A violência e a insegurança imperam no Brasil, mas este foi um assunto evitado pela presidente Dilma em sua campanha eleitoral. Nas propagandas do PT, onde estava este Brasil real, em que um terço das cidades está entre as 50 mais violentas do mundo? E Dilma ainda vetou, na última sexta-feira (02/01), uma emenda apresentada pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), que definia como prioritários os repasses de recursos para estados e municípios investirem em segurança pública. ( Alvaro Dias ).
Este blog objetiva a publicação de notícias e entretenimento, com base nas publicações jornalísticas nacionais. As de autoria de terceiros terão suas fontes declaradas ao final de cada postagem.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Insegurança pública e políticas de governo ou as políticas de combater efeitos sem sanear as causas.
Não é preciso ser douto para saber que a insegurança pública, situação particularmente grave nas duas últimas décadas no Brasil, decorre de causas peculiares aos seres humanos (como a passionalidade), sociais, econômicas, tecnológicas e politicas.
Também não é difícil entender, exceto para mentes contaminadas por ideologias espúrias, obsoletas e que ainda encontram campo fértil para prosperar em países como os da América do Sul, que o fator determinante para o grave quadro de elevada criminalidade, quase que invariavelmente seguida de violência, no país é o fator político.
Afinal, também é simples perceber que o país vive o primado do político sobre os demais vetores do poder, desde 2003, especialmente.
Para que se possa reduzir a insegurança pública no país, é preciso que se tenha a visão correta a respeito. Nem é arriscado afirmar, que os atuais detentores dos cargos de mando não tem a visão político - estratégica para entender o que se passa. A maioria sequer sabe o propósito da segurança pública, bastante claros na Constituição Federal de 1988 e nas cartas estaduais promulgadas após esse ano.
Ficam gastando tempo, que é um bem precioso, e dinheiro, tentando combater efeitos sem debelar as causas.
85% dos crimes acontecidos no país e registrados (sim, existem "cifras cinza", crimes não registrados) tem algum tipo de relação com uso/abuso ou comércio de drogas. 74% é o índice de reincidência criminal no Brasil. Crescem assustadoramente os delitos violentos praticados pelos "di menor".
E o governo que não tem políticas públicas integradas para reduzir a criminalidade e a violência persiste em desarmar o cidadão, estimular o consumo de drogas ao não reprimir com veemência a disseminação de entorpecentes, narcóticos e estimulantes. Não mantém segregados contumazes praticantes de roubos, estupros, homicídios e quadrilheiros. Também não tem política eficiente de tratar com menores delinquentes. Em geral, as autoridades passam ao largo de todo esse quadro.O fato é que a questão virou catástrofe, com mais de 60 mil mortos anuais em decorrência de crimes violentos, índice de fazer corar países em guerra, e, presentemente, acrescidos de pessoas da sociedade que começam a admitir e a praticar a Justiça com as próprias mãos.
Geralmente quando a anomia ocorre, o significado é a falência do Estado de Direito e a total quebra do contrato social cidadão - governo eleito. Não há vácuo de poder. Quando a vacância do poder - eleito acontece, o poder de fato se impõe. Como não entender que a sociedade quer é segurança e não está muito a fim de esperar providências de onde se percebe que estas não vêm mesmo?
A situação é complexa, mas fácil de verificar porque se chegou a tal descalabro.
Os governadores, alguns poucos fogem à regra, - e esperamos que os recém empossados - mudem isso, não se apresentam adequadamente como responsáveis pela segurança pública, assim como o governo federal também apela para o pacto federativo, quando pressionado, - enquanto distribui de acordo com interesses partidários mesquinhos as verbas do Fundo Nacional de Segurança Pública - delegando responsabilidade a secretários de segurança sem poder de mando sobre as forças policiais , em geral nomeados dentro de cotas partidárias e não por competência para o exercício pleno da atividade.
