sábado, 28 de novembro de 2015

Atos desnecessários!

PARA ATOR BRUNO GAGLIASSO, MACHISTA É AQUELE QUE NÃO GOSTA DE BEIJAR OUTRO HOMEM NA BOCA. SOU MACHISTA!
Os atores Bruno Gagliasso e João Vicente de Castro deram um selinho no palco da cerimônia do Men of the Year 2015, festa da revista “GQ”.
O evento, que aconteceu na noite desta quinta-feira (26) no hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, teve os dois como apresentadores.
Gagliasso aproveitou para publicar uma foto do momento nas redes sociais. “Aos machistas de carteirinha, hipócritas de plantão e preconceituosos…. O nosso carinho e nosso amor de homem com H! Q venha 2016”, escreveu, no Instagram.
Então, pela ótica bizarra do ator, ficamos assim: machista é aquele que não curte esse lance de beijar outros homens na boca. Descubro, um tanto perplexo, que sou um machista! Que horror! Socorro!
Preciso urgentemente passar um fim de semana num evento progressista manjando homens nus numa sauna para ver se me curo dessa terrível doença. Acho que o tiro vai sair pela culatra, mas paciência: é preciso tentar, se esforçar.
Afinal, qual o próximo passo da turma global progressista: dizer que quem não curte fazer sexo com outros homens é homofóbico? Sou, além de machista, um baita dum homofóbico também? Jesus! Como estou fora de moda…

Randolfe vai ao Conselho de Ética contra Delcídio.

Único senador da Rede Sustentabilidade, Randolfe Rodrigues (AP) será o instrumento do partido para acionar o Conselho de Ética contra o agora ex-líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (MS), preso ontem (quarta, 25) sob acusação de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato. A Rede analisa, neste momento, os termos da representação a ser protocolada naquele colegiado contra o parlamentar petista, que teve a prisão determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade, e confirmada pelo Plenário do Senado.
De acordo com um interlocutor do senador, uma verdadeira “temporada de caça às bruxas” será iniciada no Senado com a ação contra Delcídio, tendo como alvos os demais membros da Casa sob investigação, no STF, por indícios de envolvimento no esquema de corrupção descoberto pela Polícia Federal na Petrobras. No entanto, a Rede vai analisar caso a caso, dada a natureza de cada inquérito.
“Esse é um caso certo de perda de mandato”, disse uma fonte do Senado ao Congresso em Foco, comparando o caso de Delcídio com o de Demóstenes Torres, ex-senador do DEM goianocassado em 2012 sob acusação de envolvimento com a máfia do jogo de azar radicada em Goiás. Segundo essa versão, o que há de mais grave contra o senador petista é a divulgação doáudio em que ele arquiteta a fuga do ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró, com quem tem ligações, para não se comprometer nas investigações da Lava Jato.
Além de Delcídio (antes em caráter de sigilo), estão no alvo do Supremo o próprio presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e os senadores Benedito Lira (PMDB-AL), Ciro Nogueira (PP-PI), Edison Lobão (PMDB-MA), Fernando Bezerra (PSB-PE), Fernando Collor (PTB-AL), Gladson Cameli (PP-AC), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Humberto Costa (PT-PE), Lindbergh Farias (PT-RJ), Romero Jucá (PMDB-RR) e Valdir Raupp (PMDB-RO).
Recentemente filiado à Rede, Randolfe ainda não pode tomar qualquer providência formal antes da deliberação do partido idealizado pela ex-ministra Marina Silva, ainda de acordo com a fonte. Mas a decisão já está tomada, e a ordem na sigla é hastear a bandeira da ética na administração pública, sem personalizá-la. A ideia é que a representação seja protocolada no Conselho já na próxima semana, depois do exame sobre a peça acusatória a ser elaborada.
Histórico
Delcídio foi citado por Cerveró e pelo lobista Fernando Baiano como beneficiário do esquema de corrupção na estatal. Segundo as investigações, o senador tentou impedir a delação premiada de Cerveró, oferecendo-lhe até uma ajuda de fuga, conforme indica gravação feita pelo filho do ex-diretor da Petrobras. Em depoimento, Baiano afirmou que Delcídio recebeu US$ 1,5 milhão de propina pela compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.
A defesa do senador Delcídio publicou ontem uma nota no perfil do parlamentar no Facebook manifestando “inconformismo” diante da decisão unânime da 2ª turma do Supremo, que decidiu pela prisão do petista. Na nota, o advogado de Delcídio, Maurício Silva Leite, questiona a procedência das acusações contra o senador.
O senador fez parte da diretoria de Gás e Energia da Petrobras entre 2000 e 2001, no governo Fernando Henrique Cardoso. Desde o início do ano exercia a função de líder do governo Dilma no Senado e presidente da Comissão de Assuntos Econômicos da Casa.
Em 2005, como presidente da CPI dos Correios, conduziu os trabalhos de investigação que, cerca de oito anos depois, levariam companheiros de partido à cadeia, por envolvimento no caso do mensalão. A postura de Delcídio irritou o PT à época, a ponto de até hoje ele ter sido apontado como “o mais tucano dos petistas” nos corredores do poder.
Licença forçada
Com a prisão, Delcídio entra automaticamente em licença do Senado, com o subsídio parlamentar (R$ 33,7 mil) e todas as verbas de gabinete assegurados. Caso esse período de prisão se estenda por até 120 dias, a Casa fica autorizada a promover sua substituição. Nesse caso, toma posse o primeiro-suplente do petista, o educador Pedro Chaves (PSC-MS), bem sucedido empresário do setor educacional. O senador Raimundo Lira (PMDB-PB) será o substituto de Delcídio na presidência da Comissão de Assuntos Econômicos.
Desde a prisão de Delcídio, a tomar como base a nota oficial divulgada ontem pelo PT, negando-lhe solidariedade, hipóteses sobre seu futuro são discutidas nos corredores do Congresso. Além da possibilidade de perder o mandato depois de processo no Conselho de Ética, Delcídio pode ser expulso de seu partido, ao qual está filiado desde 2002. O próprio senador também pode renunciar ao mandato, pedir afastamento do Senado por tempo determinado e mesmo se desfiliar do PT.

