segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Extrema direita?


A coluna de Ancelmo Gois, no fim de semana, mostrou que o Partido Novo, à direita do PSDB, conta com 360 mil curtidas na página do Facebook, e logo abaixo disse que eu apoio a iniciativa (fato). Foi o suficiente para a esquerdalhada sair da toca e partir para cima.
Como um dos fundadores do partido é conselheiro do Banco Itaú, um “jornalista” daqueles chapa-branca por aí deu a entender que é um partido de banqueiros. Alguém explica ao homem o que é ser conselheiro de uma empresa, por favor! A herdeira do Itaú apoia a esquerdista Marina Silva, detalhe…
Mas não era disso que eu queria falar, e sim de um grave equívoco ideológico que, infelizmente, pulula no Brasil. Já teve site colocando o partido como de “extrema-direita”. Se você é pela privatização, contra cotas raciais e condena o populismo do Bolsa Família, então só pode ser de “extrema-direita”, ora bolas!
Rótulos servem para simplificar, mas ao simplificar demais da conta, podem confundir mais que ajudar. Direita e esquerda são rótulos especialmente complicados. Mas o que quer dizer cada um? Se Stalin era extrema-esquerda e Hitler extrema-direita, isso quer dizer que eram opostos? E se Thatcher e Reagan eram de direita, então eles estavam mais perto de Hitler que este de Stalin?
programa do Partido dos Trabalhadores Nacional-Socialista (!!!) que levou Hitler ao poder deixa claro as similaridades com o socialismo. Defendia, por exemplo, a “obrigação do governo de prover aos cidadãos oportunidades adequadas de emprego e vida”. Alertava que “as atividades dos indivíduos não podem se chocar com os interesses da comunidade, devendo ficar limitadas e confinadas ao objetivo do bem geral”. Demandava o “fim do poder dos interesses financeiros”, assim como a “divisão dos lucros pelas grandes empresas”.
Também pregava uma “reforma agrária para que os pobres tivessem terra para plantar”. Combatia o “espírito materialista” e afirmava ser possível uma recuperação do povo “somente através da colocação do bem comum à frente do bem individual”. Em um discurso proferido no dia do trabalho em 1927, Hitler disse:
Nós somos socialistas, nós somos inimigos do sistema econômico capitalista atual de exploração dos economicamente fracos, com seus salários injustos, com sua ultrajante avaliação de um ser humano de acordo com sua riqueza e propriedade ao invés de responsabilidade e comportamento, e nós estamos determinados a destruir esse sistema custe o que custar. 
Como fica claro, ao menos para quem já leu alguma coisa de fato sobre o nazismo, ele se aproxima bem mais dos ideais da extrema-esquerda que do liberalismo. Vários esquerdistas apoiariam boa parte do programa nacional-socialista. Mussolini, outro que é visto como de extrema-direita, foi socialista antes. Comunismo, fascismo, socialismo e nazismo disputam o mesmo tipo de alma em busca de um totalitarismo antidemocrático, antiliberal e contra o indivíduo.
No Brasil, porém, onde há uma hegemonia de esquerda na política, até o PSDB, de centro-esquerda, é visto como “neoliberal” e de direita. Aí, quando aparece um partido com bandeiras mais liberalizantes, colocando ênfase maior no indivíduo que no estado, condenando o estado-empresário, as cotas que segregam a população com base na raça, e as esmolas do governo que compram votos, ele é logo tachado de “extrema-direita”. Seria cômico, não fosse trágico…

Dívida pública brasileira: graças ao PT, uma bomba prestes a explodir!!!