Também comandantes de policias militares, bombeiros e delegados gerais (até mesmo comandantes de batalhões e delegados de distritos) são nomeados por suas ligações pessoais e conveniências com detentores de mandatos ou por meio de ligações partidárias, obedecendo mais a quem os nomeia e atendendo a interesses nem sempre confessáveis, em vez de primar pelo cumprimento do propósito que deve orientar a segurança e a ordem públicas.
Tudo isso torna a segurança pública como algo muito pouco republicano e democrático no Brasil.
A Senasp - Secretaria Nacional de Segurança Pública - é a materialização do fracasso no trato com o problema que dizima vidas e destrói patrimônios.
Dessa forma, como não classificar o problema da insegurança pública brasileira como essencialmente político?
Faltam políticas públicas eficazes e sobram políticos que somente resolvem os seus problemas.
Enquanto isso, morrem os pagadores de impostos, obrigatoriamente tutelados por um Estado dominado pela corrupção e pela incompetência.
Desde 2003, sucessivos governos e seus lacaios não eleitos em posições públicas, vem lesando direitos dos cidadão à segurança pública e impedindo a legítima defesa mediante um vergonhoso desarmamento civil.
Políticos e serviçais do governo que defendem o desarmamento andam com guardas - costas mal pagos com dinheiro público.
O momento é oportuno, não em todos os rincões do país ou em dimensão nacional, para corrigir rumos e definir melhor politicas e estratégias, diante da posse de novos governadores e da escolha dos novos atores da gestão de segurança pública.
Em 08/08/2014. Atualizado em 07/01/2015.
* Por Marco Antonio dos Santos, Diretor da Prospect Intelligence - Empresário e professor universitário.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Terrorismo petista em São Paulo.
Os petistas estão fazendo terrorismo em cima do fenômeno climático em São Paulo que acontece de tempos em tempos. É o PT se aproveitando da situação.
"Li ano passado declarações de um cientista e pesquisador sobre o assunto. Ele disse que essa seca é um fenômeno que acontece de tempos em tempos, não me lembro quanto, mas que depois tudo se ajusta.
O povo também não ajuda a acalmar os ânimos. Lavam calçadas, regam em demasia suas plantas, lavam carros etc.
Enquanto o povo não se educar a seca não acaba, pois o desperdício ajuda mais ainda o fenômeno. Não era pra estar assim também aqui no Rio? Aqui não tem chovido nada porque temos água em abundância, pode se dizer pelo desperdício da Cia de Aguas CEDAE." (Suely Guerra Bessa-Gruo Resistência Democrática).
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
E a Marta não "relaxou"!!!
Ex-ministra da Cultura, Marta Suplicy envia à CGU documentos contra Juca Ferreira, atual ministro.
A ex-ministra da Cultura Marta Suplicy (PT-SP) enviou à Controladoria-Geral da União (CGU) documentos sobre supostas irregularidades em parcerias de R$ 105 milhões, firmadas pela pasta na gestão de Juca Ferreira, com uma entidade que presta serviços à Cinemateca Brasileira – órgão vinculado ao ministério com sede em São Paulo. O uso dessa verba está entre os “desmandos” que a petista alega terem sido cometidos pelo antecessor na Cultura, que reassume hoje o cargo. Em entrevista publicada ontem [domingo] pelo Estado, Marta chamou a administração de Juca de “muito ruim” e disse ter mandado ao órgão de controle interno do governo “tudo sobre irregularidades e desmandos” da primeira passagem dele pela Cultura. Auditorias da CGU apontaram problemas no uso de recursos do ministério pela Sociedade Amigos da Cinemateca (SAC). A entidade atua como irmã siamesa da instituição, dando apoio aos projetos de preservação da produção audiovisual.
A SAC recebeu R$ 111 milhões do Ministério da Cultura entre 1995 e 2010. Desse total, 94% referem-se a um termo de parceria executado na gestão de Juca. Um dos relatórios da CGU diz que a entidade foi contratada por escolha do ministério, sem consulta a outros interessados, e que projetos foram aprovados sem avaliação adequada dos custos.
