quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Presente de natal

http://www.sponholz.arq.br/

Deplorável

O filho do Brasil falou e taxou de deplorável o esquema de Brasília. Que bom saber, presidente, que o senhor deplora a corrupção...nós, povo brasileiro, também deploramos. Deploramos todos os mensaleiros, todos os gastadores do dinheiro público, todos os deputados e senadores que entram em esquemas de propinas....Também deploramos senhor presidente campanhas políticas fora de hora, o uso da maquina pública para promover candidatos da situação, deploramos empresas que fazem negócio com o governo e que financiam filmes épicos para o mesmo...enfim, presidente, de cuecas e meia estamos cheios. Deploramos também, presidente, apagões mal explicados, dossiês que viram bancos de dados...e deploramos principalmente aqueles que não sabem, não veem e nem querem saber.Presidente, o senhor também deplora isso? Perguntar não ofende.
Presidente, o tal esquema em Brasília é sim deplorável. O Arruda vai ter que sair, pedindo será melhor para ele e para o partido dele, mas saira, por bem ou por mal, mas presidente...e os outros? Alguma ideia?Deplorável, presidente, é a cara de pau de alguns.
*Li no blog dois-em-cena

Cadê meu panetone?

No site do Claudio Humberto:
Não há registro de gastos com panetones na prestação de contas da campanha em que José Roberto Arruda (DEM) foi eleito governador do Distrito Federal. Essa foi a primeira versão apresentada por Arruda para o vídeo em que aparece recebendo R$ 50 mil das mãos do ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa, autor da gravação e das denúncias de corrupção que envolveram o governador, integrantes do primeiro escalão e deputados distritais num escândalo de corrupção do DF batizado de mensalinho do DEM. As imagens constam do inquérito da Operação Pandora, deflagrada pela Polícia Federal na última sexta-feira. Para a PF, o dinheiro que Arruda embolsa seria fruto do pagamento de propina em contratos públicos. O governador disse ter usado os recursos para comprar panetones para crianças carentes em 2006. Nas doações de campanha de Arruda no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), contudo, não se encontram despesas com alimentação nesse valor. O total de despesas com comida, numa campanha que gastou cerca de R$ 8 milhões, chegou a R$ 314 mil, segundo apurou a repórter Tainá Falcão para este site. Leia aqui.

Uma alternativa jurídica para afastar Arruda

Enquanto José Roberto Arruda aposta que a encrencada Câmara Distrital jamais reunirá os dois terços de votos necessários à abertura de processo contra o governador, juristas que analisam o propinoduto no Distrito Federal acham que Arruda não deveria estar tão seguro de sua sobrevivência no cargo. Citam decisão do STF, em 2006, sobre escândalo de corrupção em Rondônia.
Naquela ocasião, com base em relatório da ministra Cármen Lúcia, a Corte reiterou decisão do STJ e entendeu que a Assembleia estava por demais envolvida para decidir sobre a prisão de deputados. A licença foi concedida sem consulta à Casa. Por essa tese, o STJ poderia dar sinal verde ao processo -e consequente afastamento- de Arruda.
*Li na Folha de São Paulo

Tomaz Nonô e o "abacaxi"

Segundo reportagem de Odilon Rios, no O GLOBO, o ex-deputado José Thomaz Nonô (DEM), escolhido relator do processo disciplinar contra o governador José Roberto Arruda (DEM-DF), acusado de comandar um esquema de corrupção em seu governo, admitiu nesta quarta-feira que está com um "abacaxi" em suas mãos. O relator indicado inicialmente para conduzir o caso, deputado José Carlos Machado (DEM-SE), recusou a missão menos de uma hora após ser designado.
- Recebi a ligação do Rodrigo (Maia, presidente do DEM) ontem à noite. É um abacaxi - disse Nonô, ao falar do caso, sem entrar em detalhes sobre seu parecer.
O novo relator também reconhece que o escândalo abalou o partido.
- É algo que coloca em xeque o sistema político e afeta politicamente meu partido. Isso não é algo agradável nem frívolo - acrescentou Nonô, que viaja nesta quarta ou quinta-feira a Brasília para ter mais informações do processo.
Ainda, segundo Ilimar Franco, também em O Globo, o governador José Roberto Arruda está com os dias contados no DEM. A esmagadora maioria dos 44 integrantes da executiva o querem fora do partido. O prazo para defesa é mera formalidade. Arruda será despachado no dia 10, se ainda estiver na sigla até lá. O único quadro que o DEM pretende salvar é o vice-governador Paulo Octávio. Acusado de participar do mensalão de Brasília, ninguém no DEM está pedindo sua cabeça e todos fingem ignorar seu eventual envolvimento no escândalo.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Mensalinho do arruda



