segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Pergunta infame, resposta hilária

Lula ( foto )feliz com o êxito no Mercosul

Em uma reunião internacional, Lula é indagado por um Jornalista, se o MERCOSUL está dando certo.
Lula, prontamente, com sua já conhecida inteligência, responde:
-“ Claro! Senhor repórter, está dando certo sim, graças a seriedade brasileira, a honestidade paraguaia, o bom humor uruguaio e a humildade argentina!”

Desaba teto da sede da Igreja Renascer


Queda de telhado da Igreja,no Cambuci, em SP, ocorreu neste domingo (18).

Subiu para oito o número de mortos por causa do desabamento do teto da Igreja Cristã Apostólica Renascer em Cristo, no Cambuci, na Zona Sul de São Paulo, ocorrido na noite deste domingo (18). Maria de Lourdes da Silva, de 67 anos, morreu nesta segunda (19) pela manhã, informou a assessoria de imprensa do Hospital das Clínicas. Ela havia sido levada no dia do acidente para o HC. Apresentava ferimentos no abdome, possivelmente por alguma viga que caiu sobre ele.Sete pessoas já haviam morrido no local do acidente.
O Corpo de Bombeiros informou, nesta segunda, que chega a 94 o número de feridos no desabamento.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, há feridos em 15 hospitais e dois pronto-socorros em diversos pontos da capital. Muitos tiveram fraturas múltiplas, inclusive com afundamento de crânio e membros. Nesta madrugada, de acordo com a secretaria, algumas vítimas continuavam internadas em observação e outras tinham sido liberadas.
Segundo autoridades, só será possível descobrir as causas do acidente após a perícia, que começará nesta segunda-feira (19) com funcionários da Secretaria de Habitação e da Polícia Civil.

"Marolinha" chega a China

Lucro líquido da principal empresa de energia elétrica da China caíram 80% em 2008
PEQUIM - A maior empresa de energia elétrica chinesa, a State Grid Corp. of China (SGCC), registrou uma queda de 80% em seu lucro líquido no ano passado, devido aos desastres naturais e a alta dos preços de energia.
Segundo balanço da empresa, divulgado nesta segunda-feira pela agência de notícias oficial Xinhua, o lucro líquido da SGCC foi, no ano passado, de 9,660 bilhões de iuanes (US$ 1,4 bilhão ou 1,052 bilhão), quase cinco vezes menos que os registrados em 2007. No entanto, os ingressos aumentaram 13,8% em relação ao exercício anterior, atingindo 1,15 bilhão de iuanes (US$ 170 bilhões), segundo o boletim da empresa estatal.
A distribuidora de energia sofreu perdas econômicas diretas de 22 bilhões de iuanes (US$ 3,2 bilhões) devido ao rigor do inverno passado, com as temperaturas mais baixas em 50 anos, e ao terremoto em Xichuan, em 12 de maio. O custo da produção subiu, no ano passado, nas usinas geradoras chinesas, mas o preço ao consumidor se manteve baixo para evitar um impacto na inflação.
SGCC anunciou um investimento de 83 bilhões de iuanes (US$ 12 bilhões) em linhas de ultra-alta voltagem (UHV) em 2009 e 2010 para tornar mais eficaz a transmissão a longa distância.
As previsões oficiais indicaram que a demanda de eletricidade da China e sua capacidade de geração irão duplicar, em 2020, chegando a 7,4 bilhões de kilowatts/hora e a 1,470 bilhão de kilowatts/hora, respectivamente.
A China, terceira economia mundial e o país emergente que cresce a um ritmo mais acelerado, sofre uma escassez de energia para alimentar sua economia.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Assembléia Legislativa de Alagoas, extrapola os limites da responsabilidade fiscal

ALE gasta R$ 92 milhões com a folha de pessoal.O valor representa R$ 35 milhões a mais que os R$ 57 milhões permitidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal
A cada apresentação de suas contas a Assembléia Legislativa de Alagoas revela-se um dos grandes sumidouros de recursos públicos, num estado de dois milhões de miseráveis. É o que atestam as contas do Poder, que em 2008 gastou R$ 35 milhões a mais com pagamento de "pessoal", ferindo a Lei de Responsabilidade Fiscal. Pela lei, o Legislativo Estadual deveria gastar R$ 57 milhões com a rubrica pessoal, mas a Assembléia fechou o ano com gastos de R$ 92 milhões. Na despesa com custeio da máquina os deputados gastaram R$ 18,4 milhões e mais R$ 3 milhões com investimento. No total, a ALE gastou R$ 112,5 milhões no exercício passado.
Esses gastos exagerados com pessoal e custeio da máquina são na verdade despesas irreais contabilizadas para justificar o milionário duodécimo de R$ 112,5 milhões por ano. Por lei, o Legislativo Estadual só tem direito a um duodécimo real de R$ 75 milhões, mas o governo - refém da Assembléia - mantém o repasse de R$ 112,5 milhões. É essa dinheirama que garante o enriquecimento ilícito dos deputados e agregados, além de financiar o crime de pistolagem.
Leia mais em:http://www.extralagoas.com.br/

Governo Federal em obras


Charge publicada no Jornal Correio Popular:http://www.cpopular.com.br/

Crise levou montadoras a demitir 35 mil


As dez maiores fabricantes de carros do mundo anunciaram até agora pouco mais de 35 mil cortes de empregos em todo o mundo. Os maiores afetados são os trabalhadores temporários, mas muitas fábricas também implantaram o programa de demissão voluntária, férias coletivas ou diminuição da carga horária.