Gastos irresponsáveis do governo fazem dívida crescer duas vezes e meia mais rápido que o PIB.
Não é de hoje que o PT vem se mostrando extremamente hábil na manipulação de números que coloquem a opinião pública a seu favor. Se, por exemplo, criam um índice BAIXÍSSIMO para definir o que seria “pobreza extrema”, convenientemente “esquecem” de reajustá-lo de acordo com inflação, o que faz com que naturalmente milhões ultrapassem seu limite ano a ano. Foi o que apontou matéria da BBC ainda em março:
Adotado em junho de 2011 pelo governo, quando foi lançado o plano Brasil Sem Miséria (guarda-chuva das políticas federais voltadas aos mais pobres), o valor jamais foi reajustado. Se tivesse acompanhado a inflação, hoje valeria R$ 76,58.
Em onze das 18 capitais monitoradas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), R$ 70 não garantem sequer a compra da parte de uma cesta básica destinada a uma pessoa. Em São Paulo, seriam necessários R$ 95,41 para a aquisição.
(grifos nossos)
A falácia da quitação da dívida externa
Uma outra falácia repetida inúmeras vezes sem questionamentos por parte da mídia tida como golpista pelo governo diz respeito à quitação da dívida externa brasileira. Sim, foi quitada. Mas ao custo do estouro da dívida interna, com juros muito maiores e prazos menores para negociação. Era o que alertava artigo de Lígia Ferreira para a Folha Política em maio passado:
Quando Lula assumiu o seu primeiro mandato em 2002, a dívida externa era de R$ 212 bilhões, enquanto a dívida interna era de R$ 640 bilhões. Ou seja, o total, dívida externa mais interna, chegou aos inacreditáveis R$ 852 bilhões. Em 2008, quando o Lula assumiu ter pago a dívida, a dívida externa caiu para zero, já a interna chegou a – pasme – R$ 1,4 trilhão. Total da dívida: R$ 1,4 trilhão – 65% do PIB do Brasil.
Contra fatos não há argumentos: Lula “pagou”, sim, a dívida externa. No entanto, nota-se que a dívida interna aumentou exorbitantemente. Na realidade, o Governo se endividou internamente para se quitar externamente. Diversos economistas alegam, ainda, que os novos acordos de endividamento interno seriam muito mais desvantajosos, tendo em vista o menor prazo e a maior incidência de juros.
Para o Brasil, pouca ou nenhuma diferença faz para quem deve, o fato é que a dívida não só continua como aumentou. É necessário ressaltar que apenas de juros para a dívida interna foram pagos, no mês, R$ 13 bilhões. A efeito de comparação, a verba destinada, naquele ano, para a educação foi de R$ 12,7 bilhões (média de 1,05 bilhão por mês).
(grifos nossos)
Colocando num gráfico simples, eis o que está acontecendo com a dívida pública brasileira durante estes 10 anos de governo petista:
Dívida pública também cresce proporcionalmente
Quem traz o alerta é o CenárioMT, em artigo de José Boas. A dívida pública vem crescendo mais que o dobro do PIB. Ao ponto de que, em mais uma década, superará este:
Para termos uma ideia do tamanho do problema, entre 2004 e 2013 o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil cresceu em média 3,64% ao ano (hoje é de R$ 4,5 trilhões) e nossa dívida pública avançou no mesmo período, em média, 8,98% ao ano(atualmente em R$ 2,24 trilhões). Traduzindo em miúdos, a dívida pública brasileira já é do tamanho da metade daquilo que o país ganha todos os anos, e ela cresce 2,5 vezes mais rápido do que o nosso PIB. Isso quer dizer que, mantidos estes padrões, até 2027 (mais 13 anos) teremos uma dívida que superará a nossa receita anual, ou PIB.
O artigo traz um gráfico que “desenha” o caminho para o qual o Brasil segue rumando.
Irresponsabilidade na administração pública
O governo Dilma segue fechando os olhos para a situação. Num cenário de crise como este, seria natural um melhor controle dos gastos. Uma matéria da Folha, no entanto, revela que enquanto lucros e investimentos patinam, estatais ganham 40 mil novos funcionários no governo Dilma“:
Investimentos e lucros caíram em algumas das principais estatais federais, mas a ampliação do quadro de pessoal das empresas mantém, no governo Dilma Rousseff, o ritmo dos anos Lula. (…) No total, o contingente de empregados nas empresas federais com receita própria se aproxima dos 500 mil, contra 339 mil em 2002, último ano do governo FHC.
(grifos nossos)
E mais um gráfico entrega bem que o governo segue ignorando a situação na qual vem se metendo:
Dilma gasta em 6 meses quase 10 BILHÕES sem licitação
Jornal da Mídia aponta outro fator que pode estar agravando o aumento da dívida pública. Só no primeiro semestre deste ano, nada menos que 37% das aquisições de bens e serviços do governo Dilma ocorreram sem licitação. Com licitação, explica a matéria, a economia chegaria à casa dos BILHÕES de reais:
As compras  da União somaram R$ 25,5 bilhões no primeiro semestre deste ano, de acordo com dados extraídos do Portal de Compras do Governo Federal (Comprasnet), administrado pelo Ministério do Planejamento. Foram gastos R$ 16 bilhões (63%) com compras licitadas e R$ 9,5 bilhões (37%) em aquisições de bens e serviços sem licitação.
Além de maior controle dos gastos, o processo licitatório possibilita significativa economia para os cofres públicos. De acordo com Loreni Foresti, 90% das compras licitadas foram feitas por meio de pregão eletrônico, no valor de R$ 14,4 bilhões. Isso reduziu os gastos em 18%, equivalentes a R$ 3,1 bilhões, disse a secretária.
(grifos nossos)
O outro lado: governo tucano de São Paulo atinge menor índice de endividamento
Não se trata simplesmente de um momento ruim da economia, mas de erros gritantes na administração dos gastos públicos. O governo do PSDB paulistano, tradicional opositor do governo petista, ganhou manchetes nesta terça-feira graças a uma economia de 19 BILHÕESde reais em suas dívidas:
O Estado de São Paulo vai aumentar o superávit primário e reduzir a sua dívida líquida em 19 bilhões de reais, segundo o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Somente este ano, conforme ele, serão 6 bilhões de reais em redução. “É um superávit primário extremamente importante”, disse em conversa com jornalistas, após participar de reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta quinta-feira.
Ele informou que o Estado alcançou o menor índice de endividamento frente a sua receita líquida, de 1,3 vez. No ano passado, conforme Alckmin, estava em 1,6 vez. “O indicador também está bem abaixo do estabelecido pela lei de responsabilidade fiscal, de duas vezes“, declarou o governador.
(grifos nossos)
A oposição precisa ter coragem para explicar estes números à população mais leiga. O governo petista está prejudicando o país com todo o seu pacote de falácias. Quando a bolha estourar, e este dia está cada vez mais próximo, prejudicará principalmente os mais fracos, justo aqueles que o governo finge defender.

