sábado, 9 de outubro de 2010

Datafolha diz que Dilma ganha o segundo turno

Tá difícil. José Serra coça a cabeça, enquanto Marina se mantém em cima do muro.
O Jornal Folha de São Paulo, trará neste Domingo (10.10.2010), pesquisa Datafolha registrada no TSE com o número 35114/2010.
O levantamento aponta a candidata do PT à Presidência da República com 48% das intenções de votos contra 41% de José Serra (PSDB).
Como numeros finais (votos válidos sem brancos, nulos e indecisos), a candidata socialista tem 54% contra 46% de Serra.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais. O levantamento foi realizado na sexta-feira, 8, com 3.265 eleitores em 201 municípios.
COMENTO: Vejo que a diferença entre os candidatos baixou para 9 pontos percentuais. A candidata do governo tende a ganhar, de pronto, cerca de metade dos votos dados a Marina Silva ( que ainda se encontra em cima do muro ), a outra metade o candidato da oposição tem que sair atrás, embora, pelos numeros, parece está chegando lá...

TSE ameniza critério contra "fichas-sujas"

Ao julgar candidatos considerados "fichas-sujas", o Tribunal Superior Eleitoral liberou a candidatura de políticos cassados por abuso de poder econômico e político ou que tiveram contas rejeitadas por tribunais de controle de finanças públicas.
A posição do TSE sobre esses casos deve ser decisiva para o julgamento de 21 políticos que podem assumir vagas de titulares ou suplentes, caso o tribunal derrube as sentenças de TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) que os enquadraram na Lei da Ficha Limpa.
O TSE estabeleceu que a Lei da Ficha Limpa só é aplicável para os cassados por abuso de poder que foram alvos de um tipo específico de processo, chamado Ação de Investigação Judicial Eleitoral.
Essa ação judicial só pode ser apresentada à Justiça antes da diplomação de políticos eleitos.
Porém, a legislação também prevê outras duas espécies de processos para casos de abuso de poder, intitulados Recurso contra a Expedição de Diploma e a Ação de Impugnação de Mandato Eletivo, permitidos após a diplomação de candidatos.
Para o TSE, os cassados por estes dois tipos de ação não podem ser barrados com base na Lei da Ficha Limpa.
Esse entendimento resultou de debates sobre o uso da expressão "representação" no artigo da lei que estabelece a inelegibilidade para casos de abuso de poder. O termo se refere apenas à Ação de Investigação Judicial Eleitoral, segundo a maioria dos ministros do TSE.
O juiz eleitoral e presidente da Abramppe (Associação Brasileira dos Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais) Márlon Reis, qualificou de "absurda" a posição do TSE sobre os casos.
"Na verdade a Lei da Ficha Limpa quis afastar das eleições as pessoas condenadas por abuso de poder político ou econômico, tanto faz a modalidade da ação. A interpretação literal é a mais arcaica e ultrapassada das interpretações", afirmou Reis.
COMENTO: Será que é assim que se faz justiça? Será que lei não é para cumprir mas para interpretar? Então para quê Leis, Congresso, se a Justiça decide o que quer decidir, por interpretação do texto legal?
*Fonte: Folha de São Paulo 09.10.2010

Segundo turno.Relaxe e goze!

Porque hoje é sábado uma bela mulher

Foto de Luiza Dantas
A bela atriz Milena Toscano

Políticos tem vergonha?


Lado a lado, nesta campanha política, sob os auspícios de Lula, Collor e Lessa visam o governo do Estado de Alagoas.
Antes inimigo de Collor, seu parceiro de hoje, já o criticou e ofendeu severamente.Neste segundo turno, Lessa procurou Collor em busca da apoio. Ao que parece foi bem recebido e Collor "esqueceu" as ofensas.No vídeo acima vocês verão o que um acha do outro.
Isto é uma vergonha!!!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O uso e abuso das verbas da Petrobrás


Na edição desta sexta-feira, O Globo publicou na primeira página o texto abaixo reproduzido:
Diretor de gestão corporativa da Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE), estatal ligada ao Ministério de Minas e Energia, Ibanês César Cássel tem a Petrobras como cliente de sua empresa particular de eventos.
Cássel é ligado à candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, desde que ela foi secretária de Energia do Rio Grande do Sul.
Sua empresa, a Capacità Eventos Ltda., assinou com a Petrobras, em 2008, dois contratos no valor total de R$ 538,755,65.
Cássel está na EPE desde 2005, a convite da então ministra Dilma. Cássel disse que tem 1% de participação na Capacità.
A mulher dele, Eliana Azeredo, é diretora-geral da empresa. Ontem, rumores acerca da publicação de reportagens sobre irregularidades na Petrobras derrubaram ações da companhia na Bovespa. A ação ordinária fechou em queda de 2,98%.
Confrontada com o noticiário sobre a lucrativa parceria, Dilma Rousseff não viu nada demais.
Acha que qualquer empresário pode fazer negócios com o governo a que pertence.
Para justificar as relações perigosas, lembrou que dois ministros do governo Lula também confundiram a fronteira entre o público e o privado. Na cabeça de Dilma, a impunidade é o resultado da soma de muitos crimes.
O primeiro debate entre os dois candidatos à Presidência está marcado para domingo.
Tomara que Dilma acuse José Serra de querer privatizar a Petrobras.
Ouvirá que é impossível: já não pertence ao Estado o que é explorado por amigos dos donos do poder.
Foi assim com a Casa Civil.
Se Dilma for eleita, assim será com a Petrobras.
*Texto de Augusto Nunes

