quarta-feira, 15 de julho de 2015

Quem com ferro fere...


Dizem, em Alagoas, que Renan e Collor fizeram um pacto para tomar o poder e mandar em Alagoas nos próximos 50 anos.
Os comentários são muito difundidos em todos os cantos e a história é que Renan usando seu prestígio junto ao Governo Federal e Collor com seu poderio de comunicação fez tremer a muitos, inclusive altas autoridades do Executivo, Legislativo e Judiciário que se viram na iminência de terem seus nomes jogados na lama por reportagens capciosas e projetos atravancados.
E teria sido através de injúria, calúnia e difamação que conquistaram o Governo de Alagoas ( o atual Governador é o Filho do Senador Renan ) e nenhum projeto era e é aprovado, e verba liberada, sem que ambos "autorizem" no âmbito Federal.
Se isso corresponder a verdade, e parece que que há indícios da procedência verdadeira das informações, para um Estado pobre, Alagoas não poderia estar na dependência de tanta gente cujo interesse pessoal supera o interesse público.
O próprio Funcionalismo Público que ajudou a eleição do atual governador ganhou como compensação 0% ( zero por cento ) de reajuste salarial este ano, quebrando uma tradição dos dois governos anteriores ( do PSDB ) de obter reajustes anuais pelo índice inflacionário oficial.
Agora se vê dois representantes do estado, no Senado, envolvidos em escândalos de toda natureza.
Num Estado tão bonito, de um litoral maravilhosamente caprichado pela natureza, prevalece a violência, a injustiça social, a má gestão, a politicagem e a omissão das frentes sindicais, funcionais e estudantis, até mesmo as de esquerda antes eram tão "combativas" e intolerantes com o Governo Estadual, em tempos até não tão tenebrosos.
*Via Facebook

terça-feira, 14 de julho de 2015

Ferrari, Lamborghini e Porsche de Collor tinham adesivos “Foi Você que me Deu”.

Os carros apreendidos pela Polícia Federal na Casa da Dinda, de propriedade do ex-presidente e atual senador Fernando Collor de Mello, em Brasília, tinham um adesivo curioso. Os três modelos esportivos, avaliados no total em mais de 6 milhões de reais tinham o adesivo: “Foi Você que Me Deu”
“Achamos estranho, porque as pessoas costumam colar aquele adesivo ‘Foi Deus que me Deu'”, disse um agente da PF que preferiu não se identificar. “Depois a gente entendeu. Ele estava agradecendo ao povo por ser bobo, não é? De ter dado condições a ele de voltar à política e conseguir comprar carros tão caros.”
Os carros apreendidos, levados para a sede da PF, são os modelos Ferrari 458 Italia (de preço em torno de R$ 2 milhões), uma Lamborhini Aventador (vendida a R$ 3,6 milhões) e um Porsche Panamera (por volta de R$ 400 mil).
Nenhuma Fiat Elba foi encontrada na propriedade.
*M Zorzanelli
*http://sensacionalista.uol.com.br/2015/07/14/ferrari-lamborghini-e-porsche-de-collor-tinham-adesivos-foi-voce-que-me-deu/

Para onde vamos?