*Texto do Jornalista José Linhares Junior
*E-mail enviado por  Álvaro Pedreira de Cerqueira, via Grupo Resistência Democrática.

Recado certeiro.


A corajosa Denise Frossard.

Juíza Denise Frossard afirma "O crime organizado só existe porque tem ligações com o poder”

Em entrevista no último dia 16/08 a juíza e ex-deputada federal Denise Frossard afirmou em entrevista na Rádio Metrópole, sobre preocupante momento que vive o Judiciário e sobre o julgamento do mensalão.
A Juíza afirmou “É uma situação complicadíssima. 
A mensagem mandada por esses sicários foi muito clara: ‘nós vamos matar quem ousar levantar a mão contra nós’. E ainda mandaram outra mensagem para a população: ‘obedeçam a nós e isso aí está falido’, e ‘isso aí’ é o judiciário”, declarou.
A Juíza declarou também que o “o crime organizado só existe porque tem ligações com o poder”. 
“O crime organizado tem sim ligações com o poder estabelecido e não sobrevive sem essa ligação. 
O crime organizado precisa do Estado, porque ele não vive sem os negócios do Estado. Ele paga.
Ele tem que pagar bons advogados e muitas vezes comprar sentenças de maus juízes. 
Ele tem que comprar parlamentares para que sejam feitas algumas leis que ele possa contornar. 
E ele tem que comprar o Executivo. Se você tirar os três poderes, o crime organizado não existe”.

domingo, 29 de setembro de 2013

Primavera burra.