Os auditores constataram que a SAC dispensava irregularmente licitações para compra de materiais e contratação de serviços. Orçamentos para as compras eram genéricos, diz o relatório, não permitindo comparação com preços praticados no mercado e, em consequência, a avaliação de eventual superfaturamento. O relatório diz também que a entidade cobrava uma taxa para cobrir suas despesas com a administração dos projetos. Para a CGU, que determinou o ressarcimento, não foi devidamente demonstrada a composição dessa cobrança, que seria irregular. Para atividades de R$ 49 milhões, a taxa era de R$ 2,6 milhões. Houve favorecimento de funcionários da Cinemateca na execução dos projetos, segundo o relatório. A auditoria diz que o dono de uma empresa contratada pela SAC para coordenar atividades era servidor do órgão vinculado à Cultura. Segundo a CGU, a SAC não apresentou prestação de contas de despesas e o ministério não tomou providências. “Não houve apresentação, por parte do parceiro, de demonstração dos gastos e receitas executados nas ações pactuadas.”
As constatações da CGU já haviam sido fonte de crise no ministério. Em 2012, após tomar conhecimento do conteúdo do relatório, Marta demitiu a então secretária de Audiovisual, Ana Paula Santana, e outros dirigentes da área sob o argumento de que perdera a confiança na equipe. Ana Paula foi diretora de Programas e Projetos Audiovisuais na gestão de Juca. Em fevereiro de 2011, na gestão de Ana de Hollanda, ascendeu ao comando da secretaria. Também é atribuída aos problemas apontados pela CGU a exoneração do ex-diretor executivo da Cinemateca, Carlos Magalhães, em 2013.
Defesa
Procurado, Juca Ferreira informou que não se pronunciaria. O Estadonão localizou ontem dirigentes da Cinemateca e da SAC. Nos relatórios da CGU, o ministério refuta irregularidades. Num dos trechos, diz que a entidade tem ações de compliance e auditoria interna e que seu balanço contábil e financeiro é apresentado anualmente ao Ministério da Justiça.
*
Por Fábio Fabrini, no Estadão.Eu convido o Islã a chegar ao século 21. Quem topa?
*Por Reinaldo AzevedoCulpar o Alcorão pelos ataques terroristas havidos na França é, de fato, ridículo. Livros não matam ninguém. As ideias, ah, estas, sim, podem produzir grandes desastres. Ainda bem que, ao longo do tempo, as exegeses judaica e cristã se encarregaram de interpretar, à luz da vida, não da morte, a vontade de Deus, que pedira a Abraão que sacrificasse Isaac — o filho que veio depois de tão longa espera. Na hora “h”, como sabemos, o Senhor conteve a mão do pai, e Isaac não foi imolado no altar da fé. Também Jó não resta como um bom exemplo, como posso dizer?, social e psicologicamente justo para testar a fidelidade de um crente. Textos religiosos são alegorias de sentido moral.Os convertidos a uma fé que estão livres do demônio do fanatismo entendem que aquelas situações arquetípicas são divinamente inspiradas. Elas nos transmitem um valor, não um exemplo a ser seguido. No que concerne à linguagem — metafórica, alegórica, metonímica —, não há diferença entre Esopo, os narradores da Torá, os evangelistas ou Maomé. O que os diferencia é a crença de milhões de que um conjunto de palavras, e não outro, retrata uma vontade superior, além do alcance puramente humano, onde está o fabulista Esopo.Livros, com efeito, não matam ninguém, mas as religiões ou ideologias que eles inspiram, a estas podem fazer pilhas de cadáveres. Seria inútil fazer um cotejo entre os Textos Inspirados dos três grandes monoteísmos — judaísmo, cristianismo e slamismo — para saber qual investe mais na paz ou na guerra. Há de tudo em todos eles. Ainda que a Santa Inquisição tenha matado muito menos do que Robespierre, por exemplo, como justificar as decisões do Tribunal do Santo Ofício? Folgo