Após duas cobranças de pênalti desperdiçadas, uma para cada lado, David Villa fez o gol que decretou a vitória espanhola sobre o Paraguai, por 1 a 0, pelas quartas de final do Mundial; a Alemanha será a adversária da Espanha na semifinal.
O técnico do Paraguai, Gerardo Martino, não se mostrou satisfeito com o que viu dos árbitros na África do Sul, especialmente no jogo da eliminação de seus comandados. Para o comandante, o guatemalteco Carlos Alberto Conzales favoreceu a Espanha e a Fifa deve se desculpar com os sul-americanos."No pênalti a nosso favor, o jogador espanhol deveria ter recebido uma punição mais severa do que um simples cartão amarelo", comentou, pedindo a expulsão de Piqué, que puxou Cardozo em um escanteio, cometendo a infração.Além disto, ele questionou a penalidade que foi dada para o lado do rival. "Outra coisa é o cartão que o nosso defensor recebeu no pênalti para eles, que eu nem sei se existiu. A diferença entre as duas jogadas é que o pênalti a nosso favor foi muito claro e o que apitaram contra nem tanto", falou.Martino também pediu uma retratação pública da Fifa por causa da atuação do dono do apito. "Eu espero que amanhã (domingo), a Fifa peça desculpas aos paraguaios pela arbitragem", finalizou o técnico.
*Com informações do Portal Terra
Este blog objetiva a publicação de notícias e entretenimento, com base nas publicações jornalísticas nacionais. As de autoria de terceiros terão suas fontes declaradas ao final de cada postagem.
sábado, 3 de julho de 2010
Espanha ganha do Paraguai de 1x0 e vai à semifinal
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Um Dunga, Onze Sonecas e 180 milhões de zangados

A seleção brasileira de futebol, que "dormiu" durante o segundo tempo do jogo contra a Holanda, já tem a programação de retorno ao Brasil. Eliminados da Copa do Mundo da África do Sul os jogadores saem de Porto Elizabeth neste sábado, às 17h (12h de Brasília), com destino a Joanesburgo.
Nesta sexta-feira, os jogadores já estão liberados da concentração. Mas a tendência, segundo a diretoria de comunicação da CBF, é que nenhum deles saia para curtir folga, até por conta da precoce eliminação no Mundial.
Dá-se como certa o fim da segunda "era dunga" do futebol brasileiro.
Nesta sexta-feira, os jogadores já estão liberados da concentração. Mas a tendência, segundo a diretoria de comunicação da CBF, é que nenhum deles saia para curtir folga, até por conta da precoce eliminação no Mundial.
Dá-se como certa o fim da segunda "era dunga" do futebol brasileiro.
Empate técnico dá fôlego à campanha de Serra
A pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira que traz os candidatos à Presidência José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) empatados tecnicamente, deverá dar um novo fôlego à campanha tucana, avaliam analistas.Segundo o levantamento, Serra tem 39% das intenções de voto, enquanto Dilma aparece com 38%. Na pesquisa anterior, realizada em maio, ambos tinham 37%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
O resultado sugere uma leve recuperação de Serra frente a pesquisas recentes, de outros institutos, que trouxeram a candidata petista na liderança.
*Foto e informações REUTERS
Por quê o Brasil perdeu a copa?
Lula - El Cagon - disse que preferia a eliminacao do Brasil em troca da vitoria da terrorista falsaria Dilma/PT.....ai está o resultado. O Brasil volta derrotado e a terrorista vai caindo na pesquisa ou há alguma pendência com o Datafolha, dizem.
