domingo, 2 de junho de 2013

Lula pode não apoiar a reeleição de Dilma.

 
 
 
Começam a circular em Brasília rumores de que Lula está articulando abertamente para derrubar a reeleição de Dilma

Dora Kramer escreve, em sua coluna no Estadão:

Se as condições objetivas para a reeleição de Dilma sofrerem os efeitos da deterioração nas relações entre ela e os partidos aliados, o ex-presidente Lula estará posicionado na linha de largada. Nesse caso, a presidente alegará razões pessoais para desistir. A justificativa será a família, não a política. Para não passar recibo
.

Ora,depois de três anos de trombadas, é óbvio que Dilma não vai mudar a sua relação com os partidos políticos.

Não é do seu temperamento.

Como Lula já foi nomeado como o articulador para 2014, é bem possível que articule a própria volta e não a reeleição da sua cria.

E que o poste seja apagado pelas ligações subterrâneas do ex-presidente.
 
*Por O EDITOR
 

Brasil. O penúltimo em educação no mundo.


O mau uso do nosso dinheiro.

Enquanto aqui no Brasil o povo  morre nas filas de maca dos desaparelhados hospitais brasileiros, Dilma , na comemoração dos 50 anos da Fundação da União Africana realizada na Etiópia, seguindo o exemplo do mestre Lula, fez caridade com chapéu alheio ao perdoar dívidas que países africanos contraíram com o Brasil e que chegam a quase U$ 900 milhões . As nações agraciadas são paupérrimas, e assim vão continuar a ser porque ricos mesmo, só seus governantes: na maioria são ditadores sanguinários e multimilionários , alguns com frotas de automóveis avaliados em mais de U$ 5 milhões,  possuidores de imóveis em lugares da moda pelo mundo, um deles possuindo até apartamento de cobertura na Vieira Souto no Rio avaliado em R$ 80 milhões. Ou seja: não bastasse  o governo federal destinar R$20 bilhões anuais de nosso orçamento para sustentar o Programa Bolsa-Família - consumindo mais da metade dos gastos sociais - agora sustenta também, com dinheiro de nossos impostos,  tiranos estrangeiros que vivem nababescamente do desvio do dinheiro que é enviado para ajudar seus povos miseráveis. Se o povão brasileiro tivesse acesso a esta informação, duvido que concordasse com tamanha liberalidade do governo no uso de nosso dinheiro...mesmo porque o preço do feijão está a quase R$10,00 o quilo nos supermercados! Mas Dilma não vai às compras...
*Mara Montezuma Assaf - Revista Veja - 05/06/2013

Vai cair...


Foto: (Via Nehemias Gueiros Jr.)
 
Pra quem ainda não entendeu, vou explicar bem devagar: essa porra vai cair. Isso aí é o que dá pra ver. O Elevado do Joá pode estar pior que isso por debaixo. Não é melhor desviar logo o trânsito para a Joatinga, Alto, Grajaú e Linha Amarela, e fazer logo o que precisa ser feito? O laudo técnico já disse: vai cair. As autoridades não podem "proibir o tráfego de caminhões e reduzir a velocidade para 60km/h" e achar que tá tudo bem. É tão arrogante ignorar o laudo dos peritos quanto querer revogar a lei da gravidade. Amigos, façam barulho.
Por muito menos interditaram o Engenhão.
Tenho a impressão que a interdição do estádio foi política suja desse prefeitinho desclassificado. Não sei o que tem por trás disso, mas em breve a sujeira vai boiar, com certeza.
 

sábado, 1 de junho de 2013

A OEA não merece...