que inexistam hoje, que se conheçam, admiradores da fogueira purgatória. Mas como ignorar que os descendentes do poeta da guilhotina continuam por aí? O fundamentalismo cristão, felizmente, é residual e sem importância. Já os filhotes de Robespierre ainda são muito influentes. Sigamos.Sim, é, de fato, ridículo atribuir ao Alcorão os atentados terroristas na França, mas indago: por que havemos de ser nós, os cristãos — ou os ateus e agnósticos dos países de maioria cristã — a proclamar essa verdade? Onde estão as autoridades religiosas do islamismo para condenar, atenção!!!, não apenas os ataques terroristas, mas também a força que os legitima aos olhos — e crenças — de muitos milhões?Ora, acusar a barbárie dos dois atos terroristas que deixaram 17 mortos é tarefa relativamente fácil, mas cadê as vozes relevantes do mundo islâmico para falar em defesa da liberdade de expressão, do direito à crítica, da pluralidade religiosa? Não existem! Lamento, mas é impossível ser honesto intelectualmente e, ao mesmo tempo, sustentar que os valores hoje influentes do islamismo são compatíveis com a ordem democrática. Neste ponto, alguém poderia dizer, e com razão: “Ora, também as narrativas de sua Bíblia se chocam com o mundo dos fatos”. É verdade. Mas pergunto: que país impõe ao conjunto dos cidadãos os rigores da “minha” Bíblia? Alguém é capaz de um citar um que seja?Esse é um bom momento para um tolo provocador produzir obscurantismo em vez de luzes. O bobo costuma lembrar que a Igreja Católica reconheceu só em 1992 que errou ao condenar Galileu Galilei, depois de 350 anos. Para todos os efeitos, até essa data, para a Santa Madre, o Sol é que girava em torno da Terra. Pois é… Em 1992, quantas eram as universidades e escolas católicas mundo afora — e a Igreja é a maior instituição de ensino do planeta — que defendiam o geocentrismo? Os médicos e cientistas de seus hospitais produziam e produzem ciência, não proselitismo religioso.Eu estou aqui a perguntar onde estão os reformadores do Islã. E notem: nem peço a eles que passem a considerar islamicamente legítimo que se desenhe a imagem de Maomé. O que eles têm de reconhecer — e de transmitir a seus fiéis — é que não podem impor a outras culturas e a outras religiões valores que a esses são estranhos. Na melhor cultura política ocidental, que, felizmente, se distingue da religião, tudo pode e deve estar submetido ao livre exame, e os ofendidos buscam em tribunais igualmente leigos, regulados por leis democráticas, a reparação por eventuais agravos. Luta-se com teclados, canetas e lápis de cor, não com fuzis; faz-se um confronto de togas, não de bombas.Churchill, Edward Said e Tariq AliInfelizmente, não li nem ouvi uma só autoridade religiosa muçulmana — e me refiro àquelas que condenaram os ataques, já que as outras, por definição, não o fariam — a defender o direito que têm os não islâmicos de nações não islâmicas de se comportar como não islâmicos. Entendo! Afinal, na esmagadora maioria dos países muçulmanos, estado e religião se misturam, quando não estão submetidos a uma mesma ordem, e a pluralidade religiosa é um valor que suas comunidades cultivam no Ocidente, mas jamais nas terras consideradas já sob o domínio do Profeta. Ou não é verdade que os muçulmanos se espalham no Ocidente instrumentalizando um valor — o da pluralidade — no qual eles próprios não acreditam em seus países de origem? Ou não é verdade que eles usam em sua defesa um direito — a da liberdade religiosa, garantida pelo Ocidente democrático — que sonegam aos cultores de outras crenças?O jovem Churchill, ele mesmo!, escreveu em 1899, no segundo volume de ‘The River War – A Reconquista do Sudão”, o que segue:“Como são terríveis as maldições que o maometismo impõe a seus adeptos! Além do frenesi fanático, tão perigoso