuja carrega mais significados do que parece à primeira vista. Na verdade é uma síntese perfeita da realidade.
Na sua extensa lista de "nãos" Graça Lima não se lembrou do mais definidor entre eles, que é o que mais aproxima os BRICS uns dos outros: nenhum dos países membros do grupo é uma meritocracia. São todos Estados que se encontram a distâncias variadas da democracia, mas estão todos longe dela.
O que eles têm em comum -- embora em dosagens diferenciadas -- é recusar a abordagem da economia e do comércio exterior exclusivamente por critérios objetivos. Em todos eles o que realmente vale é a vontade dos caciques, que tratam com igual dose de casuismo voluntarista -- ou por razões alegadamente ideológicas ou por outras -- tanto os seus próprios produtores e empreendedores quanto os seus parceiros comerciais.
Uma palavra de Vladimir Putin, Xi Jiping, Jacob Zuma, Dilma Rousseff ou Narenda Modi (o novato do grupo e meio diferentão de seus pares) vale mais do que tudo o que está escrito, seja nos contratos, seja nas leis e até nas constituições vigentes nos seus próprios países.
Isso naturalmente tem um custo pesado para suas economias, que se traduz nos handicaps sociais do costume. Mas, naturalmente os donos dessses poderes ilimitados não admitem essa relação de causa e efeito. Por isso têm de procurar "culpados" por essas doenças crônicas fora de suas fronteiras.
Eis porque, mais do que tratar de facilitar o comércio entre eles, as reuniões dos BRICS concentram-se em atacar os acordos comerciais e, especialmente, as instituições das democracias com que concorrem -- onde, sim, a lei vale mais que a vontade do cacique da hora (porque não os ha perpétuos) -- e os organismos economicos multilaterais atuam segundo regras pre definidas que estão acima da vontade ou das conveniências eleitorais de momento de seus líderes. São eles que têm de se adaptar aos fatos e não os fatos a eles.
A segurança jurídica e regulatória é o único elemento essencial ao desenvolvimento econômico. Se isto estiver garantido, o empreendedor saberá se adaptar a tudo o mais, inclusive às diferenças entre diferentes sistemas estáveis.
Mas a insegurança jurídica e a instabilidade das regras do jogo são mortais.
No dia em que regras economicas estáveis passarem a prevalecer nos BRICS, entretanto, terá sido porque o regime de caciquia de que fala Azambuja, e os sistemas de privilégio alimentados por esse voluntarismo tão caro que sustenta esses caciques no poder, acrescento eu, terão sido removidos para a lata de lixo da História.
Desenvolvimento econômico sustentável e caciquia são coisas que não podem conviver uma com a outra. Quando parece o contrário é porque ha um forte elemento distorsivo -- excesso de mão de obra barata ou de disponibilidade de alguma commodity essencial, como petróleo, minérios ou bens da agricultura -- compensando com vantagens ohandicap da caciquia.

*Publicação by fernaslm - O que são os BRICS? - Em O Vespeiro.

A Alemanha triunfa e Dilma é vaiada, mais uma vez!