  • Pela primeira vez na história Supremo Tribunal Federal tem juízes partidários
    ARTIGO - GUILHERME FIUZA
    Publicado:
    NO O GLOBO

    O Supremo Tribunal Federal melou a prisão dos mensaleiros, na mão grande. Como se sabe, pela primeira vez na história a corte máxima tem juízes partidários, como Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli, obedientes aos seus senhores petistas. E os principais réus do mensalão, que por acaso mandam no Brasil, têm os melhores advogados de Brasília — pagos a peso de ouro com uma dinheirama que eles não precisam dizer de onde veio, mas pode-se supor. Foi com essa blitz política (disfarçada de jurídica), ou, em bom português anglo-saxão, com esse lobby, que o Brasil foi roubado de novo, à luz do dia.
    E o que fizeram os brasileiros, que agora são revolucionários e esculhambam o trânsito a qualquer hora do dia para “mudar o Brasil”? Não fizeram nada. Os bravos manifestantes da Primavera Brasileira de 2013 assistiram ao novo assalto, como diria Anitta, ba-ban-do.
    O golpe dos embargos infringentes foi vexaminoso. Uma manobra tosca, que embaralhou um julgamento cristalino e cindiu o direito e o bom senso — o que é uma cisão grave, mas não nesse Brasil onde civismo é jogar pedra em vidraça. Votos como o do ministro Marco Aurélio mostraram que o julgamento só poderia ser reaberto — decisão drástica — se não pairassem dúvidas sobre a legalidade dos embargos.
    Pois bem: o julgamento foi reaberto em casos onde houve quatro votos contrários à sentença. E a própria decisão de reabertura teve cinco votos contrários! Não seria então o caso de entrar com embargos infringentes contra a aceitação dos embargos infringentes?
    Não, não seria, porque nesse caminho de prostituição da técnica, a lógica já foi abandonada no acostamento há muito tempo, e o espírito da lei já foi pendurado na parede, ao lado de um retrato do filho do Brasil. A blitz dos advogados milionários do PT fez o STF virar as costas para a lógica e o espírito da lei. Normal. Quem está do outro lado é só o Brasil, esse pobre coitado, que não tem nada concreto para oferecer: nem cargos, nem prestígio, nem favores, nem negócios, nem mesmo a emoção de um café da manhã com José Dirceu, o astro da penumbra.
    Foi comovente ver a bancada petista no Supremo, em ações grandiloquentes e tom épico, defendendo com garra um futuro tranquilo e confortável. O PT inaugurou o patriotismo privado.
    Para o pobre coitado do outro lado, batizado com nome de madeira nativa (profetizando a cara de pau), o que aconteceu no Supremo Tribunal Federal é apenas o fim. Se as massas (e os gatos pingados) não sabem direito por que vão às ruas, se não é só por 20 centavos, se é por tudo — e tudo, como se sabe, é igual a nada —, a zombaria do STF contra o país inteiro, aliviando os maiores assaltantes da história da República, cujo grupo político por acaso governa o Brasil, é a causa das causas. É para inundar as ruas de gente, é para cercar os palácios da Justiça Federal em todo o território, é para, aí sim, parar tudo e avisar que isso aqui não é a casa da mãe Dilma e de seus companheiros parasitários.
    Mas o que se viu por aí depois do golpe do STF? Bem, escolha a sua manifestação preferida: black blocs vaiando e ameaçando artistas de cinema na chegada ao Festival do Rio; revolucionários da Cinelândia recebendo a adesão do Batman e do Saci Pererê; ninjas, fora do eixo e fora de órbita, discutindo a relação com a polícia (decidindo o que veio primeiro, a pedra ou a pimenta); sindicalistas privatizando as ruas e decidindo quem pode ir e vir.
    Enquanto isso, estoura novo escândalo na boquinha que Dilma Rousseff cultivou dentro do Ministério do Trabalho — o mensalão redivivo na farra das ONGs piratas. Mais R$ 400 milhões desviados para a turma que a presidente fingiu escorraçar em 2011, com o inesquecível Carlos Lupi, mas que na verdade protegeu, porque é dando que se recebe. Os réus que o STF acaba de refrescar fizeram escola, só não vê quem não quer. E ninguém parece querer. Não apareceu um único mascarado no horizonte para acuar os sócios do governo popular nesse novo escárnio. Eles preferem rosnar contra artistas de cinema.
    Não pode haver mais dúvidas: os movimentos de protesto que levaram os brasileiros às ruas em 2013 passarão à história como a Primavera Burra.
    PS: o ministro do Trabalho passa bem, os ministros infringentes idem, e os mensaleiros estão estourando champanhe com a nova disparada de Dilma no Ibope. Vêm aí mais quatro anos de sucção pacífica.
    Guilherme Fiuza é jornalista

    Espionagem ( Texto fictício ).