num homem como a hidrofobia num cão, existe a apatia fatalista do medo. As consequências são evidentes em muitos países. Onde quer que os seguidores do Profeta governem ou vivam, há costumes imprevidentes, sistemas desleixados de agricultura, métodos atrasados de comércio e insegurança da propriedade. (…). O fato de que, no direito muçulmano, toda mulher deva pertencer a um homem como sua propriedade absoluta — seja uma criança, sua esposa ou concubina — retardará a extinção da servidão. E será assim enquanto o Islã for uma grande força entre os homens. Indivíduos muçulmanos podem demonstrar qualidades esplêndidas, mas a influência da religião paralisa o desenvolvimento social daqueles que a seguem. Não existe força mais retrógrada no mundo. Longe de estar moribundo, o islamismo é uma fé militante, de prosélitos. Ele já se espalhou por todo o centro da África, criando, a cada passo, guerreiros destemidos. Não estivesse o Cristianismo protegido pelos braços fortes da ciência — ciência contra a qual lutou em vão —, a civilização da moderna Europa já poderia ter ruído, como ruiu a civilização da Antiga Roma”.Como ouso citar aqui a visão que o colonizador — no caso, o inglês Churchill — tem do colonizado? Pois é. Mergulho, assim, numa das farsas mais influentes do nosso tempo, cujo livro de referência é “Orientalismo”, escrito pelo palestino Edward Said. Pesquisem. A tese é conhecida, simplista e mentirosa: existiria um “Oriente” inventado pelo Ocidente (e já evidencio de modo muito simples por que Said é uma piada) como uma espécie de espantalho a justificar toda sorte de brutalidades. Essa suposta construção — da qual certamente a observação de Churchill faria parte — teria se dado ao longo de séculos, atendendo apenas a interesses muito objetivos, essencialmente econômicos e políticos.Said é um farsante porque, convenham, não existindo razões para haver “um Oriente”, também não haveria para haver “um Ocidente”. Se cai o termo da equação de um lado, há de cair o seu correspondente no outro. Mas esse nem é o aspecto mais importante. Por mais condenável que fosse ou que tenha sido o colonialismo europeu, particularmente o britânico, nos países islâmicos, cumpre indagar: o que foi que eles fizeram dessa herança e em que medida a religião serviu para libertar ou para escravizar os povos?A Folha de S.Paulo deste domingo publica um artigo asqueroso de Tariq Ali, escritor paquistanês que vive folgadamente na Inglaterra, misturando em doses idênticas esquerdismo rombudo, ódio irracional aos EUA e, como direi?, uma simpatia nada homeopática pelo terror. Segundo esse canalha intelectual, “as circunstâncias que atraem” os terroristas “não são escolhidas por eles, mas pelo mundo ocidental”. Entenderam? Tariq Ali não vive sob leis islâmicas, mas sob as regras da democracia do Reino Unido. Tariq Ali condena, claro, os assassinatos, mas acha que os verdadeiros culpados são as vítimas. Tariq Ali não é um líder religioso. Ao contrário: que se saiba, é comunista e ateu, mas entende as razões dos terroristas e aponta os culpados entre os mortos.É claro que ainda voltarei muitas vezes a esse assunto. Encerro este texto indagando, uma vez mais, o que as diferentes lideranças muçulmanas, das mais variadas correntes, fazem de efetivo contra a suposta “islamofobia”. Se o Islã traz uma mensagem de paz, onde estão seus porta-vozes? Que venham a público não apenas para condenar os atentados covardes, mas para defender o valor essencial da liberdade. Não! Eu não sou “Charlie Hebdo” porque isso diz pouco do que sou. O “Charlie Hebdo” é que é parte do que nós somos. E nem sempre fomos assim. Nós nos tornamos assim! No século 17, ainda queimávamos hereges. No século 18, ainda cortávamos cabeças.Eu convido o Islã a chegar ao século 21. Quem topa?