Dilma entrega a taça ao capitão alemão, Philipp Lahm (foto: Kamil Krzaczunski/EFE)
Dilma entrega a taça ao capitão alemão, Philipp Lahm (foto: Kamil Krzaczunski/EFE)
Acabou! A melhor seleção da Copa ficou com o título, e essa é, sem dúvida, uma boa notícia para o futebol. A Alemanha mereceu! À diferença do que previram aquelas pessoas com quem Gilberto Carvalho andou dialogando à socapa, “teve Copa”, sim, e o evento, em si, foi um sucesso. A infraestrutura necessária para o evento funcionou. O que os brasileiros, como povo, lucraram com isso? Nada! E, pra começo de conversa, vamos parar com essa cascata de sair dizendo por aí que os brasileiros surpreenderam ao receber bem os estrangeiros. Por quê? Quando foi que o nosso povo tratou mal os turistas? Tenham paciência! O vexame da equipe em campo só não foi maior do que o do governo petista, que tentou usar o torneio para se promover e para demonizar a oposição e os críticos do oficialismo. Deu-se mal! Dilma Rousseff teve de contar com a boa vontade da Fifa, que a manteve no ar o mínimo possível. Nas raras vezes em que a presidente apareceu no telão, o estádio explodiu numa vaia inequívoca. Cadê os bocas de bagre do puxa-saquismo oficial para acusar a “elite branca carioca”?
Dilma foi hostilizada cinco vezes, com mais intensidade quando entregou a taça para o capitão alemão, Philipp Lahm. Os apupos cederam, então, àquele xingamento que já se tornou um clássico: “Ei, Dilma, vai tomate cru” se fez ouvir com uma intensidade e uma clareza que rivalizou com a da abertura do torneio, no Itaquerão. O jornalismo a soldo, cuja pança é alimentada pelas estatais, inventou a tese de que tudo era coisa da “elite branca de São Paulo”. A quem culpar desta vez?
Nunca antes na história destepaiz um tiro saiu tão espetacularmente pela culatra. E não pensem que Dilma foi vaiada porque o Brasil levou aquele nabo de 7 a 1 da Alemanha. Ainda que Thiago Silva estivesse no lugar de Lahm, aposto que a reação do público teria sido a mesma. A população rejeitou a tentativa do Planalto de se apropriar do espetáculo. Quaisquer que tenham sido os sacrifícios para realizar o torneio no Brasil, eles foram feitos pelo povo brasileiro, não pelo oficialismo. Este, ao contrário, reitero, não cumpriu o que prometeu à população.
O Planalto tentou manipular o espetáculo de todas as maneiras. Se dependesse de Franklin Martins, até a derrota teria servido à exploração vigarista. O país ainda vivia seu luto futebolístico quando se plantou na imprensa a informação de que o governo queria intervir na CBF. O site “Muda Mais”, comandado por Franklin, lançou a tese de que a derrota deveria ser jogada nas costas da confederação – que certamente tem suas responsabilidades. Mas pergunto: devemos atribuir as vitórias de 1994, 2002 e a Copa das Confederações, em 2013, à corrupção da CBF? Ou será que ela só serve de argumento quando o time perde? Lugar de corrupto de qualquer área é a cadeia, claro!, mas vamos parar de conversa mole. Ainda voltarei a esse tema, usando a lógica como instrumento.
O PT sonhou usar a Copa do Mundo para esmagar seus adversários. O partido criou até uma lista negra de jornalistas, da qual, gloriosamente, faço parte. Tive a honra de ser o primeiro da lista. Não obstante, quem não consegue sair às ruas é Dilma Rousseff. Quem não pode dar as caras no estádio é Dilma Rousseff. Quem consegue falar apenas a plateias rigidamente controladas pelo Planalto é Dilma Rousseff.
Para o futebol brasileiro, foi um fim melancólico. Para o petismo, foi um desfecho melancólico. Para os oportunistas, foi um epílogo melancólico. O povo brasileiro, ah, meus caros este é, sim, vitorioso. Resistiu à máquina bilionária de propaganda e mandou comer tomate cru os que tentaram sequestrar a sua vontade.  
*Por Reinaldo Azevedo

A lição de Merkel.


Mais uma lição vinda dos dolorosos 7 x 1.

Nunca pensei que pudesse ouvir tais reflexões desse apresentador (na realidade, de seu diretor, através do ponto) e nesse programa, mas até me empolguei com o que ouvi.

O que veio me servir como (mais uma) lição sobre preconceitos. Não digo que vou passar a assistir o programa, mas ele, a direção, e o canal de TV estão de parabéns, pois estão usando suas capacidades de formadores de opinião para dizer umas verdades. E para um público que precisa ouvi-las. 
Tente não dar importância a alguma autopromoção, passe por cima de pequenas discordâncias, esqueça esse ou aquele ponto criticável. Faça uma força e tente ouvir até o final porque vale a pena.
No fundo, não é sobre futebol e é (até certo ponto) suprapartidário.

*Dilermando, via Facebook

domingo, 13 de julho de 2014

Na copa e na política, que vença sempre o melhor!

