sábado, 30 de março de 2013

Os gazeteiros do Congresso.

Foto: Agência Brasil/PSD
Com patrimônio declarado de R$ 240 milhões, o deputado João Lyra (PTB-AL) começou a legislatura como o parlamentar mais rico do Congresso, segundo declaração apresentada à Justiça eleitoral. Mas o usineiro alagoano terminou o seu segundo ano de mandato como um homem de negócios à beira da falência e o deputado mais ausente da Casa. João Lyra compareceu a apenas 29 (32%) das 91 sessões destinadas a votação em 2012.
No Senado, ninguém faltou mais que Jader Barbalho (PMDB-PA). O senador que só tomou posse em dezembro de 2011, após ser beneficiado com o adiamento da vigência da Lei da Ficha Limpa para as eleições de 2012, registrou presença em somente 69 (55%) das 126 sessões destinadas a votação ao longo de todo o ano. Os dados são de levantamento da Revista Congresso em Foco.

Ataque de marimbondos.


Por causa de um celular...


Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela atriz Ana Furtado

sexta-feira, 29 de março de 2013

Privataria petista.

PRIVATARIA PETISTA - Documentos da Petrobras revelam os bastidores da venda de patrimônio no exterior – como a sociedade secreta na Argentina com um amigo da presidente Cristina Kirchner.
*Leia toda a matéria na 
Revista Época

Quando o povo brasileiro tinha vergonha.


Negro, pobre e gay...

...Se bem entendi, foram estas as palavras do boi tangido que foi preso na manifestação contra o deputado Marcos Feliciano.
Bem, após as leis das cotas, eu já nem sei direito quem é negro ou não, pobre e gay vá lá.
Mas o cidadão de estereótipo PTralha chamou o deputado de racista e conseguiu o que queria, tumultuar a sessão, ser preso e acusar a polícia legislativa de truculência.
Todo esse movimento contra Feliciano é jogo de cartas marcadas, estão usando o politicamente correto para abafar tumultuar e manter espaço na imprensa diariamente.Se o Feliciano sair é a mostra de que a democracia já era, pois uma minoria de 200 ou 300, se tanto, conseguiram calar os votos de mais de 200 mil que elegeram o polêmico deputado.
E os PTralhas sempre disseram que quando Genoíno foi eleito era a vontade soberana do povo, e por enquanto a soberania do povo está ganhando de goleada contra os manifestantes.
O duro mesmo foi ver uma parte dos artistas...os mesmos de sempre, fazendo coro aos bovinamente tangidos contrários ao Feliciano.
Mas, os artistas se preocupam tanto com o país e não dão um pio contra os bandidos que estão na CCJ e continuam deputados?
Eita país de hipócritas!!!

FORÇA FELICIANO!!!Sua manutenção nos direitos dusmanus é o contra ponto ao bandoleiramente corretos que usam os idiotas para desviarem as atenções.
Ahhh na minha visão, o manifestante preso deveria responder processo por falsidade ideológica. Pobre e gay...até pode ser mas, negro?

O dilmês não é português.

Dilma inflacao - Genildo 299313
Charge de Genildo para Charge Online
 
Explicando o "dilmês"
 
Fez bem a presidente Dilma Rousseff em explicar sua fala sobre discordar de “políticas de combate à inflação que olhem a questão da redução do crescimento econômico”, pois o “dilmês” quase sempre mais confunde do que esclarece. Reafirmar, em nota, que “o combate à inflação é um valor em si mesmo e permanente” do seu governo sinaliza ao mercado financeiro internacional a intenção de manter a inflação sob controle, o que não descarta o aumento da taxa de juros, justamente o contrário da expectativa que a primeira fala da presidente gerou no mercado.
 
As taxas de juros tiveram a queda acentuada no mercado futuro, na crença de que a presidente havia, talvez por ato falho, explicitado uma política que parece clara a todos: um pouco mais de inflação não faz mal, desde que haja crescimento. A acusação de que sua fala fora “manipulada” pela imprensa repete mais do mesmo, ou seja, culpar o mensageiro pela mensagem que repercutiu mal no mercado internacional.
 
Os jornais mais importantes do mundo, como o The New York Times e o Financial Time vêm publicando nos últimos dias diversas reportagens sobre as dificuldades da economia brasileira, focando especialmente a alta da inflação e a crise da Petrobrás, um ícone da pujança da economia brasileira especialmente depois da descoberta do pré-sal. Os problemas da estatal brasileira são tidos pelo mercado financeiro como exemplares das dificuldades por que passa a nossa economia.
 