Ainda sobre a fraude nas eleições Presidenciais.
Todos no Brasil temos a convicção que as últimas eleições presidenciais foram uma fraude, e que o Aécio deveria ter ganho, só que ninguém consegue provar.
Por que todos no Brasil estão convictos de que as últimas eleições presidenciais foram uma fraude ?
Obviamente porque a apuração dos votos foi secreta. Ipso facto, o TSE é que tem que provar que não houve fraude. A prova seria muito simples: autorizar o acesso aos Boletins de Urna. Estatisticamente, uma amostra aleatória de 30 BU por T R E seria suficiente.
Mas há um problema insolúvel: todos registros foram deletados. Nada mais existe.
Existe maior indício de fraude ? Não ! E o fato (a suspeição mais do que fundamentada), por si só, deveria ter sido considerada suficiente para a convocação de novas eleições, com os registros, desde as seções eleitorais, totalmente transparentes e arquivados por pelo menos um ano.
* Fernando Batalha, por e-mail, via Grupo Resistência Democrática.
Os blogueiros de aluguel do PT.
Depois de Rachel Sheherazade ter falado
verdades doloridas sobre a
semelhança de princípios entre o atentado ao Charlie Hebdo e o ódio à imprensa
livre no Brasil, a BLOSTA, como não poderia deixar de ser, ficou com os nervos
em frangalhos. Aí tudo chegou até a ser engraçado.
Altamiro
Borges disse,
chegando ao nível do esgoto ao chamá-la (em uma imagem) de “jornazista”:
O oportunismo da
jornalista beira o absurdo. Rachel Sheherazade desconhece ou finge não conhecer
a história da publicação francesa, famosa por suas origens de esquerda e por
sua ácida irreverência contra tudo e contra todos – expressa no seu slogan “Um
jornal irresponsável”.
Bem diferente da “Veja”,
que é uma expressão das elites e das forças mais conservadoras e
preconceituosas do Brasil. O panfleto da famiglia Civita nunca teve nada de
“independente”. Comparar as duas publicações, aproveitando-se do trágico
episódio em Paris, é pura má fé ou cavalar ignorância.
O
Pragmatismo Político vai na mesma toada:
Rachel Sheherazade
comparou Charlie Hebdo à Veja. No entanto, publicações encontram-se em
espectros políticos e ideológicos completamente opostos. Outra distinção
fundamental é que, ao contrário do Charlie Hebdo, revista Veja sempre caminhou
ao lado dos poderosos.
De novo,
mais uma entregada!
Na
verdade, o discurso dizendo “ele é dos poderosos, eu sou dos oprimidos” é
sempre conversa fiada quando proferido pela extrema-esquerda. Quando notamos
que o estado totalitário é uma entidade mais poderosa que qualquer
empresa, percebemos que são os ultra-esquerdistas que defendem os poderosos,
esmagando os oprimidos. Basta ver como vive o povo da Coréia do Norte e da
Venezuela, em comparação com seus líderes, estes últimos vivendo como sultões.
Mas o
mais grave (eis a entregada) é a confissão deles dizendo que as diferenças não
estão nas ações em si, mas na forma como as vítimas são “vendidas ao público”.
Ou seja, um assassinato deixa de ser um assassinato se eles conseguirem
convencer uma parte de seu público de que a vítima está “do lado dos
poderosos”. Eles, sem querer, acabaram validando o atentado ao Charlie Hebdo.