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.



A Minha doce e bela amiga Eliane Rosa e Silva.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Cerveró: Dilma sabia de tudo.

Foto: Vagner Rosário/Futura Press
O ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró chega ao IML de Curitiba. 
Minuta do documento sigiloso foi obtida pelo banqueiro André Esteves, que mostrou o material ao senador Delcídio do Amaral para tentar chantagear o ex-diretor da estatal; anotações apontam que presidente acompanhava 'de perto' o polêmico negócio.
Na minuta da delação premiada do ex-diretor internacional da Petrobrás, Nestor Cerveró, há anotações do executivo à mão dizendo que a presidente Dilma “sabia de tudo de Pasadena” e que inclusive estaria cobrando o então diretor pelo negócio, tendo feito várias reuniões com ele. O acordo de Cerveró foi firmado com a Procuradoria-Geral da República e submetido ao ministro do Supremo Teori Zavascki, que ainda não decidiu sobre sua homologação.
O fato veio à tona nas conversas gravadas entre o líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral, o advogado Edson Ribeiro, que defendia Cerveró, e o filho do ex-diretor, Bernardo Cerveró. No diálogo, o senador revela que teve acesso ao documento sigiloso da delação do executivo por meio do banqueiro André Esteves, CEO do banco BTG Pactual e questiona sobre as citações à presidente manuscritas na minuta do acordo de delação. (Estadão)

Os atos da ditadura Vermelha!

