segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Fim de linha.



Por  Ucho.info

Não faz muito tempo, logo no começo do período eleitoral, o abusado Luiz Inácio da Silva disse que, se preciso fosse, morderia a canela dos adversários para fazer do “lulodependente” Fernando Haddad o próximo prefeito da capital paulista.

É óbvio que Lula não chegará às vais de fato, mas no sentido figurado esse ataque ganhou força nos últimos dias. 

No último sábado (29), durante comício na Zona Lesta da cidade de São Paulo, Lula, ao lado de um inerte Haddad, disse que o tucano José Serra deveria se aposentar e não concorrer à prefeitura paulistana.

“Serra está usando São Paulo como cabide de emprego. Ele devia requerer a aposentadoria, não a Prefeitura”. 

Responsável pelo período mais corrupto da história nacional, Lula não tem moral para atacar qualquer um, sob pena de aumentar ainda mais o descrédito que ora o emoldura. Apenas a sua claque, sempre disposta a ser enganada, é capaz de acreditar em palavras tão falaciosas. 

Lula apela à ousadia ao falar em “cabide emprego”, pois é sabido que o governo do PT aparelhou a máquina federal de forma escandalosa, a ponto de um candidato oposicionista, se eleito presidente, precisar de pelo menos dois anos para promover uma assepsia e mandar de volta para casa a horda de apaniguados do PT palaciano. 

Mas a insensatez de Lula, que sempre aflora de forma violenta no período eleitoral, foi maior na última sexta-feira (28), quando o ex-metalúrgico esteve em Campinas, no interior de São Paulo, para reforçar a campanha do companheiro Mário Pochmann, candidato do PT à prefeitura local.

Sobre um carro de som que foi transformado em palanque, Lula voltou a atacar o PSDB e disparou: “Essa cidade que sempre votou contra tucano, sabe que tucano é um bicho político predador”. 
Como sempre destaca o ucho.info, política não é uma reunião de inocentes e bondosos monges tibetanos, mas se predadores implacáveis existem nesse meio, o topo da cadeia é dominado por petista. 

O abuso de Lula é tamanho, que tal declaração se deu no vácuo do julgamento do Mensalão do PT (Ação Penal 470), cujas condenações já começam a preocupar os réus e a movimentar o mundo jurídico. 

Ou seja, o Supremo Tribunal Federal tem provado seguidas vezes que o PT é o mais predador dos animais políticos do País, pois desviou dinheiro público para financiar o maior escândalo de corrupção que se tem notícia no Brasil. 

Entre o teatro que Lula faz sobre os palanques, diante de câmeras e microfones, e a realidade que tem vivido na intimidade há uma enorme e conceitual distância.

De acordo com o que apurou o ucho.info, o ex-presidente, quando está entre familiares e poucos amigos, tem se queixado, com o direito a choramingo, do caminho pelo qual enveredou o julgamento no Supremo. 

Até a primeira condenação ser confirmada. Lula ainda acreditava que a quadrilha do mensalão poderia sair ilesa. 

Se ele próprio não se cuidar, evitando declarações desconexas com a realidade, poderá acabar no banco dos réus, pois por dever de ofício o Ministério Público Federal investigará as denúncias feitas por Marcos Valério. 

Collor enfraquece em relação a eleição de Maceió.