Tanto
quanto os terroristas que mataram os jornalistas do Charlie Hebdo, os
colunistas da BLOSTA vendem suas vítimas como “os poderosos contra os
oprimidos”, a partir daí sentindo-se justificados a praticar qualquer
monstruosidade que lhes apetecer. Os blogueiros governistas podem até dizer que
eles estão vendendo o Charlie Hebdo como “defensor de oprimidos”, mas não é
assim que os islâmicos o tem vendido. Todo ato de violência extrema tem sido
barbaramente justificado por terroristas islâmicos e ultra-esquerdistas a
partir do momento em que eles definem seu adversário como “opressor contra
oprimidos”. E nisso os terroristas islâmicos e os ultra-esquerdistas são
exatamente iguais. Rachel Sheherazade acertou na mosca.
Em
resumo, os blogueiros governistas tentaram dizer que os casos são diferentes,
mas acabaram nos mostrando o quanto são similares, principalmente pelo seu
comportamento de tentar validar uma das violências a partir do momento em que o
agressor toma a decisão de vender seu oponente como “representante dos
poderosos”. O que, no caso da Veja, é uma mentira clamorosa, já que os
maiores detentores de poder administram empresas como Petrobrás, Correios,
Banco do Brasil e toda a receita obtida de impostos no Brasil. Os poderosos
estão no PT.
Como
estamos em pólos morais opostos em relação aos governistas, podemos
racionalmente entender o quanto Rachel Sheherazade foi irretocável em sua
argumentação. Pessoas moralmente sadias entendem que não faz diferença se uma
publicação ataca os poderosos (como a Veja, que tem denunciado um governo
excessivamente poderoso) ou se os auxilia (como o Charlie Hebdo, que defende os
burocratas detentores de poder no estado inchado), no momento de denunciarmos
crimes cometidos contra essas publicações. Ambos são crimes bárbaros e
devem ser denunciados.
E, é
claro, pessoas sem o menor traço moral vão continuar sem entender a
similaridade, e nem mesmo a inesquecível frase de Voltaire: “Posso não
concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte
o direito de você dizê-las.”
Para
eles, se você é discordante, merece violência. E se está do lado deles,
não merece violência. E quem quiser comparar os dois crimes é “fascista”.
* Fernando Batalha, por e-mail, via Grupo Resistência Democrática.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Demorou hein, Adriana Calcanhoto?
Adrian
a
Calcanhotto diz que seu "sonho do PT acabou" e que Olívio Dutra não é mais seu herói.

O PT transformou-se numa organização criminosa, dominada pelos ladrões do Mensalão e do Petrolão, gente que já está ou vai parar na cadeia. Seus governos são corruptos.
Aos 15 anos, estudante secundarista em Porto Alegre, interessada especialmente nas causas indígena e trabalhista, devorando qualquer texto dos irmãos Villas Boas ou de Darcy Ribeiro que encontrasse pela frente, me apaixonei pelo movimento de criação do Partido dos Trabalhadores. Era o ano de 1980, e eu vendia broches que eram estrelinhas vermelhas com “PT” escrito em branco. Era o que podia fazer como contribuição para a concretização do grande sonho, aquele trabalho de formiguinha que o militante secundarista pode fazer, dando tudo de si. Usava meu broche de estrelinha do lado esquerdo do peito, no duplo sentido. Tirava o broche antes de chegar em casa para não ter que confrontar a família, de direita, entre outras manobras anticonflito. Até que um dia nasceu finalmente o PT, o inacreditável aconteceu. Grande privilégio do ponto de vista histórico fazer parte daquilo. Meu herói era Olívio Dutra, e meu lema era “com o Olívio onde o Olívio estiver”.
(...)
Semana passada, juntando em caixas roupas, livros e coisas que não uso mais para doar, atirei num caixote de bugigangas aquela minha estrelinha vermelha do PT, o sonho acabou. Pode a militância entupir à vontade minha caixa postal com deselegâncias, eu sou vocês ontem. Hoje eu sou Charlie.
CLIQUE AQUI para ler tudo.
domingo, 11 de janeiro de 2015
Há 12 anos no poder, o PT ainda não sabe o que fazer.
