quarta-feira, 31 de agosto de 2016

A história não absolverá Dilma Roussef.


Ela não foi absolvida, ontem, e não será absolvida, hoje.

São poucos os jornalistas que ainda consideram que a presidente afastada Dilma Roussef passará para a história com biografia altamente favorável.
Ela foi cassada pela ditadura militar, porque trabalhou duramente pela implantação de outra ditadura, a comunista, como demonstram os autos do processo que a Justiça Militar negou ao editor e como quem a conhece sabe muito bem.
Agor, ela será cassada em plena vigência do estado democrático de direito, porque além de não ter renunciado aos equivocados ideais da juventude, fez parte de dois governos corruptos, com seus principais líderes cumprindo penas de prisão ou colocados sob investigação, indiciamento ou julgamento.
Dilma Roussef não fez autocrítica antes e continua sem fazê-la.
O discurso de ontem da presidente afastada, não irá para as edificantes páginas da história, como faz crer a editora de Política do jornal Zero Hora de hoje, Rosane Oliveira, porque ele irá para a lata de lixo da história.
A história não absolverá Dilma Roussef, como não absolveu Collor de Melo. Ambos constarão dos livros de história como os dois únicos presidentes impichados por crimes cometidos contra o estado democrático de direito.
http://polibiobraga.blogspot.com.br/2016/08/opiniao-do-editor-historia-nao.html

sábado, 27 de agosto de 2016

O "esquema" é alto!

Em abril, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos coordenadores da força-tarefa da Lava Jato, disse que só haveria espaço para a delação de apenas mais uma empreiteira.
A escolha entre OAS e Odebrecht dependeria do andamento de cada negociação e, especialmente, do conteúdo.
Como O Antagonista noticiou com exclusividade, a defesa da OAS conseguiu ser mais rápida que a concorrente e assinou, na quinta-feira passada, o termo de confidencialidade.
Havia semanas, a OAS pressionava pelo acordo.
Curiosamente, a Veja publicou no dia seguinte a reportagem de capa que levaria Rodrigo Janot a suspender as negociações com a OAS, anulando os efeitos do termo assinado.

Não é preciso ser um gênio para entender que a Odebrecht é a maior beneficiária dessa decisão. Resta saber quem plantou a notícia. (O Antagonista)

Conheçam onde mora o verdadeiro problema do Brasil!


O conjunto da obra e o juízo final de Dilma Rousseff.


O PT nasceu com aspirações à santidade. Tão metido a santo que nunca hesitou em atirar a primeira pedra. Não porque necessariamente houvesse pecado, mas porque havia pedras. Não há impositiva relação de causa e efeito entre crime de responsabilidade e impeachment. Não poderia haver este sem aquele, mas poderia haver aquele sem este. No caso atual, é o desastroso conjunto de pecados que determina, ante o crime de responsabilidade cometido, a condenação num juízo político. A propósito, aprendi no catecismo que o pecado pode acontecer por pensamentos, palavras, atos e omissões. Informo a quem considere piegas esta informação, que a vida, com enxurrada de exemplos, me ensinou o quanto ela é correta. É através desses meios que cometemos todas as nossas faltas. E para o ser humano, não as reconhecer, em qualquer das quatro formas, é o mais danoso de todos os erros.
Enquanto assisto a primeira sessão do juízo final de Dilma Rousseff, percebo, em sua defesa, a continuidade dos mesmos pecados. A mensagem que recentemente (16/08) leu à Nação e ao Senado registra pela primeira vez a palavra "erro", ainda que numa frase com sujeito oculto. Erro de autoria não identificada. Tornou-se evidente, ali, a contradição entre a Dilma do dia 15 de agosto, mergulhada "num pote até aqui de mágoas", tomada pela ira e arrogância, e a Dilma que acordou no dia seguinte humilde, propondo diálogo e união em torno da pauta que lhe convinha. Qual a Dilma real? Se algum dia existiu, evaporou-se entre Lula e João Santana. Personagens tão divergentes quanto os que ela encarna só podem ocorrer numa encenação. Um deles é falso. Ou todos o são. Na política isso é pecado mortal.
 A situação se agrava quando assistimos o comportamento da defesa da presidente afastada no Senado Federal. Primeiro, rasga e joga no lixo a carta do dia 16 de agosto (no que vai bem porque o inaproveitável programa ali proposto prorroga por dois anos o sanatório institucional em que temos vivido). Em seguida, reitera o velho e conhecido sintoma da psicopatologia petista. Entenda-se: o PT é um partido que nasceu em sacristias e conventos, com aspirações de santidade. Tão metido a santo que nunca hesitou em atirar a primeira pedra. Não porque necessariamente houvesse pecado, mas porque havia pedras.
Quis ser, e por bom tempo muitos o viram assim, um guia de peregrinos, objeto de veneração. Ainda sem pieguices, torna-se oportuno outro ensino de catequese: ou nossa vida se modela segundo aquilo em que cremos ou nossa crença se conforma ao modo como vivemos. Então, o petismo não reconhece os males que causou ao país. Só tem dedos para o peito alheio. Não tem unzinho sequer para as próprias culpas. Com três tesoureiros presos, o partido se considera um santo incompreendido e, para evitar martírio, extingue a função. Na história universal é o primeiro partido político com muita grana e sem tesoureiro.
Voltemos, porém, à primeira sessão do juízo final de Dilma Rousseff. Lá estão seus senadores usando todas as manhas possíveis para retardar o andamento dos trabalhos. Depois de seu governo haver feito tudo que fez, depois de ter caído na mais profunda desgraça, seus senadores estão servindo à nação mais e mais do mesmo. Não ruborizam pelos malefícios causados ou pela quadrilha instalada no coração do governo. Declaram-se ofendidos, isto sim, porque alguém os acusa de retardar o andamento das sessões e de todo o julgamento. E a nação a tudo vê. Temos aqui um dos muitos motivos da desgraça moral em que afundou o partido que governou o Brasil durante 13 anos consecutivos. É o pecado mortal de se achar sem pecados, de negar o que fez e faz, mesmo quando todos assistem aquilo que é feito. Eis a definitiva essência do conjunto da obra.