O réu confesso do DEM

De Ilimar Franco em O Globo:
Na reunião com o DEM, o governador José Arruda relatou aos companheiros de partido que, por milagre, não foi preso em flagrante pela Polícia Federal. Contou que, na conversa monitorada do dia 21 de outubro, Durval Barbosa ofereceu uma pasta executiva para Arruda transportar o dinheiro, que estava marcado. O governador contou que, se tivesse recebido a pasta de dinheiro, teria sido preso. Explicou que foi salvo por causa de problemas técnicos no grampo da PF.
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Comento: O cidadão é réu confesso, existem provas contra ele e não renuncia ao cargo de governador?

Mensalão do DEM: Falta de vergonha suprapartidária


O governador do DEM amplia a bancada suprapartidária da bandidagem com imunidade.

A volta de José Roberto Arruda ao noticiário político-policial era tão previsível quanto a mudança das estações, a descoberta de outra mentira de Dilma Rousseff, a nomeação de mais parentes por José Sarney ou o assassinato do plural num improviso de Lula. Questão de tempo, sabia quem acompanha mesmo de longe a biografia que começou a ficar com cara de prontuário quando Arruda se diplomou no curso de bandidagem com imunidade do professor Joaquim Roriz.

Leia inteiro teor do texto de Augusto Nunes

O efeito eleitoral do desastre de Brasília

O efeito eleitoral de Brasília é zero, no que se refere à disputa nacional pela presidência da República. Em 2006, lá votaram pouco menos de 1 milhão e 400 mil eleitores e Lula tirou uma vantagem de 187 mil votos sobre Geraldo Alckmin. O mais interessante de tudo é que Alckmin perdeu 16 mil votos em relação à sua votação do primeiro turno. E Lula ganhou estes 16 mil votos do "chuchu" e mais 250 mil votos de Cristovam Buarque e Heloísa Helena. José Roberto Arruda, que era o palanque tucano na capital federal, fez quase 100 mil votos a mais do que Alckmin, sendo eleito no primeiro turno. No segundo turno, assim como Serra fez em São Paulo, o demo deixou o tucano a ver navios. Lula ganhou as eleições de 2006 por uma diferença de 20 milhões de votos. O Distrito Federal contribuiu com menos de 1% para esta montanha de votos. O problema de Brasília é exclusivamente do DEM e o que os demais partidos devem evitar é que ele venha explodir no seu colo, pois não vale à pena.
Li no blog Coturno noturno

Mensalão do Arruda: Dinheiro na cueca


Alcyr Collaço seria um dos responsáveis por receber propina para o PPS

BRASÍLIA - O mensalão do DEM, no Distrito Federal, não ficou só nas meias, sacolas e bolsos de paletó. Agora, apareceu o dinheiro na cueca. Um vídeo gravado por Durval Barbosa, o ex-secretário de Relações Institucionais do DF que resolveu implodir o governo do democrata José Roberto Arruda, mostra o empresário Alcyr Collaço, dono de um pequeno jornal em Brasília e apontado no inquérito como emissário do PPS, escondendo maços de notas de R$ 100 na cueca.
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Comento: Ué, será que o irmão do Deputado Genoíno(PT) fez escola?