O problema na maioria dos países não é esquerda ou direita. O problema maior chama-se governos. São todos irresponsáveis. Não começou agora. No Brasil, nenhum governo jamais teve respeito pela população. Gastam o dinheiro dos impostos, tributos, taxas e multas, como se ele desse em árvore, no quintal do Palácio. Isto sem falar no que roubam.
E para mudar esta nossa Monarquia Republicana, é preciso aperfeiçoar o sistema político, caso contrário, depois de arrumarem novamente a casa, às custas da população, aparecerá outro irresponsável e bagunçará tudo de novo. Lógico, cada vez com alguns espertalhões bem mais ricos. Desta vez são os sindicalistas a enriquecerem. Sem contar os de sempre: os fornecedores e financiadores dos governos.
Veja-se o governo FHC. Se não levarmos em conta a continuidade do Plano Real, as privatizações e a Lei de Responsabilidade Fiscal, também pouco fez, salvo a compra de votos para a reeleição, que o beneficiou, mas o feitiço acabou virando contra o feiticeiro. Mas é preciso reconhecer que FHC prejudicou menos o país que a atabalhoada Dilma.
AJUSTE ECONÔMICO
O problema agora são as medidas que o novo ministro Joaquim Levy terá que forçosamente tomar para corrigir uma situação criada por inteira má fé.
Sabemos que a Dilma mente ao dizer que entende de economia, mas é impossível aceitar o fato de que no seu governo ninguém soubesse que as medidas eleitoreiras que ela tomou (ou eles tomaram) causariam sérios problemas ao país.
Acompanho as crises desde 1966, E a dose de erros da gerentona – antes de aterrissar em Brasília, era diretora de uma estatal falida no RS, a CRT – superou todas as más expectativas. E a reeleição dessa quadrilha vai custar muito caro ao país. O ano está apenas começando. Já passei por isso em governos anteriores.
SALVAGUARDAS
A democracia, se fosse exercida na sua plenitude, precisaria ter salvaguardas para defenestrar com mais facilidade pessoas que exercem a governança com tanta má fé. Se os candidatos – quase todos, uns bandidos impostos pelos partidos políticos – fossem escolhidos pelos eleitores, e já com cláusulas que preservassem as instituições, não teríamos crises periódicas, quase cíclicas.
Vinte e dois anos na oposição – e que oposição, se há governo sou contra. Mais 12 anos com a chave do cofre na mão, e eles ainda não sabem o que fazer. Incrível. Agora então, Dilma misturou alhos com bugalhos na composição dos “40” ministros, para ver se não lhe fazem tanta cobrança, e eles nada farão, além de brigar entre si.
A única coisa prevista para os próximos dois anos será tentar consertar as merdas feitas nos quatro anos anteriores. Nem vou falar das empresas privadas que fecharão as portas em função do arrocho que vem por aí.
Haja saco para aguentar os próximos quatro anos – se Dilma durar tanto… Agora, vai inundar o país de propaganda do governo (paga por nós) sobre o que ela vai fazer pela educação no Brasil. Aprendeu com o “padrinho”, o capo Lula .“Ninefingers”
*Ana Lima, via Facebook
Caixa preta do BNDES.
A presidente Dilma vetou um dispositivo aprovado pelo Congresso na Lei de Diretrizes Orçamentárias que obrigava o BNDES a divulgar na internet todas as operações de empréstimos e financiamentos, inclusive aquelas feitas com governos estrangeiros. A presidente quer esconder o que o seu governo anda bancando lá fora com o dinheiro dos brasileiros. Em 2012, ela já havia mandado tornar secretos documentos que tratam de financiamentos do Brasil aos governos de Cuba e Angola. Entre as operações está o financiamento de US$ 682 milhões para o Porto de Mariel. Qual é o verdadeiro motivo do veto?
*Antonio Imbassahy, via Facebook
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