     Furo de reportagem do New York Times...

     Vazou a carta do Obama sobre o ultimato brasileiro reclamando da espionagem americana.

     Cara Presidenta Dilma.

     Imensamente preocupados com o ultimato dado pelo Governo brasileiro,
     pelos problemas de espionagem  que efetuamos aí nesse país,  temos a
     esclarecer a V. Excia. que por sermos uma superpotência, temos
     interesses a defender por toda a aparte e por isso atuamos onde seja
     necessário.
    Meu primeiro impulso, visando atender ao seu pedido de
     esclarecimentos e desculpas foi entregar o farto material que temos
     gravado nos últimos 20 anos, ao Presidente do Supremo o Ministro
     Joaquim Barbosa, mas num gesto de amizade solicito que a Sra.
     Presidenta  determine a quem de direito.  Segue abaixo, só uma pequena
     amostra do que temos para sermos orientados do que fazer:
    1- Gravamos secretamente, é claro, em foto e vídeo todas as reuniões que o seu
     padrinho participou (ele jura que não sabia de nada) com toda a
     Direção do PT, quando foram acertados os pagamentos do Mensalão.
     Consideramos esse material altamente explosivo pois iria desmascarar o
     seu Partido diante até do mais crédulo beneficiário do Bolsa Família
     que como sabemos elegeu o Presidente anterior e a senhora. Mesmo com
     todo o empenho do Levandowsky e do Tofoli , considero muito difícil
     que o Barbosa com essas provas na mão, não mande prender vocês todos.
    2- Temos em nosso poder todas as contas abertas no exterior, por todos
     os dirigentes do Governo atual e dos anteriores, com os respectivos
     extratos com valores que chocariam o mundo e dariam para pagar a
     dívida interna e externa do Brasil e de todos os demais países da
     América Latina. Obs: Acompanhamos e documentamos com especial
     interesse a evolução da riqueza do Lulinha. O que temos é
     inacreditável até para os filmes de ficção que aqui costumamos fazer
     tão bem.
    3- Possuímos gravações (imagem e vídeo) nos últimos 20 anos, com todos 
    os Ministros, Deputados e Senadores do Brasil confessando abertamente 
    sobre vantagens financeiras auferidas por desvio de dinheiro público. Temos 
    tudo documentado e também onde estão depositados esses valores, 
    os números das contas e os respectivos saldos.
    4-Temos uma filmagem efetuada em alta definição, no AEROLULA, onde 
    o seu padrinho "deita e rola", com uma senhora Assessora em São Paulo 
    cujo nome andou muito nos noticiários e lembra um famoso filme do Polansky... 
    O Bebê de... (não lembro o nome). 
    Como o material  gravado é de extrema gravidade e poderia causar até uma 
    revolução no Brasil sugiro que, no ato da entrega, todas essas provas sejam 
    colocadas no mesmo cofre da Caixa Econômica, aquele que queimou há um 
    tempo atrás, sumindo com um monte de Contratos e que livrou muitos amigos 
    de pagarem os empréstimos bilionários ao Governo... lembra? 
    Foi em Governos anteriores mas é uma boa sugestão...

    Ass: Presidente B. Obama

    *Remetido por Leidy Santos em e-mail via Grupo Resistência Democrática - Yahoogroups.com.br

    Em crise, Comissão da Verdade encerra grupo investigativo.