Eleições: disputa em Maceió ameaça planos de Collor

Foto: Reprodução
O fenômeno Rui é curioso porque ele não herdou a rejeição do Governador
Vilela, seu principal apoiador. Já o prefeito Cícero Almeida, que terminou o 
mandato com 70% de popularidade, não tem conseguido transferir votos para 
o afilhado Lessa.
O ex-presidente Fernando Collor, na ânsia de garantir apoio à sua recondução ao Senado em 2014, voltou a se associar a velhos aliados da República de Alagoas, como o senador Renan Calheiros (PMDB), o deputado usineiro João Lyra (PTB) e o prefeito de Maceió, Cícero Almeida (PSD), tentando emplacar o ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) - um ex-adversário de Collor - na prefeitura da capital alagoana. 
Collor, no entanto, não contava com as mais recentes pesquisas de intenção de voto que indicam que o eleitor está dizendo não à aliança "collorida" e atrapalhando, ou enfraquecendo, o futuro político do ex-presidente e seus aliados na empreitada.
Em situação semelhante está o prefeito Cicero Almeida que apostou todo seu prestígio em um candidato que jamais lhe foi cordato.
O candidato, ora preferido nas pesquisas, é um jovem Deputado Federal que optou por fazer uma campanha sem agressões e com propostas concretas.
A união dos caciques Collor, Renan, João Lira e Cicero Almeida, tendo bastante suporte financeiro, em diversos órgãos de imprensa ( Emissora de rádio, Televisão e Jornais ) e na "máquina" da Prefeitura de Maceió, não conseguiram convencer a maioria da população a votar em seu candidato.
Ricos e bem sucedidos, os membros do grupo optou por apoiar um candidato ( Lessa ) que além da antipatia e empáfia, responde a dezenas de Processos na Justiça ( inclusive por improbidade administrativa ) já tendo, inclusive, sido condenado em alguns deles.
Collor não tem saída. Ou se descola da imagem do candidato, que outrora o chamava de desonesto, ou terá um desgaste político irrecuperável a curto prazo, o mesmo ocorrendo com Renan Calheiros que já não acompanha ou comparece aos eventos de campanha. 

O cinismo de um apedeuta.


Numa performance digna dos menores , daqueles que se apequenam a cada dia, o ex-presidente Luiz da Silva participou do comício do seu mais novo poste Haddad, em São Paulo, disse que José Serra deveria se aposentar e não se candidatar à Prefeitura de São Paulo.
O ex-presidente sabe que é ele, canceroso e com uma imagem em farrapos, e já rico, riqueza esta conquistada na política, que deveria pleitear aposentadoria.
Luiz da Silva jamais conheceu o que é respeito e consideração por adversários ou correligionários, a exemplo de inúmeros políticos que por não poder exercer com independência, decência e dignidade seus mandatos, tiveram que se afastar do PT por vontade do cínico que ousa, ainda hoje, fazer a mesma política retrógrada, eivada de mentiras e caracterizada pela "distribuição" gratuita e sórdida de injúrias, calúnias e difamação.É um cínico e mentiroso contumaz. Um ser doentio, asqueroso que deve, ele sim, se aposentar da política nacional. para que ela fique mais limpa e honesta.

domingo, 30 de setembro de 2012

A hora do desespero.

Luiz da Silva em foto da internet, via google images
O que eu tenho recebido de crítica dos vermelhos que só não me chamam de lindo, é uma coisa horrenda. Ninguém da esquerda aprendeu que o contraditório pode ser exercido com educação e respeito, e sem usar a mentira como respaldo.
Mas a verdade, queiram os lulopetistas, ou não, é que Luiz Inácio não se conforma com a atual conjuntura. Depois de ter emplacado um "poste" na Presidência da República, a custo de muitas infrações à Legislação Eleitoral e muito gasto público para enganar os pobres com "sua" bolsa família e "embolsar" a imprensa pelos louvores mil à sua preposta, o apedeuta achava que "emplacaria" qualquer "coisa", em qualquer canto.
Ledo engano. 
O apedeuta, ex-presidente e ex "pseudo deus dos pobres e desvalidos", agoniza em sua "influência cega", porquanto ignorou que o povo não se engana por todo tempo.
A exemplo do engodo de Collor com seus "descamisados", Luiz Inácio cansou o eleitorado com seu discurso de que "nuncaantesnessepaiz" se tivera feito algo em favor dos menos validos.
É preciso ser muito imbecil para aguentar o mesmo discurso pseudo-ético por todo tempo, principalmente quando se descobre, enfim, que tudo não passara de uma grande mentira, haja visto todas as provas contidas no processo do "mensalão".
Lula, antes um simples operário e depois líder sindical, passou a ser um líder político e, pouco tempo depois, um rico ex presidente da República.
O único homem, em todo mundo, a receber 500 mil dólares por uma "palestra" de uma hora em Seul, na Coréia do Sul, isto sem falar nas demais "palestras" proferidas ( oops, gostei do ..feridas) pelo país.
Se isto não for lavagem de dinheiro é, sem dúvida, uma dádiva. Lula é sem dúvida, o melhor palestrante do mundo, isto sem falar em seus neologismos maravilhosos e os de "menas" importância, como ele mesmo fala.
Hoje Luiz Inácio se desespera ao ver que seu candidato "pessoal" em Recife, agonizar em um terceiro lugar nas pesquisas, apesar de toda a "consideração" que os Institutos de Pesquisa tem pelo PT.
Em São Paulo, os Institutos "sofrem" para colocar Haddad ( outro poste de Lula ) no terceiro lugar, apesar da famosa "fadiga" do PSDB, conforme palavras de FHC, este último talvez, desencantado com sua trupe astênica e demasiadamente polida.
O PT agoniza. E não agoniza à toa. O PT errou pela mentira e pela ganância, quando, trocando o discurso ético pela realidade de suas verdadeiras e nefastas intenções, querendo aparelhar o Estado e estabelecer a "ditadura da estrela vermelha", preferiu comprar aliados do que partilhar o poder.
Lula errou quando se achou o máximo, a "bala", o todo poderoso. Nenhum poder perdura na mentira, por todo tempo, embora a mentira lulopetista ainda sobreviva para alguns imbecís políticos do país.
Os idiotas que vendo estes mensaleiros e petistas sujos, outrora pseudoéticos, nadarem no dinheiro e no poder, e ainda culpam uma elite que não existe e jamais existiu em relação ao antagonismo aos seus propósitos já que ninguém imaginaria que colocando o PT no poder estava colocando um país próspero nas mãos sujas e sob mentes doentias.