A copa do mundo de futebol/2014, sediada no Brasil, chegou ao fim, com a vitória da equipe da Alemanha, numa vitória de 1 x 0 sobre a equipe da Argentina.
O jogo teve uma característica indiscutível: Coroou duas equipes que tiveram equilíbrio, raça, força, técnica e, principalmente a tática que o jogo requer.
Foi uma partida onde qualquer um dos oponentes poderia ter vencido. 
Eu odeio a arrogância e a empáfia dos argentinos, mas reconheço, com respeito, que ao contrário e a revelia da sua tresloucada presidente socialista, eles montaram uma seleção decente, que honrou seu povo e seu país.
A vitória teria que acontecer...e aconteceu para o time alemão, disciplinado taticamente e tecnicamente. E quem brilhou no time não foi um membro da "elite branca" mas o afrodescendente JÉRÔME BOATENG.
A equipe argentina valorizou a conquista alemã, lutando e mostrando que possui excelentes atletas e jogadores. Talvez tenha faltado o brilho de Messi que, contundido, ainda não em plena forma física, lutou, mas não brilhou.
A grande lição que tiramos desta copa é a consciência de que a verdade estava com os jornalistas e brasileiros decentes que sempre diziam: "A seleção brasileira é um engodo com conotação política". 
Eles estavam absolutamente certos!
Mas o engodo acabou. O time brasileiro nos envergonhou e atuou mal durante a Copa e foi humilhado por Alemanha e Holanda.
Nós brasileiros, pagamos caro, em dinheiro, para sediar a Copa, e pagaremos muito mais caro moralmente e politicamente se permitirmos a reeleição dos mentirosos, ardilosos, covardes e perdulários que ocupam o poder executivo deste país.
Também não podemos esquecer os que os apoiam no Congresso Nacional e nos Estados deste país. Os partidos que chamados de "base aliada" se tornaram cúmplices o coautores da bandalheira e iniquidade instalada na República.
Não ganhamos a copa do mundo de futebol, mas quem sabe a verdade, a honra e a capacidade de gestão vença a copa das eleições em 5 de Outubro próximo.
Não reelejamos os que apodrecem a República ao praticar ou se omitir diante da corrupção e falta de respeito ao bem público e que hoje ocupam importantes cargos eletivos neste país.
Tenhamos vergonha da seleção brasileira, que foi humilhada pela falta de capacidade, mas, acima de tudo, tenhamos vergonha na cara e elejamos candidatos com compromisso com a democracia e a boa administração dos bens públicos.
Diga não ao socialismo bolivariano, ao comunismo. Proteja a liberdade, paz, união e harmonia da família brasileira.
Que na Copa e na política, vença sempre o melhor, mais capaz, mais sério, mais decente e que engrandeça  a nossa Pátria.

Muda agora Brasil!


Que os deuses digam amém!


sábado, 12 de julho de 2014

O desastre e a incapacidade da seleção brasileira de futebol.


Aos 17 minutos do primeiro tempo, no desastre de terça-feira,8, (Contra a Alemanha) a seleção brasileira já perdia para a alemã por um a zero quando Marcelo, atendendo a um chamado do atavismo macunaímico, caiu na área, simulando um pênalti.
O zagueiro alemão Jérôme Boateng, cujo pai é ganês, se zangou. Deu-lhe uma bronca humilhante. Os alemães execram esse teatro ridículo
(...)
No futebol, na vida, na política. Acusar o adversário de uma transgressão que ele não cometeu é uma falha moral grave. Trata-se de reivindicar a licença para reagir àquilo que não aconteceu, tentando fazer com que o outro pague uma conta indevida. Um dia antes da partida fatídica ( contra a Alemanha ), a presidente Dilma Rousseff, demonstrando que anda com pouco serviço –e só gente muito ocupada tem tempo de fazer direito o seu trabalho–, resolveu participar de um bate-papo numa rede social. Exaltou o heroísmo de Neymar, discorreu sobre a garra do povo brasileiro e, ora vejam!, censurou os "urubus do pessimismo".

Desde o início do torneio, a presidente e seu partido acusam a oposição e críticos do governo de faltas que não cometeram: teriam antevisto o caos na Copa e estariam torcendo contra o sucesso do evento. Simulação!
(...)
Dilma sonhou esmagá-los... passando a taça para as mãos de Thiago Silva. No pior dos cenários, Lionel Messi beijará o troféu, hipótese em que se cumprirá uma predição de Lula, que anunciou, em 2007, que o Brasil faria uma Copa "para argentino nenhum botar defeito".
Ouça o que diz Boateng, presidente! Levante-se da área! Jogue limpo! É muito melhor vencer com honra. Ou honrar o vencedor.

*Extraído do trexto de Reinaldo Azevedo

Alemães constroem estrutura e doa para projetos sociais.

Toda estrutura custeada pela Alemanha ( terreno, construções e estradas ) para viabilizar a hospedagem e adaptação de sua equipe em território brasileiro, no interior da Bahia, será doada para projetos sociais.
Infelizmente, apesar de ninguém querer ser pessimista, como estará toda essa estrutura daqui a alguns meses? O que farão os políticos brasileiros de um legado tão precioso proporcionado pelos alemães?

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