Paulo Vannuchi, ex-ministro dos Direitos Humanos e atual diretor do Instituto Lula, é o nome indicado pelo governo brasileiro para integrar a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que compõe, junto com a Corte Interamericana de Direitos Humanos, o chamado “Sistema Interamericano de Direitos Humanos”. Ufa! Temos “direitos humanos” demais nas palavras para, quem sabe?, de menos na prática. A Comissão, à diferença da Corte, não tem características de tribunal internacional. Seu papel é mais de vigilância dos valores democráticos, mas pode apresentar denúncias à Corte e emitir recomendações aos países membros da OEA (Organização dos Estados Americanos).
(...)
Cumpre lembrar, então, quem é Vannuchi, o que fez no passado remoto, no passado recente e o que ele quer.
1: Este senhor foi membro da Ação Libertadora Nacional (ALN), grupo terrorista liderado por Carlos Marighella. Foi preso em 1970, menos de um ano depois da morte de seu líder. Isso quer dizer que era um seguidor do “Minimanual da Guerrilha Urbana”, que faz a defesa aberta, explícita, do terrorismo. Como nunca fez um mea-culpa sobre esse particular, isso quer dizer também que se orgulha ainda hoje de suas escolhas passadas.
2: Também como titular da Secretaria, foi o inspirador do “Plano Nacional (Socialista) de Direitos Humanos (PnDH-3 — parece nome de alguma gripe asiática…), que propunha, entre outras delicadezas:
- censura à imprensa;
- relativização da propriedade privada;
- perseguição ao cristianismo;
- legalização do aborto…
3: Foi ele quem, na secretaria, deu o pontapé inicial (no traseiro das leis) na campanha em favor da absurda e exótica revisão da Lei da Anistia. Também foi o formulador original da Comissão Nacional da Verdade, criada depois, no governo Dilma. O texto legal, que garante a existência do grupo, tem como pressuposto, já demonstrei, o respeito à anistia, mas Vannuchi, ora vejam — o homem que ainda não renunciou publicamente ao menos ao Minimual da Guerrilha Urbana — acredita que se deve renunciar às leis.
4: Vannuchi é um dos petistas que acreditam que o Supremo cometeu um grande injustiça ao condenar os mensaleiros. Numa fala estupidamente indecorosa, comparou a decisão do tribunal à extradição da líder comunista Olga Benário para a Alemanha. O valente só se esquece de dizer que Getúlio Vargas tinha o controle do Supremo e que a Constituição do Estado Novo (a tal Polaca) dava ao ditador o direito de rever decisões do tribunal (mais ou menos o que o PT quer voltar a fazer hoje em dia). Logo, quem extraditou Olga foi Getúlio, não o STF. Sim, Olga, nascida na Alemanha, cometeu crimes no Brasil. Extraditar, no entanto, uma judia, grávida, para o Estado nazista correspondia a condená-la à morte, como foi o caso. Ademais, este senhor tem a sandice de comparar a decisão de um tribunal servil a uma ditadura com outra, tomada por uma Corte que tem, desde que queira, todas as condições de agir de modo independente porque a respalda o regime democrático.
(...)
Aí estão as circunstâncias em que se dá a candidatura de Paulo Vannuchi para a Comissão. É bom que os membros da OEA saibam quem é e o que pensa este senhor, muito especialmente sobre a liberdade de imprensa, que ele tentou sufocar com um aloprado plano de suposta defesa dos direitos humanos.
Vannuchi, reitere-se, é da esquerda carnívora, herbívora em certo sentido, mas jamais vegetariana.
*Extraido do texto de Reinaldo Azevedo