No entanto, o número total de pessoas que perderam o emprego por causa da crise no setor pode ser até três vezes maior, segundo sindicalistas.Isto porque muitas pequenas fábricas, fornecedoras de peças para as grandes montadoras, fecharam as portas ou reduziram drasticamente o número de funcionários.
Os prejuízos no setor ultrapassam os US$ 30 bilhões.Mas apesar da demissão em massa e das perdas, as grandes montadoras devem começar a se recuperar ainda em 2009, na opinião de analistas ouvidos pela BBC Brasil.
Apesar dos dados negativos, os analistas de mercado prevêem que a situação deve melhorar neste ano para os fabricantes de veículos.
"O ano de 2009 deve ser pobre para as montadoras, mas o pior dessa queda desenfreada já passou", opina Edward J. Lincoln, diretor do Centro de Estudos Econômicos Japão-Estados Unidos e professor da Universidade de Nova York.
"A idade média dos carros que rodam nas ruas atualmente será o principal fator para que as pessoas troquem de veículo", acredita.
O final de 2008 foi marcado pelo auge da crise no setor automobilístico.A queda nas vendas atingiu os fabricantes do mundo todo e deve continuar ainda neste começo de ano.
Somente no Japão, a expectativa é de que em 2009 o país tenha o pior índice de vendas de veículos em 31 anos, segundo levantamento da Associação de Fabricantes de Automóveis do Japão (Jama, na sigla em inglês).
Para conter um possível colapso geral, as indústrias foram atrás de ajuda estatal. A alemã Opel, braço europeu da GM, foi a primeira montadora da Europa a pedir socorro. Depois foi a vez da Volkswagen.
O maior medo dos governos é a falência de uma das gigantes do setor. Pelas contas de especialistas, a quebra de uma das fabricantes vai afetar uma cadeia enorme de fornecedores e negócios, gerando um problema social.
Para Gary Burtless, Toyota, Honda, Nissan, Peugeot, Mercedes e BMW, apesar da queda nas vendas, ainda parecem estar melhores financeiramente do que as rivais norte-americanas."A grande diferença é que as montadoras de Detroit sobreviveram até agora graças ao mercado interno, enquanto as outras buscaram outros espaços para colocar seus produtos", explica.
Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/

Lula lá, Lula cá...


Eliane Cantanhêde:

No Brasil, Lula anuncia que retirou o aval à emenda que acaba com a reeleição, deixando a impressão de que desistiu definitivamente do terceiro mandato e a avaliação óbvia de que o alvo é o PSDB, onde a emenda acomoda os interesses de Serra e de Aécio.
Lá na Venezuela, o papo é outro.
Ao fazer campanha aberta a favor dos mandatos múltiplos para Chávez, a um mês do plebiscito sobre a questão, Lula defendeu a tese de "três, quatro reeleições", como nos parlamentaristas Espanha, Alemanha e Reino Unido.
Apesar de insistir que não vai cair na tentação, Lula usou uma argumentação enviesada. Vejamos.
Alegou que é a favor da reeleição infinita de Chávez e não da própria, pela idade: "O Chávez é novo ainda, aguenta um novo mandato. Agora eu já tô velho, vou me retirar". Como comparação: Lula tem 62 anos, Dilma, 61, e Serra, 66. Quem é "velho" para mais um mandato?
Outra argumentação: "Na hora que você tiver instituições consolidadas e tiver a liberdade política que o povo quiser, isso [reeleições sucessivas] vai acontecer". Como comparação: será que as instituições brasileiras estão menos consolidadas do que as da Venezuela? E o povo brasileiro tem menos liberdade política para decidir?
Lula, pois, continua brincando de gato e rato com a re-reeleição. Diz que não quer, mas deixa o PT tocar adiante no Congresso. Tira a emenda que possibilitaria a mudança, mas faz uma defesa pública em solo estrangeiro. Argumenta contra, recorrendo a argumentos a favor.
É assim que ele vai brincando, brincando... e sentindo a reação. Se realmente cumprir a palavra, vai de Dilma e esfrega na cara de adversários e de colunistas: "Viu, não disse?".