Pacificamente, grupos de pessoas compostos de militantes pela democracia e seus familiares, pediam o impeachment impeachment de Dilma Rousseff,
Do outro lado, os poderosos dos poderes Legislativo, com o devido respaldo dos poderosos do Governo comunista, mobilizaram forças policiais para expulsar aqueles que pediam, democraticamente, o fim da corrupção.
Um dia depois,  da expulsão dos democratas, os apoiadores do governo vestidos de vermelho (os chamados "estudantes do PT") não sofreram qualquer resistência por parte da polícia e conseguiram invadir o Congresso Nacional com tranquilidade. Posaram para fotos e fizeram filmes.
É o governo e suas milícias pagas debochando da cara dos brasileiros de bem. Não é por acaso que nesta foto não há uma única bandeira do Brasil.
À noite, para completar o quadro provocativo, o Congresso e o Palácio foram iluminados com luzes vermelhas.
E não um bordel...(?)

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Apoiado apenas pelo PT e Dilma, segue a novela Cunha cai ou não cai?

Depois do desembarque da oposição, da perda de apoio entre aliados e do desconforto no PMDB, cresce a insatisfação na bancada do PT com a política de boa vizinhança mantida pelo Palácio do Planalto e pela direção petista com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). 
(O Globo) O ministro Jaques Wagner (Casa Civil) convocou uma reunião com deputados do PT descontentes para a noite de hoje. Já o peemedebista, fiel ao seu estilo de se defender atacando, afirmou ontem que é “furado” acharem que ele vai cair antes de decidir sobre o pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, o que promete fazer antes do recesso parlamentar, que começa em 22 de dezembro. Cunha disse ainda que “não existe qualquer hipótese” de se afastar do cargo. 
— Furado é achar que vou cair. Mais furado ainda é achar que não vou decidir (sobre o impeachment) — afirmou Eduardo Cunha ao GLOBO, por meio de mensagem de texto. Ele disse que na semana passada arquivou sete outros pedidos e que faltam outros sete para avaliar, o que pode fazer a qualquer momento: — Não sei (se será na próxima semana). Vai ser na medida do meu convencimento. 
O peemedebista ironizou as avaliações segundo as quais ele, isolado, pode cair antes e dar um refresco para a presidente Dilma. — Todos os dias, faz quatro meses, esses mesmos articulistas falam que vou cair e estou aqui — respondeu. 
A avaliação de governistas é que o clima para o impeachment esfriou e que a presidente ganha fôlego com o recesso parlamentar. A aposta é que, até fevereiro, quando o Congresso voltar a funcionar, Cunha já terá sido afastado do comando da Câmara e substituído por um aliado que enterre de vez a possibilidade de impeachment. Mas Cunha disse ontem que vai se decidir sobre os sete pedidos de impeachment ainda pendentes, inclusive o dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal, antes do início do recesso.
Divergindo da orientação do Planalto e da direção partidária, mais da metade da bancada do PT quer partir para o enfrentamento com o presidente da Câmara. Dos 60 deputados petistas, 34 assinaram a representação contra Cunha protocolada pelo PSOL e pela Rede no Conselho de Ética da Casa. — Quero que alguém me explique qual é o ganho de manter essa situação — disse um dos convidados para a conversa com Wagner. 
O Planalto e a direção do PT continuam tentando ganhar tempo, temendo que um confronto com Cunha prejudique o governo. A preocupação é que o presidente da Câmara revide com a abertura de um processo de impeachment e que a crise política prejudique a votação de medidas do ajuste fiscal.
Ao discursar na abertura da reunião do Diretório Nacional do PT, no último dia 29, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que é mais importante aprovar as matérias de interesse do governo do que “derrubar” o presidente da Câmara.
— O Eduardo Cunha de fato não deve ser nossa prioridade, assim como também não é da oposição. A prioridade da oposição é o impeachment. O problema é que a situação evoluiu para uma conduta tão intolerável que teve até levante no plenário — disse um deputado do PT, referindo-se à reação, na última quinta-feira, à manobra de Cunha para obstruir os trabalhos do Conselho de Ética.
Deputados do PT reclamam por não terem sido consultados sobre a decisão de ajudar a não dar quórum para a sessão do Conselho de Ética, na última quinta-feira, embora sofram o desgaste gerado por essa medida. Segundo petistas, a articulação ficou restrita à direção do partido; ao líder da bancada, deputado Sibá Machado (PT); e aos integrantes do colegiado.
Em diversos setores do PT, há insatisfeitos com a exposição negativa, como o senador Jorge Viana (PT-AC). E ao menos um dos três deputados petistas no Conselho de Ética, Léo de Brito (PT-AC), não pretende mais faltar às sessões e garante que votará com “ética” no caso. Ele disse ao GLOBO que ainda não decidiu como votará no processo, negou ter havido pedido por parte do governo para que o PT ajude Cunha e afirmou acreditar que o presidente da Câmara não fará “retaliação política” com o impeachment, se não for salvo pelo PT no Conselho de Ética. — Minha posição é pelo pleno funcionamento da Comissão de Ética — disse outro petista, o deputado Paulo Teixeira, de São Paulo. 
A situação do peemedebista se agravou consideravelmente na última quinta-feira, quando manobrou durante horas para impedir que a sessão do Conselho de Ética analisasse a admissibilidade do processo por quebra de decoro do qual é alvo.
A reação da oposição foi imediata, com duros discursos e o esvaziamento do plenário, e será intensificada esta semana, quando partidos oposicionistas ingressarão no Supremo Tribunal Federal e na Procuradoria-Geral da República pedindo o afastamento de Cunha da presidência da Casa. Está prevista ainda a obstrução das votações na Câmara enquanto Cunha continuar na presidência.