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela cantora Anitta

Novo escândalo de dólares na cueca vai chacoalhar Brasília

Dinheiro na cueca. Uma velha estratágia petista ainda em uso...
Um passageiro flagrado no portão de embarque de um aeroporto com muito dinheiro vivo em seu poder não chega a ser uma novidade no Brasil. Tampouco causa grande surpresa se o tal passageiro tiver escolhido, como local para acondicionar as notas, suas roupas íntimas. Tudo isso já se viu – e tudo isso se repetiu na manhã do último dia 16 no Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília. Nesse dia, uma quinta-feira, a Polícia Federal flagrou dois homens que tentavam embarcar para o Rio de Janeiro com 465 000 reais escondidos em suas meias e cuecas. A dupla foi detida para esclarecimentos e o dinheiro, apreendido.
Eduardo Lemos, o "dono" do dinheiro, é velho conhecido pelos Fundos de Pensão Estatais
Horas depois, um terceiro homem se apresentou à polícia dizendo ser o dono da bolada. Identificou-se como Eduardo Lemos, disse que os homens eram seus funcionários e que a quantia se destinava a comprar um imóvel no Rio. Indagado sobre os motivos de ter recorrido ao método (ainda) pouco usual para transporte de dinheiro, respondeu apenas que carregar valores em espécie não é crime. E ainda esnobou os policiais: para ele, o quase meio milhão de reais apreendidos nem era “tanto dinheiro assim”. Para comprovar o que dizia, fez questão de exibir o relógio de 120 000 reais que carregava no pulso e de informar que havia chegado ao prédio da polícia a bordo de um Porsche.
O homem declarou ainda não ter nenhuma relação com políticos e disse que o dinheiro que seus empregados carregavam não provinha dos cofres públicos. A realidade é bem diferente, conforme apurou a reportagem de VEJA. Eduardo Lemos, na verdade, é Carlos Eduardo Carneiro Lemos, um operador de mercado conhecido por fazer negócios com fundos de pensão de empresas estatais, e o flagrante em que ele acaba de se envolver é o princípio de um grande escândalo.
*Texto extraído da matéria de  Rodrigo Rangel e Hugo Marques, na mais recente edição de VEJA:

sexta-feira, 31 de maio de 2013

A estigmatização.


A Comissão da Verdade tem trabalhado espalhafatosamente e, por vários estados, possui ensandecidos grupos denominados de “Comissões Regionais da Verdade”.

É tão poderosa que altera atestados de óbitos e vasculha qualquer chance pra incriminar ao máximo os ex - agentes da repressão.

Sem limites, lá estão os seus acólitos atrás de culpados e, se for o caso, são capazes de inventar crimes. Assim, Jango, Juscelino e outros tantos poderão ter seus cadáveres devidamente manipulados para incriminar a qualquer um.

Seleciona com tosca maestria suspeitas testemunhas que não se avexam em prestar declarações mirabolantes. Uma das mais grotescas é a da aula de tortura, sendo a própria, a cobaia.

Nos pés meus senhores”, afirma e demonstra o bestial mestre na esperada aula aos atentos alunos, “se passarmos de leve uma pena de uma galinha novinha, o torturado cairá em frouxos e incontroláveis risos e confessará qualquer coisa para pararmos a tortura. Nos sovacos, idem”.

Certamente, a Comissão deve possuir o endereço de todos os que trabalharam ou passaram nas imediações de órgãos de investigação.

 Vimos que pelo território nacional, recentemente, que a residência de diversos ex - agentes foi devidamente pichada pelos violentos adeptos do “esculacho”.

Na prática, assistimos de camarote à estigmatização de cidadãos, com cartazes ofensivos à sua honorabilidade.

Repete - se o abominável trucidamento que aprendemos na história da Alemanha nazista, pois, assim, lá foram estigmatizados os judeus.

Aqueles, como inimigos da Pátria, tiveram a si e as suas casas identificadas por dois triângulos amarelos sobrepostos, para formar a “estrela de Davi com a palavra Judeu.

Na busca da supremacia ariana, o poder nazista decidiu extirpar pelo holocausto, os judeus; aqui, pela preponderância da mentira, o desgoverno empenha - se em execrar os heróicos mantenedores da lei e da ordem durante um período em que a subversão e seus desatinados maculavam a paz de nossa terra. 

Quanto a nós, estamos na iminência de vermos residências marcadas com algum estigma, que ainda será escolhido pela Comissão, para identificar um cidadão que lutou para manter a paz e a ordem interna.

O estigma os marcará como párias, como traidores, como portadores das piores doenças contagiosas.

Infelizmente, caminhamos para que semelhante barbárie se concretize, e só mesmo a indignação generalizada, o alerta sobre o que de pior possa acontecer, poderá impedir que os objetivos dos mentores da Comissão sejam concretizados.