    A historiadora Heloísa Starling, durante apresentação à Comissão Nacional da Verdade em meio deste ano
    A crise instalada na Comissão Nacional da Verdade levou à interrupção, há mais de quatro meses, de uma equipe de investigação responsável por apurar crimes e omissões das Forças Armadas na ditadura, buscar documentos militares e informações sobre o financiamento da repressão por empresários.
    Formado por historiadores e jornalistas, o grupo era conhecido internamente como "equipe ninja", já que o objetivo era realizar investigações e tomar depoimentos de militares e ex-agentes da repressão sem fazer alarde.
    Os temas são considerados sensíveis por causa da resistência do empresariado e de militares. O trabalho foi desarticulado após a apresentação do relatório do primeiro ano da comissão, em maio.
    O grupo era coordenado pela historiadora Heloísa Starling, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), que ainda hoje assessora a comissão. "O trabalho foi desativado em maio e desde então não foi mais retomado", confirmou Starling.
    A "equipe ninja", formada por 24 pessoas, entre jornalistas e historiadores, gerou desconfianças e provocou discussões entre comissários.
    Segundo Maria Rita Kehl, uma das sete integrantes da Comissão da Verdade, Cláudio Fonteles se demitiu após uma discussão sobre o trabalho dos "ninjas". Procurado, ele disse que não falaria sobre a comissão.
    Internamente, Fonteles e Rosa Cardoso, outra comissária, acusaram Heloísa Starling de mau uso de dinheiro público na condução das investigações. "Houve uma auditoria que não encontrou nenhuma irregularidade, discutimos isso em reunião", afirmou Maria Rita Kehl.
    Oficialmente, a Comissão da Verdade diz que nenhum grupo foi desmobilizado e nega a existência da auditoria. Procurados, Rosa Cardoso e o atual coordenador da comissão, José Carlos Dias, afirmaram não ter informações sobre o assunto.
    Enquanto o grupo funcionou, segundo a Folha apurou, foram recolhidos documentos, que estavam com terceiros e o Estado, avançou-se na investigação sobre o financiamento da repressão e um dos entrevistados, acusado de tortura, admitiu a prática e apontou outros colegas que participaram das sessões.
    O teor do trabalho, que não foi levado adiante, é mantido sob sigilo. Três historiadores -José Murilo de Carvalho, Ângela Castro Gomes e Daniel Aarão Reis- analisaram e aprovaram a pesquisa em parecer, como confirmou Paulo Sérgio Pinheiro.
    Uma pequena parte da pesquisa tornou-se pública no relatório divulgado em maio: a Marinha reiteradamente omitiu, no pós-ditadura, ter informações sobre alguns presos políticos que, nos anos 70, foram declarados mortos pela própria instituição.

    "Há pelo menos outros dois documentos importantíssimos da Marinha que ainda não foram divulgados", informou Maria Rita Kehl.
    Com o trabalho dos "ninjas", esperava-se produzir informações, evitando reciclar fatos já conhecidos do período. A Comissão da Verdade, contudo, diz que esses fatos ainda estão sob investigação.
    *Texto por LUCAS FERRAZ - DE SÃO PAULO - NA FOLHA PODER.

    Custo Brasil.



    Por que no Brasil o seu dinheiro vale menos?

    Infraestrutura precária, alta carga tributária e legislação fiscal ultrapassada tornam a vida no Brasil mais cara do que em muitos países ricos

    Comparado com outros países emergentes, o dinheiro no Brasil vale muito menos. O preço de aparelhos domésticos e carros no Brasil é 50% mais caro do que em outros países. Em itens do dia a dia a diferença é ainda maior.

    A diferença entre o salário da população e o preço pago em produtos e serviços é astronômica. Um Big Mac no Brasil, por exemplo, só é mais barato do que na Suécia, Noruega e Suíça, países muito mais ricos.
    As causas do alto custo de vida no Brasil são muitas, a começar pela alta carga tributária, que representa 36% do PIB. No Brasil, os impostos consomem 58% do salário, uma taxa mais alta do que a de qualquer outro país. Para se ter uma ideia, um brasileiro trabalha, em média, 2.600 horas apenas para pagar impostos. O total é quase dez vezes a média mundial.
    Os produtos de consumo no Brasil têm uma alta carga de impostos, o que faz o preço de um carro fabricado no Brasil ser 45% mais barato no México, por exemplo. As tarifas impostas sobre importados também elevam o preço dos produtos. Um smartphone no Brasil custa 50% a mais do que nos Estados Unidos.
    O Custo Brasil  “estrangula” a competitividade da produção brasileira e eleva o preço dos produtos finais. A infraestrutura precária, a alta carga tributária e a legislação fiscal ultrapassada dificultam a ação de investidores e produtores, que precisam repassar seus gastos ao preço final do produto, tornando-o mais caro do que deveria ser.