Prisão de Delcídio abre precedente que pode se repetir com Cunha, dizem analistas.

Reuters
Senador foi primeiro senador preso em exercício do mandato.
Mariana Schreiber 
Da BBC Brasil em Brasília
A prisão do senador Delcídio Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado, na manhã desta quarta-feira, tem potencial para causar grandes estragos tanto no governo Dilma Rousseff como no Congresso Nacional, avaliam cientistas políticos.

Para analistas ouvidos pela BBC Brasil, a detenção inédita de um senador em exercício do seu mandato coloca pressão sobre os demais congressistas, principalmente o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também investigado por suposto envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras.

Delcídio foi preso por tentar atrapalhar investigações da operação Lava Jato. No caso de Cunha, desde julho cogita-se que a Procuradoria-Geral da República (PGR) poderia solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) seu afastamento da presidência da Câmara por supostas tentativas de usar seu cargo para dificultar apurações contra ele.


Parlamentares de oposição também cogitam fazer esse pedido ao STF depois de Cunha ter agido na semana passada para suspender uma sessão do Conselho de Ética que analisaria a possibilidade de abertura de um processo de cassação contra ele – a decisão ficou para a próxima terça.

Na ocasião, Cunha afirmou que não houve "qualquer tipo de manobra" em relação à sessão do conselho.

AFP
Para analistas, pressão sobre Cunha aumenta
"Cria um precedente que leva intranquilidade a todos os congressistas supostamente envolvidos nessas denúncias recentes, com destaque para a Cunha", afirma o professor da UnB David Fleischer, avaliando que a ação do presidente da Câmara pode ser enxergada como manipulação para evitar a própria cassação.

"A partir daí, por exemplo, o próprio presidente da Câmara poderia ser preso também se fosse configurado o fato de ele estar obstruindo investigação", acredita também Antônio Lavareda, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Baque para governo

Por outro lado, a prisão de Delcídio representa um baque para o Planalto, não só porque traz mais holofotes sobre denúncias de corrupção envolvendo o PT, mas também por atingir o principal articulador político do governo hoje no Congresso.