Adeus ao mito.



O tempo costuma ser o maior aliado da verdade, o que dá esperança aos defensores da decência

 
Adeus, mito Lula.

Já vai tarde!


Fidel Castro, repetindo o também tirano Adolf Hitler, disse certa vez que a História iria absolvê-lo. Winston Churchill, por sua vez, teria dito que a História seria boa com ele, afinal, ele mesmo pretendia escrevê-la. 

Os vencedores dominam a prensa, principalmente em países sem ampla cultura de liberdade, como Cuba. 

Mas, na Inglaterra, há liberdade, e se a História foi mesmo favorável a Churchill, isso se deve aos seus acertos maiores que erros, e não ao seu poder de influência sobre a imprensa e o pensamento.

Já Fidel certamente não será absolvido pela História, a despeito da ditadura e da máquina de propaganda que montou em sua ilha particular. 

Em outras palavras, o tempo costuma ser o maior aliado da verdade, o que dá esperança aos defensores da decência. 

Nem sempre ela vem à luz.

Mas quando há alguma liberdade de pensamento e de imprensa, cedo ou tarde os fatos emergem do pântano da ignorância, espalhando seu odor antes disfarçado.

É possível enganar algumas pessoas por muito tempo, mas é difícil enganar todos, o tempo todo. 

Disse isso tudo para chegar ao Nosso Guia. 

O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva parecia acreditar na possibilidade de ser absolvido pela História. 

Na verdade, vaidoso que só ele, Lula certamente tinha a esperança de ser reverenciado pela História.

O tempo mostraria que o Mensalão não passara de uma armação de golpistas da elite para manchar a honra deste grande estadista do povo. 

Não tão rápido... 


Aos poucos o Brasil vai mudando, e o mito Lula vai sendo desconstruído.

O julgamento da História, quando passar o burburinho do momento, será duro com o líder do PT. 

Afinal de contas, ao contrário da propaganda dos “intelectuais” durante décadas, a verdade é que não há nada de louvável em sua trajetória.

Desde os tempos de sindicalista até a posição de ex-presidente, Lula tem sido uma pessoa que merece raríssimos elogios, e infindáveis críticas. 

Rótulos como “egocêntrico”, “megalomaníaco”, “mitomaníaco”, “imoral” e “inescrupuloso” combinam infinitamente mais com sua pessoa do que os adjetivos criados pelos “intelectuais” bajuladores do “homem do povo”. 

Lula sempre fez tudo em causa própria, sempre demonstrou uma sede incrível pelo poder, e se mostrou disposto a quase tudo em nome deste objetivo. 

Com o tempo, isso tudo ficará mais claro para as pessoas. 

O “legado” sócio-econômico, um dos poucos pilares que seus acólitos usam para sustentar a imagem do mito, também será desfeito com o passar do tempo.

Ficará evidente para muitos que tudo não passou de uma enorme onda de fora, mais especificamente da China, que inflou as economias dos países emergentes ricos em recursos naturais como o Brasil.