Esta foi a pior campanha do BRASIL nas copas do mundo, talvez a mais HUMILHANTE desde que o apedeuta é presidente. Desde então o futebol brasileiro vem entrando em DECADÊNCIA COMPLETA. Mas , por um lado , tem seu lado positivo. O apedeuta, por certo, iria utilizar o êxito da seleção como fato favorável ao seu governo. Ele é mestre em ROUBAR o sucesso alheio e imputar aos outros seus fracassos. Ele iria dizer até que a vitória no campeonato de futebol era PRODUTO DO GOVERNO DELE
Mas, meus dois leitores, voltando ao jogo de futebol, acabou a Copa do Mundo para o Brasil! Irreconhecível na etapa final, a seleção brasileira errou demais e permitiu a virada para a Holanda nas quartas de final do Mundial da África do Sul. Derrota por 2 a 1 e eliminação - na Copa de 2006, na Alemanha, o Brasil também caiu nas quartas após perder para a França. O personagem negativo do Brasil foi Felipe Melo - o jogador mais criticado na convocação. O volante marcou um gol contra no empate da Holanda e acabou expulso de forma vexatória ao pisar em Robben depois de levar o drible. Ele também falhou no segundo gol, ao ficar plantado e não subir na marcação de Sneijder. A eliminação do Brasil acaba com o sonho sul-americano de classificar quatro países para as semifinais. Foi a segunda vez na história das Copas que o Brasil caiu diante dos holandeses. A primeira foi em 1974, quando levou 2 a 0. Em 1994 (vitória por 3 a 2) e em 1998 (empate por 1 a 1) o Brasil havia eliminado os holandeses. A Holanda agora prossegue no Mundial e vai enfrentar o ganhador do confronto entre Uruguai e Gana, que duelam ainda nesta sexta-feira. É difícil comparar os dois tempos do Brasil. Na etapa final, uma atuação quase perfeita. Tanto que o primeiro gol surgiu logo aos 10 minutos do primeiro tempo. Felipe Melo, incrivelmente, mostrou ótima visão de jogo e fez enfiada sensacional para Robinho. O atacante apareceu livre entre dois marcadores e bateu de primeira para o fundo das redes do goleiro Stekelenburg. Após o gol, a Holanda passou por momentos de apuros e deu sorte em não sofrer mais. Aos 24 minutos, Daniel Alves fez bela jogada pela direita e cruzou. Juan, livre, mandou sobre o gol. Aos 30, Robinho fez jogada espetacular, passou por dois e encontrou Kaká. O camisa 10 bateu e Stekelenburg salvou com a ponta dos dedos.
Esta foi a pior campanha do BRASIL nas copas do mundo, talvez a mais HUMILHANTE desde que o apedeuta é presidente. Desde então o futebol brasileiro vem entrando em DECADÊNCIA COMPLETA. Mas , por um lado , tem seu lado positivo. O apedeuta, por certo, iria utilizar o êxito da seleção como fato favorável ao seu governo. Ele é mestre em ROUBAR o sucesso alheio e imputar aos outros seus fracassos. Ele iria dizer até que a vitória no campeonato de futebol era PRODUTO DO GOVERNO DELE
Mas, meus dois leitores, voltando ao jogo de futebol, acabou a Copa do Mundo para o Brasil! Irreconhecível na etapa final, a seleção brasileira errou demais e permitiu a virada para a Holanda nas quartas de final do Mundial da África do Sul. Derrota por 2 a 1 e eliminação - na Copa de 2006, na Alemanha, o Brasil também caiu nas quartas após perder para a França. O personagem negativo do Brasil foi Felipe Melo - o jogador mais criticado na convocação. O volante marcou um gol contra no empate da Holanda e acabou expulso de forma vexatória ao pisar em Robben depois de levar o drible. Ele também falhou no segundo gol, ao ficar plantado e não subir na marcação de Sneijder. A eliminação do Brasil acaba com o sonho sul-americano de classificar quatro países para as semifinais. Foi a segunda vez na história das Copas que o Brasil caiu diante dos holandeses. A primeira foi em 1974, quando levou 2 a 0. Em 1994 (vitória por 3 a 2) e em 1998 (empate por 1 a 1) o Brasil havia eliminado os holandeses. A Holanda agora prossegue no Mundial e vai enfrentar o ganhador do confronto entre Uruguai e Gana, que duelam ainda nesta sexta-feira. É difícil comparar os dois tempos do Brasil. Na etapa final, uma atuação quase perfeita. Tanto que o primeiro gol surgiu logo aos 10 minutos do primeiro tempo. Felipe Melo, incrivelmente, mostrou ótima visão de jogo e fez enfiada sensacional para Robinho. O atacante apareceu livre entre dois marcadores e bateu de primeira para o fundo das redes do goleiro Stekelenburg. Após o gol, a Holanda passou por momentos de apuros e deu sorte em não sofrer mais. Aos 24 minutos, Daniel Alves fez bela jogada pela direita e cruzou. Juan, livre, mandou sobre o gol. Aos 30, Robinho fez jogada espetacular, passou por dois e encontrou Kaká. O camisa 10 bateu e Stekelenburg salvou com a ponta dos dedos.
*Com o auxílio luxuoso dos companheiros do blogspelademocracia
Adeus Brasil
Lula e Marisa recebem a seleção brasileira antes de viajar à África. Estava escrita a derrota.Aconteceu o que muitos disseram que "estava escrito". A seleção brasileira de futebol, perdeu para o aguerrido time da Holanda.