Sabemos que muitos estão sendo chamados para depoimentos e devidamente, questionados e acusados. Os acusadores são muitos e brandem papéis com as mais cruentas difamações, baseados em falsas declarações de pessoas que deveriam responder pelos seus crimes, mas que pelo contrário, foram aquinhoadas com polpudas indenizações e pensões mensais, livres de imposto de renda.

Os poucos que nos lêem podem julgar a nossa reflexão como fantasiosa ou até imbecil.

É um exagero? Pode ser, mas quando lidamos com pessoas de baixo nível, quando temos a experiência histórica até aonde pode chegar uma malta sanguinária, o melhor é esperar pelas mais abomináveis condutas.

A marcha da Comissão é inexorável, pode não desvirtuar a Lei da Anistia como deseja, porém pode destroçar a dignidade de cada ex - agente, de estigmatizá - lo diante de seus vizinhos, de seus conhecidos, de todos os que o cercam.

Portanto, só falta afixar na porta de sua residência uma marca – um sinal infamante.

E creiam, pouco falta.

Brasília, DF, 29 de maio de 2013

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Comissão da Verdade nega-se a investigar um crime contra a Humanidade: o uso de menores para atos de terrorismo.

O Direito Internacional considera uma violação dos direitos humanos o recrutamento de menores para participarem de conflitos armados. No Decreto n.º 5.006, de 8 de março de 2004, o então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, promulgou o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança, relativo ao envolvimento de crianças em conflitos armados, adotado em Nova York em 25 de maio de 2000. Essa importante norma do Direito Internacional estabelece no seu artigo 4.º: "1. Os grupos armados distintos das forças armadas de um Estado não deverão, em qualquer circunstância, recrutar ou utilizar menores de 18 anos em hostilidades. 2. Os Estados Partes (como é o caso do Brasil) deverão adotar todas as medidas possíveis para evitar esse recrutamento e essa utilização, inclusive a adoção de medidas legais necessárias para proibir e criminalizar tais práticas".
Terroristas que hoje posam de juízes na Comissão da Verdade recrutavam crianças para atuarem em missões perigosas, um crime contra a Humanidade. Comissão da Verdade de um lado só não quer investigar estes casos.
Cinco anos depois de o Brasil ter promulgado o protocolo, no entanto, os autores do livro acima mencionado se conformaram em denunciar o terrível crime dos agentes do Estado contra os menores, omitindo-se de caracterizar o fato, explicitamente reconhecido no texto, de que menores foram recrutados por diversas estruturas de organizações guerrilheiras e/ou terroristas. A seguir fragmentos do livro: "Secundaristas se engajaram, em plena adolescência, nas organizações da resistência clandestina, e muitos participaram em ações de guerrilha". O livro dá destaque a dois casos: o de Nilda Carvalho Cunha (1954-1971), morta depois de selvagem tortura, que tinha ingressado "muito cedo na organização clandestina Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8)", e o de Marco Antônio Dias Baptista (1954-1970), o mais jovem desaparecido político brasileiro, que "precoce filiou-se à Frente Revolucionária Estudantil, ligada à VAR-Palmares".

quinta-feira, 30 de maio de 2013

O país dos absurdos.


Ministro Joaquim Barbosa, afirmou sobre a proposta que submete ao Congresso decisões do Supremo Tribunal Federal.
"A aprovação dessa proposta pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara representa uma ameaça à democracia.”
Se fosse aprovada tal absurda e abjeta proposta, veja o que aconteceria:
-Seria o único caso de uma democracia no mundo em que condenados por corrupção legislam contra os juízes que os condenaram.
-O único caso de democracia no mundo em que as decisões do Supremo Tribunal podem ser mudadas por condenados.
-O único caso de democracia no mundo em que deputados após condenados assumem cargos e afrontam o judiciário.
-O único caso de democracia no mundo em que, é possível, que condenados façam seus habeas corpus, ou legislem para mudar a lei e serem libertos.