Dilma ofende a igreja católica e o direito de expressão

Dilma ofende a Igreja Católica e o direito de expressão
Da Folha Poder:
A coligação da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, pediu nesta quinta-feira no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) um direito de resposta na TV Canção Nova de 15 minutos no período da manhã.O partido reclama de sermão do padre José Augusto exibida na terça-feira na qual pede aos fieis que não votem em Dilma. Para o PT, o padre emitiu opiniões falsas e difamatórias. Segundo a representação, o padre chega a afirmar que o PT é a favor da "interrupção de gestações indesejadas". José Augusto também disse que estava com as eleições e que o país iria piorar muito com a eleição de Dilma. O padre afirmou que o PT quer aprovar leis que limitam a liberdade de imprensa e religiosa e que pretende liberar o casamento homossexual. Para ele, o partido quer transformar o país em uma nação comunista. No sermão, que foi retirada do YouTube a pedido da emissora, Augusto também disse que não temia ser preso ou morto "em clara sugestão caluniosa de que o PT poderia praticar algum crime contra a sua integridade física". No pedido, o PT lembra que as redes de televisão são concessões públicas. "As emissoras de rádio e televisão devem conferir tratamento equânime às candidaturas, com vistas a respeitar o equilíbrio do pleito eleitoral e o princípio da paridade de armas", diz o pedido. Em nota, a TV Canção Nova afirma que irá apresentar sua defesa no prazo legal. A TV Canção Nova foi procurada, mas ainda não se pronunciou.
COMENTÁRIO:A CNBB deveria se manifestar imediatamente. É inaceitável que um candidato queira censurar as palavras de um sacerdote. Como candidata, Dilma já quer calar a Igreja, impondo uma Lei da Mordaça contra os seus sacerdotes. O que não fará se for eleita?
*Blog Coturno Noturno

Lula ameaça a igreja católica, segundo a agência ANSA

A agência italiana ANSA informou que o secretário pessoal do Presidente Luiz Lula Da Silva, Gilberto Carvalho, disse à cúpula da Igreja que se continuarem os questionamentos contra a candidata Dilma Rousseff –devido à sua postura favorável ao aborto– poderia ser revisado o acordo assinado com o Vaticano.
ANSA, que recolhe uma notícia do jornal Valor Econômico, assinalou que Carvalho se reuniu com membros da Conferência Nacional de Bispos do Brasil e comunicou que o governo pode voltar a discutir o acordo que contempla o apoio a escolas católicas e outros benefícios.
Lula revisaria o acordo assinado por Lula e o Papa Bento XVI em 2007 no Brasil, e ratificado em 2009 no Vaticano, depois do qual foi aprovado pelo Congresso, onde foi questionado por congressistas evangélicos.
Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=20280

Dilma se declara abortista

Serra dá a largada rumo ao segundo turno

Com um discurso objetivo, José Serra deflagrou o segundo turno da sua campanha presidencial, reunindo em Brasília um “exército” de governadores, senadores e deputados consagrados nas urnas – como Aécio Neves (MG), Beto Richa (PR) e Geraldo Alckmin (SP) – e também de lideranças como Tasso Jereissati (CE), que garantiu engajamento total.
“Nunca tive dúvidas do segundo turno. Nem nos momentos mais difíceis. Sempre confiei em vocês, no povo brasileiro e na minha energia, que está mais forte ainda”, enfatizou Serra. “Quanto mais mentiras forem ditas pelas falanges do ódio, responderemos falando mais e mais verdades sobre eles nesse segundo turno”, enfatizou.
Serra lembrou que já havia alertado para a campanha autoritária que o PT iria fazer contra ele ainda no pré-lançamento de sua candidatura, realizado no mesmo local no centro de convenções Brasil 21, no bairro da Asa Sul da capital federal. Na mesma linha, o ex-governador de Minas Gerais e senador eleito Aécio Neves reiterou que também no pré-lançamento da candidatura de Serra antecipou que o PT iria tentar dividir o País. “Mas o Brasil disse não e essa divisão e também disse não à tutela que tentaram impor ao povo brasileiro, que mandou muito bem o recado de que prefere ele mesmo escolher o seu destino, e foi assim que a oposição tornou-se vencedora nas eleições estaduais e será assim que vamos eleger José Serra presidente”, assegurou.