Depois de um primeiro tempo que nos fez acreditar que a seleção brasileira poderia nos dar alguma alegria, a ilusão acabou com o segundo tempo do jogo.
Sem jogadas ensaiadas, sem objetividade, sem garra, e com Felipe Melo -o queridinho de Dunga - presenteando a Holanda com um "gol contra" e falhando no segundo gol holandês, o time brasileiro carregou em suas costas a maldição de Lula.
Felipe ainda foi expulso por protagonizar uma jogada faltosa, seguida de uma agressão caracterizada por um "pisão" proposital no adversário. Sua expulsão piorou a situação de um time sem iniciativa, sem garra, sem categoria, sem vontade de vencer.
Aliás, algumas pessoas e alguns jornalistas decentes ( o pouco que resta neste país ) já anunciavam que a seleção não teria sucesso na copa após a reunião com Lula antes da viagem a África.
Nunca fui de acreditar nessas bobagens. Mas acredito agora. Lula só beneficia a ele mesmo. Aos outros e ao povo brasileiro só causa mal. Onde toca "dá azar".
Mas, para quem tem um presidente como Lula e um treinador como Dunga, não dá esperar bons tempos.
Depois de um primeiro tempo que nos fez acreditar que a seleção brasileira poderia nos dar alguma alegria, a ilusão acabou com o segundo tempo do jogo.
Sem jogadas ensaiadas, sem objetividade, sem garra, e com Felipe Melo -o queridinho de Dunga - presenteando a Holanda com um "gol contra" e falhando no segundo gol holandês, o time brasileiro carregou em suas costas a maldição de Lula.
Felipe ainda foi expulso por protagonizar uma jogada faltosa, seguida de uma agressão caracterizada por um "pisão" proposital no adversário. Sua expulsão piorou a situação de um time sem iniciativa, sem garra, sem categoria, sem vontade de vencer.
Aliás, algumas pessoas e alguns jornalistas decentes ( o pouco que resta neste país ) já anunciavam que a seleção não teria sucesso na copa após a reunião com Lula antes da viagem a África.
Nunca fui de acreditar nessas bobagens. Mas acredito agora. Lula só beneficia a ele mesmo. Aos outros e ao povo brasileiro só causa mal. Onde toca "dá azar".
Mas, para quem tem um presidente como Lula e um treinador como Dunga, não dá esperar bons tempos.
O teste de fogo
Nunca houve um jogo ruim entre Brasil e HolandaNunca houve uma mulher como Gilda. Nunca houve um sorriso como o do Pequeno Bob. E nunca houve um jogo ruim entre Brasil e Holanda. Prepare-se para mais um épico artístico amanhã, em Port Elizabeth, entre canarinhos e laranjas. Todo mundo joga bola. Como em 1974, 1994 1998, a Jabulani rolará com maciez, sem agressões primárias ao seu corpo redondo. O Brasil é favorito. Tem mais camisa, tem mais time e, no cenário pré-jogo, tem mais poder de decisão. Muito embora a campanha do Carrossel, em sua versão 2010, seja ainda mais perfeita (quatro jogos, quatro vitórias). Eu acho que vai dar Brasil. E você?
*Texto de Ledio Carmona
Constituinte de Dilma é armadilha
Editorial de O Globo:A América Latina tem sido um laboratório de destilação de fórmulas de aparência democrática criadas para sufocar a democracia. O principal centro de elaboração desta alquimia é a Venezuela do coronel Hugo Chávez, o golpista frustrado de 1992, mas eleito pelo voto popular seis anos depois. Nenhum reparo a fazer, pois, se todo golpista decidisse se submeter ao teste das urnas, o continente estaria em melhores condições. Chávez, porém, partiria para aplicar seu método populista de “democracia direta”, por meio da convocação de um plebiscito para examinar a proposta de convocação de uma constituinte. O ardil está em aplicar o método logo após a vitória eleitoral, maneira infalível de garantir sem maiores riscos a criação da Câmara para rever a Constituição, e o seu controle. O modelo foi exportado para o Equador e Bolívia, onde Rafael Correa e Evo Morales, como seu inspirador, plasmaram constituições ao bel-prazer.