    *Remetido por Bereta, por e-mail, via Grupo Resistência Democrática

    sábado, 28 de setembro de 2013

    Um embaixador americano explica porque seu governo espiona Dilma.


                Carlos Alberto Montaner é um jornalista e escritor cubano, autor do clássico e imperdível “Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano”, em parceria com o peruano Alvaro Vargas Llosa e o colombiano Plinio Apuleyo Mendonza.
                Em sua coluna no Miami Herald, ele conta que um antigo embaixador americano lhe confidenciou porque o governo Dilma é espionado pelo governo americano.
                Sua resposta não poderia ser mais franca e direta:
    “Do ponto de vista de Washington, o governo brasileiro não é exatamente amigável. Por definição e história, o Brasil é um país amigo que ficou do nosso lado durante a II Guerra Mundial e na Coréia, mas seu atual governo não é”.
                O embaixador pediu para não ter seu nome revelado, pois isso iria gerar um grande problema para ele. Mas autorizou que o jornalista, de quem é amigo, transcrevesse a conversa, sem citar seu nome. O embaixador conhece mais o nosso governo do que nossa imprensa, pelo visto.
    Diz ele (tradução livre):
    “Tudo que você tem a fazer é ler os registros do Foro de São Paulo e observar a conduta do governo brasileiro. Os amigos de Luis Inácio Lula da Silva, de Dilma Rousseff e do Partido dos Trabalhadores são, em suma, os inimigos dos Estados Unidos: a Venezuela chavezista, antes com (Hugo) Chávez e agora com (Nicolás) Maduro; Cuba dos irmãos Castro, Irã, Bolívia de Evo Morales, Líbia nos tempos de Kadafi; e Síria de Bashar Assad.

                 Em quase todos os conflitos, o governo brasileiro concorda com as linhas políticas da Rússia e da China, em oposição à perspectiva do Departamento de Estado dos EUA e da Casa Branca. Sua família ideológica mais parecida é a dos BRICS, com quem ele tenta conciliar sua política externa.
          A grande nação sul-americana não tem nem manifesta a menor vontade de defender os princípios democráticos que são sistematicamente violados em Cuba e nesses demais países com os quais insiste em procurar se alinhar contra os EUA. Pelo contrário, o ex-presidente Lula da Silva, muitas vezes levou os investidores a ilha-cárcere de Cuba para fortalecer a ditadura dos Castros. O dinheiro investido pelos brasileiros no desenvolvimento do superporto de Mariel, próximo a Havana, é estimado em US $ 1 bilhão.
          A influência cubana no Brasil é secreta, mas muito intensa e promovida pelo PT. José Dirceu, ex-chefe de gabinete e o ministro mais influente de Lula da Silva, tinha sido um agente dos serviços de inteligência cubanos. No seu exílio em Cuba, ele teve o rosto cirurgicamente alterado. Depois voltou para o Brasil com uma nova identidade e funcionou nessa condição até que veio a grande farsa da ‘abertura democrática’. De mãos dadas com Lula, ele colocou o Brasil entre os principais colaboradores com a ditadura cubana. Caiu em desgraça porque ele era corrupto, e não transmitia segurança e apreço pelos seus comparsas, mas nunca recuou um centímetro de suas preferências ideológicas e de sua cumplicidade com Havana.
          Algo semelhante está acontecendo com o professor Marco Aurélio Garcia, o ‘ASPONE’ de sempre da presidência da república e uma das eminências pardas socialistas a governar por trás das canetas estultas dos presidentes petistas. Ele é um contumaz comunista antiamericano, pior do que Dirceu mesmo, porque ele é mais inteligente e teve uma melhor formação. Ele fará tudo o que puder para frustrar qualquer interação política e econômica do Brasil com os Estados Unidos.
         Mas isso não é tudo. Há outras duas questões sobre as quais os Estados Unidos querem ser informados sobre tudo o que acontece no Brasil, pois, de uma forma ou de outra, elas afetam a segurança dos Estados Unidos: a corrupção e as drogas.
         O Brasil é notoriamente um dos países mais corruptos da América latina e talvez do mundo, e suas práticas de governo afetam as leis dos Estados Unidos de duas maneiras: quando os brasileiros se utilizam o sistema financeiro americano e quando eles competem de forma desleal com empresas norte-americanas, recorrendo a subornos, taxas, e subsídios ilegais em face das normas da OIC da ONU.
         A questão das drogas é diferente. A produção de coca boliviana se multiplicou cinco vezes desde que Evo Morales assumiu a presidência, e a saída desse produto é feita pelo Brasil. Quase tudo acaba na Europa, e os nossos aliados nos pedem para obter informações sobre isso. Essa informação, por vezes, está nas mãos de políticos brasileiros”.