Empreiteira comprou até o apoio do PDT à Dilma Roussef.

Odebrecht comprou o PDT para eleger a "presidenta".
Acreditem: O PT, e sua turma, tinham na Empreiteira Odebrecht uma fonte de propina que os possibilitava o dinheiro para comprar apoios. 
Foi justamente a Odebrecht que comprou o apoio do PDT para Dilma Rousseff, em 2014.
Os pagamentos foram relatados pelos delatores da empreiteira, segundo a Veja, mas não serão mencionados no documentário picareta sobre o impeachment.

O Antagonista promete filmar a entrada de Dilma Rousseff na cadeia.

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela BIA FARIAS no desafio em preto e branco.

sábado, 20 de agosto de 2016

Não era assim: antes da revolução islâmica, iranianas competiam com uniformes mais adequados.


O que a imprensa trata como traço cultural nasce, na verdade, de uma imposição política.

O mundo vem estranhando – com razão – a vestimenta de algumas atletas islâmicas na Rio 2016. Mas, no geral, há um esforço para se aceitar sem ressalvas os uniformes que cobrem quase todo o corpo das garotas, certamente prejudicando a performance em várias modalidades. O politicamente correto prega que as diferenças culturais sejam respeitadas, e quem tem juízo costuma seguir suas ordens.
Mas há bem mais política do que cultura naquelas roupas. E o exemplo iraniano talvez seja o mais fácil de compreender. Até 1979, as representantes do Irã competiam respeitando a vestimenta de cada categoria. Contudo, a revolução islâmica oficializaria a mulher num papel inferior. E desde então elas precisam seguir tal imposição.

A estratégia de Cunha é pagar sozinho e livrar a família de punições na Justiça.


Como soubemos, através da imprensa, um recurso apresentado à Justiça Federal em Curitiba, a jornalista Cláudia Cruz, esposa do Deputado Eduardo Cunha, culpa o marido por todas as movimentações bancárias do casal no exterior, que incluem gastos na Suíça, na França e nos Estados Unidos. 
Para reforçar a responsabilidade exclusiva de Cunha nas operações, ela quer que sejam tomados os depoimentos de sete testemunhas no exterior, todos representantes das instituições bancárias e empresas offshores responsáveis pelas contas e as movimentações bancárias.
Claudia já tinha dito, em um outro depoimento, que o marido autorizava as compras de luxo fora do país e declarado que ele era o responsável pelas movimentações bancárias. Agora, em uma manifestação de exceção de competência apresentada ao juiz Sergio Moro, na qual pede para ser julgada pela Justiça do Rio de Janeiro e reforça o compromisso de não fugir do país, a jornalista recorre ao “princípio da confiança”. Ela sustenta que não havia motivos concretos para suspeitar de irregularidades envolvendo o próprio marido.
Esta é a estratégia de cunha:Livrar a esposa e filha de punições na Justiça e pagar sózinho pelos crimes que cometeu. Com uma delação premiada ela abreviaria o cárcere e ficaria em prisão domiciliar.
O Cunha não é bobo, e Moro sabe que ele sabe demais e e quer suas informações que poderão ser preciosa para a lava jato. 

O raciocínio lógico que não entrará jamais em certas cabeças ocas.

Um cara olhou para a minha Harley e disse:
- Eu me pergunto quantas pessoas poderiam ter sido alimentadas pelo dinheiro que essa moto custa.
Respondi:
- Eu não tenho certeza; alimentou um monte de famílias em Milwaukee, Wisconsin, que a construíram, alimentou as pessoas que fazem pneus, as pessoas que fizeram os componentes que vão nela, o povo na mina de cobre que minou o cobre para os fios, as pessoas em Decatur Il., na Caterpillar que fazem os caminhões que transportam o cobre minerado. Acho que realmente não sei quantas pessoas foram alimentadas.
Essa é a diferença entre o capitalismo e a mentalidade assistencialista.
Ao comprar algo, você coloca dinheiro no bolso das pessoas e dá a elas a dignidade por suas habilidades.
Quando você dá a alguém algo em troco de nada, está roubando sua dignidade e autoestima. Capitalismo é dar livremente o seu dinheiro em troca de algo de valor; Socialismo é ter seu dinheiro tomado contra sua vontade e receber à força algo que nunca pediu.

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

Minha bela amiga Denise Marçal