Tudo isso com o auxílio das turbinas monetárias dos bancos centrais de países desenvolvidos. 

Até mesmo uma das poucas áreas que muitos ainda concedem o epíteto de “gênio” ao Lula será revisada em breve. 

Lula não é um “gênio” da política. 
Sim, ele tem algum carisma, em parte porque o povão se identifica com seu jeito. 

Sim, ele tem alguma habilidade na comunicação com as massas, abusando de retórica sensacionalista e demagógica. 

Por esta ótica, ele seria quase tão “gênio” quanto Hitler ou Mussolini, nada que uma pessoa minimamente íntegra poderia se orgulhar. 
Mas nem mesmo isso é tão verdadeiro assim. 

As pessoas se esquecem de que Lula perdeu três eleições seguidas para presidente! 

Que grande comunicador invencível é esse?

Depois ele conseguiu eleger seu “poste”, mas, novamente, isso se deve bem mais ao crescimento chinês e às peripécias de Bernanke do que ao seu talento para transferir votos. 

Lula contou mais com a sorte do cenário externo do que qualquer coisa. 

Isso começa a ficar claro agora nas eleições municipais, durante o julgamento do Mensalão, em que Lula não chega a ser um grande puxador de votos para prefeitos.

Alguns já ensaiam até um afastamento gradual da figura do todo-poderoso, enquanto o próprio aproveita para se aproximar de Paulo Maluf. 
O “gênio” da política, ao que parece, não passa de um analista cego que ignora as mudanças no país e a crescente demanda por mais ética por parte da classe média.

Não há muito espaço para o fisiologismo escancarado de Lula nessa configuração. 

Posso estar sendo otimista demais, esperançoso ao extremo. 

Reconheço. 

Pode ter muito de desejo em minha análise.

Mas acredito, realmente, que o Brasil irá amadurecer com o tempo a ponto de compreender que Lula foi uma enorme mancha negra na política nacional. 

Maluf, Collor, Sarney e tantos outros ainda estão por aí, é verdade, todos inclusive aliados do próprio Lula. 

Há muita ignorância no país; os safados se fartam. Mas, ao menos, nenhum deles goza de uma aura de santo, de estadista, de líder popular disposto a sacrifícios pelo povo.

A imensa maioria os enxerga como são: oportunistas inescrupulosos que só querem o poder. Lula, finalmente, fará parte dessa lista.

De preferência no topo dela, pois essa liderança ele merece. 

O Brasil ainda vai conviver com os estragos institucionais e morais causados pela gestão Lula por muito tempo. 

Mas tudo indica que o mito será destruído de vez. 

Os canalhas que ajudaram a criá-lo farão o que sabem fazer: dissimular e fingir que nunca tiveram nada com aquilo, que estão muito decepcionados.

Alguns ainda insistem em inflar o mito, talvez calculando que o estrago não será fatal e que a lealdade, moeda importante na máfia, será muito bem compensada se o homem regressar com tudo ao poder. Quem viver, verá. 

De minha parte, resta a consciência limpa de jamais ter acreditado, por um único segundo, nesse sujeito indecente, por ter combatido tudo o que ele representa desde o primeiro momento, por ter alertado em dezenas de artigos e vídeos para os riscos que ele representava. 

Lutei a boa luta dentro de minhas limitações, e isso me dá orgulho. 
É hora de aproveitar o regozijo merecido e observar o crepúsculo do mito Lula, ainda que a Justiça, para ser efetivada, tivesse que condená-lo como “o chefe” do maior escândalo de corrupção da história de nosso país. 

Mas aí já seria sonhar alto demais.

Sou mais realista, e me contento com menos. 

Basta vê-lo desmoralizado.

E saber que, para alguém vaidoso como ele, deve ser desesperador imaginar que o futuro reserva palavras nada bonitas sobre sua história, apesar da máquina de mentira a seu dispor. 

Adeus, mito Lula. Já vai tarde!

Ditadura dos "ofendidos".


sábado, 29 de setembro de 2012

O Brasil perde a alegria de Hebe Camargo.

    A apresentadora Hebe Camargo, ícone da TV brasileira (Montagem sobre foto de Eduardo Knapp/Folhapress)
A apresentadora Hebe Camargo morreu em São Paulo, neste sábado (29), aos 83 anos, vítima de parada cardíaca. Ela morreu em casa, de madrugada.
Hebe ficou internada por quase duas semanas em agosto no Hospital Albert Einstein, no Morumbi, para “tratamento de suporte nutricional e metabólico”, conforme boletim médico.