Pois a mesma proposta, na essência, apareceu na boca da candidata do PT, Dilma Rousseff, na entrevista concedida ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura. Não surpreende, mas serve de alerta. Não surpreende porque o transplante deste modelo chavista para o Brasil seduz o PT e parte do governo Lula há algum tempo. Consta inclusive do programa do partido.
A nacionalização do kit chavista de geração de uma “democracia” sem alternância no poder e sem liberdades republicanas produziu a ideia de convocação de uma constituinte “apenas” para executar as reformas política e tributária.
Pode-se imaginar o risco que correrá a estabilidade política e institucional do país caso regras em áreas essenciais como estas puderem ser alteradas em votações por maioria simples, numa câmara dominada pelo PT e aliados fisiológicos. E mesmo que fosse a coligação tucana.
Na entrevista, Dilma reafirmou o credo petista a favor do financiamento público de campanha e da votação em lista.
São ideias muito polêmicas, pois a estatização completa dos gastos em eleição não elimina o risco do caixa dois, e o voto em lista, não individualizado, concede poder absoluto às cúpulas partidárias na escolha dos candidatos (aliás, bem ao estilo petista).
A controvérsia em torno dessas bandeiras desaconselha que possam ser tomadas decisões sobre elas numa constituinte, ainda mais contaminada pelo resultado de uma eleição presidencial.
Nada garante, também, que esta constituinte não possa cometer desatinos em outros campos. E, de mais a mais, câmaras revisoras são convocadas em momentos políticos muito específicos, como o de mudança de regime, não para tratar de temas tópicos. Se não há maioria qualificada no Congresso para rever a Carta é porque não existe consenso na sociedade em torno desta revisão. Elementar.
A proposta de contornar a questão pelo atalho da constituinte exclusiva tem DNA golpista.
Na verdade, existem aperfeiçoamentos na legislação eleitoral que prescindem de mudanças constitucionais. A Lei da Ficha Limpa é um exemplo. Além disso, há dispositivos neste campo que ainda não foram suficientemente testados para ser revistos, caso do mandato de quatro anos com uma reeleição consecutiva, um dos alvos da militância que apoia Dilma. O assunto é sério, delicado, e não pode ser esquecido na agenda de debates na campanha presidencial
Ideia se inspira no método chavista para se perpetuar no poder.
Pois a mesma proposta, na essência, apareceu na boca da candidata do PT, Dilma Rousseff, na entrevista concedida ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura. Não surpreende, mas serve de alerta. Não surpreende porque o transplante deste modelo chavista para o Brasil seduz o PT e parte do governo Lula há algum tempo. Consta inclusive do programa do partido.
A nacionalização do kit chavista de geração de uma “democracia” sem alternância no poder e sem liberdades republicanas produziu a ideia de convocação de uma constituinte “apenas” para executar as reformas política e tributária.
Pode-se imaginar o risco que correrá a estabilidade política e institucional do país caso regras em áreas essenciais como estas puderem ser alteradas em votações por maioria simples, numa câmara dominada pelo PT e aliados fisiológicos. E mesmo que fosse a coligação tucana.
Na entrevista, Dilma reafirmou o credo petista a favor do financiamento público de campanha e da votação em lista.
São ideias muito polêmicas, pois a estatização completa dos gastos em eleição não elimina o risco do caixa dois, e o voto em lista, não individualizado, concede poder absoluto às cúpulas partidárias na escolha dos candidatos (aliás, bem ao estilo petista).
A controvérsia em torno dessas bandeiras desaconselha que possam ser tomadas decisões sobre elas numa constituinte, ainda mais contaminada pelo resultado de uma eleição presidencial.
Nada garante, também, que esta constituinte não possa cometer desatinos em outros campos. E, de mais a mais, câmaras revisoras são convocadas em momentos políticos muito específicos, como o de mudança de regime, não para tratar de temas tópicos. Se não há maioria qualificada no Congresso para rever a Carta é porque não existe consenso na sociedade em torno desta revisão. Elementar.
A proposta de contornar a questão pelo atalho da constituinte exclusiva tem DNA golpista.
Na verdade, existem aperfeiçoamentos na legislação eleitoral que prescindem de mudanças constitucionais. A Lei da Ficha Limpa é um exemplo. Além disso, há dispositivos neste campo que ainda não foram suficientemente testados para ser revistos, caso do mandato de quatro anos com uma reeleição consecutiva, um dos alvos da militância que apoia Dilma. O assunto é sério, delicado, e não pode ser esquecido na agenda de debates na campanha presidencial
Ideia se inspira no método chavista para se perpetuar no poder.
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