Há a sensação generalizada de que o país vive um ambiente crescentemente complexo de inflação alta e reprimida, com uma economia que ainda dá sinais tênues de recuperação, conforme a definição de um relatório de fundo de investimentos estrangeiro. O problema criado pela fala da presidente, que depois precisou ser retificada no seu sentido, é que o mercado financeiro está se convencendo de que o Banco Central não tem autonomia para aumentar a taxa de juros para combater a inflação.
 
Os números indicam que a taxa de inflação está sendo segura pelo controle dos preços administrados pelo governo, que estariam com uma inflação de 1,6% devido à ação de retardar aumentos da gasolina ou de transporte público. Se os preços administrados estivessem com uma inflação dentro da meta de 4,5%, a inflação anual já estaria na faixa de 7.15%, que seria, segundo alguns analistas, um índice mais próximo da realidade atual.
A antecipação da campanha eleitoral para Presidente também chamou a atenção dos analistas, que consideram que a presidente Dilma deixará para depois da sua provável reeleição uma ação mais forte de combate à inflação, o que faria com que este ano e o da eleição, em 2014, tivessem maiores riscos de perda do controle da inflação devido a medidas populistas que serão tomadas no período. Afinal, como a própria Dilma já disse, faz-se “o diabo” para vencer uma eleição.
 
Foi necessário ontem que o presidente do Banco Central Alexandre Tombini viesse a público assumir uma postura até mesmo de enfrentamento do Ministério da Fazenda – coisa que não é de seu estilo – para garantir que o BC tem ampla autoridade para agir em caso de necessidade. Há no mercado financeiro a desconfiança de que o Banco Central apenas ganha tempo com declarações como as do último boletim oficial, dando a sensação de que pode aumentar os juros brevemente, para permitir que o governo mantenha uma política econômica mais solta de amarras para aumentar a taxa de crescimento do PIB neste terceiro ano de governo Dilma.
O fato é que declaração que precisa ser explicada por uma nota oficial não ajuda o ambiente econômico, que necessita investimentos pesados para voltar a crescer.
 
*Por Merval Pereira,  colunista de O GLOBO e comentarista da CBN e da Globo News. É membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Filosofia. Em 2009, recebeu o prêmio Maria Moors Cabot da Universidade de Columbia de excelência jornalística, a mais importante premiação internacional. Também é membro do Board of Visitors da John S. Knight Fellowships da Universidade Stanford no Blog de O Globo.

Hipocrisia bolivariana.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Porque Serra perde eleições.

Serra cutuca Aécio e elogia socialista Eduardo Campos: "Candidatura de Campos é boa para o Brasil"

Um dos principais nomes do PSDB, o ex-governador José Serra disse ontem à Folha que a candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), à Presidência da República nas eleições de 2014 seria "boa para o Brasil e boa para a política".
Serra, que tem evitado discutir em público o cenário político nacional e concorreu duas vezes ao Planalto por seu partido, deu a declaração ao confirmar que se reuniu com Campos na última sexta-feira, em sua casa, na capital paulista. O encontro foi revelado pela colunista da Folha Eliane Cantanhêde.(Folha)
COMENTO: Sempre dei meu apoio e capacidade de trabalho em favor de José Serra quando este foi indicado candidato pelo PSDB, mas ele jamais, na minha opinião, demostrou ter garra nos embates eleitorais. Seu tom lerdo, seus argumentos sempre pífios e sua falta de "jogo de cintura", na realidade, escondia  uma dificuldade de agrupar, de convergir.
Sempre o achei frio, negligente, demonstrando inapetência diante de opositores famintos de poder.
Serra me parece lerdo nas campanhas políticas. Parece que sempre viveu à sombra do partido que lhe foi útil enquanto suportou sua morbidez.
Hoje, diante da possível candidatura de Aécio ( outro que não confio no taco ), passa a fazer declarações, no mínimo, embaraçosas para o partido que ainda está filiado.
O problema da candidatura de Eduardo Campos não pertence ao PSDB mas ao PT. Eles são aliados e se entendam ou não!
Para um bom político não basta ter carisma e capacidade de conquistar votos, é preciso que também tenha noção de grupo e valorize a questão partidária.
Serra, no momento, não demonstra dispor de nenhuma dessas aptidões.