Contudo, nos últimos dois anos, Hebe passou por várias cirurgias e tratamentos contra o câncer. Em janeiro de 2010, a apresentadora ficou 12 dias internada para retirada de nódulos na região do peritônio e iniciou tratamento quimioterápico. Em 2011, fez novas sessões de quimioterapia preventivas. Em março de 2012, passou por uma cirurgia de emergência para retirar um tumor que causava obstrução intestinal, ficando 13 dias no hospital. Em junho, realizou uma nova cirurgia de emergência para retirada da vesícula. No mês de julho, segundo o sobrinho Claudio Pessutti, ficou internada por cinco dias para a realização de exames.

Cadeia para os mensaleiros.



Na foto, o Ministro Celso de Mello lê seu voto pela punição dos "mensaleiros".

O STF decide: houve compra de votos para apoiar Lula.


O Supremo, com maioria de ministros designados por governos petistas, acaba com a farsa e mostra que, SIM, houve compra de votos para apoiar Lula

Por Ricardo Setti
Metáfora: um arco-íris envolve o edifício do Supremo Tribunal, em Brasília, na foto feliz de Carlos Humberto (Foto: STF)

Amigas e amigos do blog, acabou a festa. 

Acabou a palhaçada. 

Acabou a farsa. 

O Supremo Tribunal Federal ontem viveu um dia histórico quando, pelo voto de ministros ou por apartes e comentários a votos de colegas, e ainda sem que todos os ministros hajam terminado seus votos, deixou claro, por maioria de 6 dos 11 ministros, que, SIM, existiu o mensalão, que o mensalão foi alimentado por dinheiro público e, principalmente, que se tratava de um ESQUEMA DE COMPRA DE VOTOS NA CÂMARA DOS DEPUTADOS. 
Na sessão de ontem, coube ao ministro Luiz Fux, um dos dois integrantes do Supremo indicados pela presidente Dilma, reiterar pelo menos dez vezes, com todas as letras, que foi disso que se tratou. 

As pessoas de bem “deztepaiz” estão de alma lavada por verem ser revelado à plena luz do dia — e, felizmente, se esboroar de vez — um esquema corrupto e totalitário cujo intento sinistro era fazer o Executivo, por meios escusos, ilegais e sórdidos, ser dono do Legislativo, acabando com o equilíbrio entre os poderes e instituindo uma espécie de “bolivarianismo” enviezado no Brasil. 

A imprensa livre, objeto de insultos, ofensas, injúrias, mentiras — como a de ser supostamente “golpista” – e todo tipo de lama arremessada por adeptos do lulo-petismo, até por setores minoritários da própria mídia, aí incluídos os que publicam opinião em troca de soldo, está de alma lavada — por ter, desde o começo, baseada em fatos concretíssimos, apontado que o mensalão era exatamente isso que o Supremo acaba de deixar claro que era. 
Colunistas livres e sem amarras com o poder ou com quem quer que seja, como tenho o orgulho de me considerar, estão de alma lavada, depois de serem criticados, insultados, enxovalhados e xingados por fanáticos ou malandros, inconformados com o primado da lei e com a reafirmação da independência e da correção de instituições como o Ministério Público e a mais importante corte de Justiça. 
Ministro Luiz Fux: em pelo menos dez passagens de suas intervenções de ontem, a inequívoca constatação de que o mensalão foi um esquema de compra de apoio parlamenta
(Foto: José Cruz / Agência Brasil)

A decisão, cujo pleno desfecho ainda está por ocorrer, espalhará seus efeitos benéficos, reavivando a crença, até agora enormemente fragilizada, dos brasileiros nos mecanismos criados pela Constituição. 

Aquele que seria o grande beneficiário da bandalheira toda — o “deus” de Marta Suplicy e do lulalato –, aquele que prometera destruir a “farsa” do mensalão, e que enfiou a viola no saco, agora esbraveja, reclamando que a suposta “compra de votos” durante o governo FHC não foi investigada. 
Cala, descaradamente, sobre a condenação frontal e inequívoca que seu pessoal — os companheiros de sempre, e os companheiros que passaram a sê-lo mediante gorda e suja mesada — recebe da mais alta corte de Justiça.