Leia mais em: O Estado de São Paulo

E se... Obama fosse brasileiro


Isolda Herculano

Estive pensando aqui comigo: se acaso Barack Hussein Obama tivesse nascido no Brasil, sua possível condição de negro à frente da presidência da República poderia ser amplamente contestada. Primeiro porque o garoto Obama, filho de mãe branca, teria a opção de se autodenominar entre as subdivisões raciais brasileiras: mulato, pardo, mestiço etc. Explico melhor, para não parecer racista.
Um dos grandes defeitos do povo brasileiro é o medo da própria negritude. E não que seja infundada a razão para o tanto temor: ser negro no nosso país é enfrentar o preconceito a uma distância bem mais curta do que julgamos que ela possa chegar. Já escutei (no ônibus, pra variar) um menino negro dizer “eu sou o mais branco lá de casa”, como se aquilo lhe rendesse um status inalcançável pelos irmãos de sangue e raça. As variações “negão” e “neguinho”, usualmente, também aludem à intensidade da cor da pele – para que se perpetue a diferença entre ser mais e menos negro.
Nos Estados Unidos não há esse tipo de diferenciação: negros são negros, jamais mulatos (palavra derivada de “mula”, inclusive). É claro que o preconceito por lá também existe, e explícito quando bairros inteiros são reservados à raça negra e aos latino-americanos, para dar dois exemplos bem comuns. Já no Brasil, a ascensão social é capaz de embranquecer a descendência negra de qualquer um; alguns negros se casam com brancas (geralmente louras) para dar início ao processo de clareamento da própria família; e além disso tudo, o Censo 2004, mostrou uma realidade de 93 milhões de brasileiros se considerando brancos, enquanto apenas 11 milhões se diziam negros. Uma ilusão de pernas curtíssimas.
Como se pode perceber, um Obama nascido no Brasil teria todas as chances de ser descaracterizado da raça negra sob a égide do cidadão pardo ou coisa que o valha. A não ser que precisasse entrar na universidade usando o discutível sistema de cotas. Mas aí já é outra história.

Isolda Herculano, 24 anos, é jornalista baiana radicada em Maceió. Escreve desde sempre, mas foi quando conheceu os blogs, em 2004, que pôde se aventurar pelo mundo das crônicas, sob a influência direta dos Rubens - Braga e Fonseca. Ela tem dois blogs: www.malajornalistica.blogger.com.br e www.isolda.blogger.com.br

O que Watson disse.


Luis Fernando Veríssimo

A primeira conversa telefônica foi entre Alexander Graham Bell e seu assistente Thomas Watson. Em Filadélfia. 1876. Bell fazia uma demonstração do telefone recém-inventado para diversos convidados, inclusive Dom Pedro II, imperador do Brasil. Watson estava numa sala ao lado. Bell o chamou:
- Watson, venha cá.
Nada aconteceu. Bell falou mais alto:
- Watson, venha cá imediatamente!
Silêncio. Bell gritou:
- Watson, eu preciso de você!
Nada. E então Bell disse aos convidados, sorrindo, “Agora vamos tentar com a minha invenção”, pegou o telefone, discou 1 e, quando atenderam do outro lado, falou com sua voz normal:
- Sr.Watson, venha até aqui. Eu preciso do senhor.
Esta é uma versão algo fantasiosa do que aconteceu. Mas o que realmente ninguém ficou sabendo, pois ninguém ouviu, foi como Watson atendeu o primeiro telefonema na outra sala.
Ele pode ter sido apenas solícito:
- Sim senhor.
Pode ter sido distraído:
- Quem está falando, por favor?
Pode ter sido brincalhão:
- Desculpe, o sr. Watson está em reunião.
Ou pode ter sido vidente e filosófico e dito:
- Já vou, Mr. Bell. Mas o senhor tem consciência do que acaba de inventar? Já se deu conta do que começou? Está certo, isto vai facilitar a comunicação entre as pessoas. Vai ser ótimo para chamar a ambulância ou os bombeiros, marcar encontros, avisar que vai-se chegar tarde, avisar que a tia Djalmira morreu, namorar, ligar para o açougueiro e fazer “muuuu”, pedir pizza, tudo isto. Mas o senhor também acaba de inventar o despertador, a ligação no meio da noite que quase mata do coração, o engano, a pesquisa telefônica... E o celular, Mr. Bell. O senhor não sabe, mas acaba de inventar o celular. Vai demorar um pouco, mas um dia esta sua caixa vai caber na palma da mão e vai ter câmera fotográfica, calculadora, TV, raio X, bote salva-vidas inflável, e vai acabar com a vida privada como nós a conhecemos, Mr.Bell. As pessoas vão andar na rua espalhando suas intimidades e não teremos como nos proteger. Ficaremos sabendo de tudo sobre todos, inclusive os detalhes da doença da tia Djalmira, e...
- Sr. Watson...
- Já estou indo, já estou indo.

Não sou feliz mas tenho marido

Ontem fui ao teatro Gustavo Leite, assistir uma peça mais que engraçada, quase uma crônica do cotidiano matrimonial:" Não sou feliz mas tenho marido".
Baseada no livro da escritora argentina Viviana Gomez Thorpe, a peça teve um sucesso impressionante.
Levada ao palco na forma de monólogo, com interpretação impecável de Zezé Polessa, a peça nos traz, além da brilhante interpretação, um texto bem adaptado, com o cuidado de nos remeter à “realidade casual” de cada local onde se desenrola a apresentação.
Começamos bem o ano. Sue Chamusca, trouxe-nos a alegria de Zezé Polessa e esperamos que venham mais peças, cada vez mais alegres, neste ano, para podermos rir, desopilar, num período que, economicamente, os “especialistas” apontam como dos mais difíceis.