Antes de se filiar ao PT, Delcídio assumiu a diretoria de Gás e Energia da Petrobras durante o governo Fernando Henrique Cardoso, entre 2000 e 2001. Depois, aceitou convite para assumir o cargo de Secretário de Estado de Infraestrutura e Habitação no governo de Zeca do PT, em 2001. Em seguida, foi eleito em 2002 senador pelo PT.

Ag Camara

Diversos congressistas são investigados pela operação Lava Jato

“É mais uma coisa bastante negativa para o governo Dilma, porque ele era líder do governo no Senado. Mas não só por isso, com certeza não há ninguém no PT com tanto trânsito na oposição - sobretudo no PSDB - quanto o senador Delcídio, que é considerado por todos uma figura afável, equilibrada. Com certeza, inclusive, a oposição não está comemorando essa prisão", disse Lavareda.

“Ele era tido como o senador cabeça fria, ponderado, que conseguia conversar com a oposição. Não era um radical como o Sibá (Machado, líder do governo na Câmara), que não consegue conversar com ninguém. É um baque para o governo, realmente", diz Fleischer.

Detalhes da prisão

A prisão de Delcídio foi autorizada pelo STF – como ele tem foro privilegiado, a PGR só poderia detê-lo com autorização da corte.

Delcídio é suspeito de envolvimento em irregularidades na compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. Ainda não foram divulgados oficialmente detalhes sobre o que motivou sua prisão, mas, de acordo com a imprensa brasileira, o líder do governo foi detido porque teria tentado dificultar a delação premiada do ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo, Delcídio teria sugerido a Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras, uma fuga de avião para Madri via Paraguai. Como Cerveró tem cidadania espanhola, acrescenta a colunista, teria facilidade de entrar e se instalar no país.

Também foi emitido um mandado contra o advogado Edson Ribeiro, que atuou para o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

Ribeiro teria participado da reunião entre Delcídio e Bernardo. Já o banqueiro Andre Esteves – também detido nesta manhã–, do BTG/Pactual, seria o avalista da operação, informa Bergamo.

A prova da tentativa de obstrução da investigação seria uma gravação feita pelo filho de Cerveró do encontro em que foi exposto o plano de fuga, na tentativa de impedir que o ex-diretor da estatal fizesse acordo de delação.

Outro delator do esquema, o lobista conhecido como Fernando Baiano, disse em depoimento em outubro que Delcídio recebeu US$ 1,5 milhão de dólares de propina pela compra da refinaria.

Delcídio afirmou, na ocasião, que a citação do seu nome era "lamentável" e negou o recebimento de propina.

Outras gravações de Delcídio causam ira suprema de ministros do STF.

Além da gravação da reunião de Delcídio com Bernardo Cerveró mencionando encontros com ministros do Supremo, a Polícia Federal também tem escutas telefônicas do senador, um material que permanece secreto. Nesses telefonemas, Delcídio estaria de fato conversando com os ministros do Supremo Tribunal Federal.
Ironicamente, o teor dessas conversas foi obtido por escuta autorizada pelo próprio STF, que investigava Delcídio.

A mesada oferecida pelo Delcídio para Cerveró.

COMENTO: A grana e uma mesada desta monta não poderia ser oferecida por alguém que estivesse blefando. Estava em jogo a liberdade e o prosseguimento de uma ação envolvendo figurões da República.
O Banqueiro Esteves, talvez, estivesse arcando com a responsabilidade do dispêndio de tanto dinheiro.
O Senador , por sua vez, é líder do Governo Dilma no Senado. Tem cacife. Tinha respaldo forte do
Governo. 
Mas o filho de Cerveró valeu-se do medo e de um pequeno gravador. E aí, as pretensões dos petralhas foram por água abaixo.
E não se enganem. Não fosse a gravação, Delcídio ainda estaria fazendo este tipo de safadeza impunemente.