    A pergunta final feita por Montaner foi se o governo americano continuaria espionando o brasileiro. A resposta do embaixador não poderia ser mais objetiva: “Claro, é nossa responsabilidade para com a sociedade americana”.
    *Fonte: Jornal “Miami Herald”

    À Beira do Caminho, Gaievski Ameaça fazer Delação Premiada Para Detonar Gleisi Hoffmann e o PT.

    Bomba-relógio – Abandonado pelo PT, à espera de pesadas penas de prisão por crimes de pedofilia, mergulhando em processo depressivo, o ex-assessor especial de Gleisi Hoffmann na Casa Civil, Eduardo Gaievski, está disposto a radicalizar.
    Após a ainda ministra Gleisi declarar que não pretende cumprir a promessa de visitar o ex-assessor na prisão e renegá-lo em público, o que permitiria avançar na negociação de uma assistência jurídica nos padrões Mensalão e Rose Noronha, com combinado, Gaievski acredita não ter mais dívida ou compromisso com o PT e principalmente com Gleisi Hoffmann. 
    Ciente também de que nada mais tem a perder e que dificilmente receberá algum tipo de ajuda por parte do PT ou mesmo de Gleisi, o delinquente sexual já considera a possibilidade de delação premiada, como forma de eventualmente abrandar as penas que certamente o alcançarão, apesar de crimes hediondos, como é o estupro de vulnerável, não prever esse benefício. 
    Prefeito de Realeza, no interior do Paraná, por dois mandatos, Gaievski incluiu no pacote de negociação uma radiografia completa do modo petista de arrecadar fundos nada ortodoxos nas prefeituras comandadas pelo partido. Fora isso, os seis meses em que esteve assessor especial da Casa Civil lhe forneceram munição privilegiada, de alta poder explosivo, capaz de mandar pelos ares boa parte da “companheirada”. Eduardo Gaievski está certo de que tudo p que sabe é de interesse do Ministério Público.
    “Estão fingindo que não me conhecem, estão me tratando como um leproso”, diz Gaievski, cada vez mais revoltado com aqueles que o paparicavam quando era o prefeito de Realeza ou o todo-poderoso assessor especial da Casa Civil que liberava verbas federais para os municípios do Paraná como se nas mãos tivesse uma varinha de condão. 
    Na longa lista de rancores de Gaievski se destacam os nomes do presidente do PT do Paraná, Enio Verri, que foi célere ao suspender o pedófilo dos quadros do partido, sem qualquer chance de defesa. Outro nome que está no poço de mágoas de delinquente sexual é o da deputada petista Luciana Rafagnin, que o assediava para fazer dupla nas eleições de 2014, mas que agora se diz horrorizada com o “companheiro”.
    Por fim, a lista traz o nome de Gleisi Hoffmann, que prometia apoiar o ex-assessor na eleição para deputado estadual no próximo ano, além do compromisso de, em caso de vitória da petista, convidá-lo para ocupar a chefia da Casa Civil do governo paranaense.
    * Ucho.info