Ignora, descaradamente, a Constituição, ao reclamar do procurador-geral da República durante a maior parte do governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Brindeiro, chamando-o de ”procurador-geral da República no tempo deles” e classificando-o de “engavetador” — com isso ofendendo gravemente a todo o Ministério Público, por considerar, implicitamente, que o governo FHC “mandava” no MP, instituição independente. 

É a gritaria do desespero, é a gritaria dos sem-razão, é a gritaria de quem pediu desculpas ao país sem nunca explicar os motivos, é a gritaria espalhafatosa de quem se disse “traído” sem jamais identificar os traidores. 

O comportamento de Lula indica o que já está ocorrendo, e já está sendo captado pelos governos estrangeiros e pela imprensa internacional: seu inexorável e inevitável declínio.

É vergonhoso!


Por Reinaldo Azevedo 


A CUT... mandou um “repórter” com o fito exclusivo de tumultuar uma entrevista coletiva do tucano José Serra, candidato à Prefeitura de São Paulo.

Eles são novos nisso??? 

Não!!! 

Como escrevo ali, são useiros e vezeiros do expediente.

E posso provar o que digo. 

Leiam trecho de uma informação publicada no site do Tribunal Superior Eleitoral no dia 30 de julho deste ano: 

TSE multa CUT e Editora Atitude por propaganda ilegal em favor de Dilma 
O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aplicou na noite desta terça-feira (10) multas de R$ 15 mil à Central Única dos Trabalhadores (CUT) e à Editora Gráfica Atitude Ltda. por fazerem propaganda eleitoral ilícita em favor da então candidata do Partido dos Trabalhadores (PT) à Presidência da República, Dilma Rousseff, e contrária a José Serra, candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) ao cargo em 2010. Os ministros do Tribunal entenderam que tanto a CUT como a gráfica desrespeitaram a legislação eleitoral ao promoverem a candidatura de Dilma em jornal bancado pela central e em revista produzida pela editora, respectivamente em setembro e outubro de 2010. 

Dispositivo do artigo 24 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) proíbe que sindicatos contribuam direta ou indiretamente com recursos para campanhas de candidatos ou partidos. 

Na condição de relatora, a ministra Nancy Andrighi considerou que o Jornal da CUT, de setembro de 2010, e a Revista do Brasil, da Editora Atitude, de outubro de 2010, divulgados inclusive pelo site da central sindical, enalteceram a candidatura de Dilma Rousseff em manchetes, textos e editoriais, como se a candidata fosse a mais apta a ocupar o cargo público pretendido. Além disso, segundo a ministra, as publicações fizeram propaganda negativa de José Serra, então candidato do PSDB a presidente. Segundo os autos do processo, a revista, mantida por dois sindicatos, é distribuída a 360 mil trabalhadores. 

“Os elementos probatórios dos autos não deixam dúvida quanto à realização da propaganda eleitoral. Os textos fazem menção direta às eleições presidenciais e suscitam a ideia de que a candidata representada seria a mais apta ao exercício do cargo em disputa, além de fazer propaganda negativa contra o seu principal adversário nas eleições de 2010”, disse a ministra relatora. 

A ministra lembrou em seu voto que o ministro Joelson Dias, que não integra mais a Corte, deferiu em outubro de 2010 parte de pedido de liminar, apresentado pela coligação “O Brasil Pode Mais”, do candidato José Serra, determinando que a CUT e a Editora Atitude se abstivessem de distribuir, respectivamente, o Jornal da CUT, ano 3, nº 28, e a Revista do Brasil, edição nº 52. O ministro determinou ainda que a central sindical se eximisse de reproduzir os textos que enalteciam Dilma em seu site. 

Os ministros Marcelo Ribeiro e Marco Aurélio acompanharam o voto da relatora, mas divergiram quanto ao valor da multa. Os ministros votaram pela aplicação do valor máximo de R$ 30 mil, previsto para o caso. O ministro Marco Aurélio foi além, e estendeu a multa também a Dilma Rousseff e à coligação “Para o Brasil Seguir Mudando”, da candidata, por entender que “seria extravagante e extraordinário” pensar que ambas não tinham conhecimento da propaganda irregular feita pela CUT e pela editora.
(…)