"A tarefa para os brasileiros é se safar, política e democraticamente, do criador e da criatura. É uma questão de sobrevivência."
O Brasil está numa encruzilhada histórica. Para onde ir? Na República Velha, com todos os defeitos — que eram muitos —, a institucionalidade existente foi um anteparo durante mais de quatro décadas ao caudilhismo. Os principais líderes do período ficaram impossibilitados de exercer o poder à semelhança dos países platinos, assolados por este fenômeno desde o processo independentista. Um fazedor de presidentes, como o senador Pinheiro Machado, teve, se tanto, uma década de efetivo poder e, mesmo assim, não conseguiu chegar ao Palácio do Catete.
Os quinze anos do primeiro governo Getúlio Vargas se constituíram no primeiro momento que uma liderança caudilhista teve efetiva presença na cena política nacional. A ausência de liberdades durante mais de dez anos — excetuando o breve período 1934-1937 — acabou facilitando a consolidação da figura de Vargas, sem ter de travar um enfrentamento político com opositores devido à enorme concentração de poderes nas suas mãos.
O breve período democrático (1945-1964) acabou abrindo a possibilidade para a primeira liderança política efetiva, resultado do livre jogo eleitoral. Juscelino Kubitschek transformou seu quinquênio presidencial numa referência positiva de autoridade, dialogando com a oposição, injetando o país de otimismo e obtendo importantes vitórias no campo econômico.
O ciclo militar impossibilitou o surgimento de lideranças castrenses em parte devido às modificações adotadas, em 1965, que limitaram a permanência de oficiais em postos de comando e no mesmo grau hierárquico. A grande figura civil que emergiu do período foi Ulysses Guimarães, que, devido a diversas circunstâncias políticas, teve de ceder o posto para Tancredo Neves, como candidato oposicionista, em janeiro de 1985. A morte do presidente eleito e as particularidades da Nova República não permitiram ao Dr. Ulysses reassumir o papel exercido nos últimos anos do regime militar.
O processo eleitoral de 1989 deu ao país a possibilidade de restabelecer a democracia plena. Contudo, por decorrência de uma eleição solteira e do desgaste da presidência Sarney, acabou abrindo, pela primeira vez, as portas do Palácio do Planalto para dois candidatos antagônicos mas — paradoxalmente — similares. Incorporaram o figurino caudilhista, o salvacionismo popular, que, na República, ainda não tinha tido uma tradução tão perfeita como em Fernando Collor e Lula.
O impeachment acabou sinalizando a possibilidade de uma efetiva institucionalização da estrutura fundada pela Constituição de 1988. A ascensão de Itamar Franco ao governo, presidente sem carisma e nenhuma veleidade de caudilho, permitiu que sua sucessão ocorresse sem traumas e dentro da ordem constitucional. Fernando Henrique governou por oito anos e, na essência, de forma muito parecida com a do seu antecessor.
O ponto de ruptura ocorreu em 2002. A falta de compreensão da importância da eleição — deu até a impressão que o presidente desejava o triunfo do opositor — levou à vitória de Lula e do espírito caudilhista. Desde então a sua presença ofuscou, inclusive, lideranças do seu partido. O país passou a girar em torno dele, um caudilho de velho tipo, mesmo em plena vigência — suprema contradição! — da mais democrática e aperfeiçoada das constituições brasileiras.
Enquanto a economia dava sinais de vitalidade foi possível conciliar — na aparência — o caudilhismo com a democracia. Na essência, como seria de se esperar, foram solapados os fundamentos do Estado Democrático de Direito. A estruturação do que foi definido, com propriedade, na Ação Penal 470 como um projeto criminoso de poder, associou pela primeira vez na nossa história caudilhismo com um sólido partido político, dando sentido único a uma anomalia, que foi ocupando as estruturas de Estado.
A passagem do poder do criador para a criatura — sem carisma e história — trouxe mais um componente de crise. Que se agravou com as sérias dificuldades econômicas manifestadas a partir de 2013. O sistema político-institucional foi se esfarelando, não conseguindo dar respostas aos anseios da sociedade civil.
Vivemos o momento mais difícil desde a redemocratização de 1985. Não sabemos para onde ir. E o futuro próximo se avizinha cinzento. A pressão popular é desconsiderada pelos donos do poder. A desmoralização das instituições é evidente. Dois chefes de poderes — Dilma Rousseff e Ricardo Lewandowski — se encontraram em território estrangeiro para discutir não se sabe o quê. Ministro é acusado de chantagista cordial — ah, bons tempos do homem cordial de Sérgio Buarque de Holanda — e nada acontece. O PT teve um tesoureiro condenado pelo Superior Tribunal Federal por corrupção ativa e formação de quadrilha e seu sucessor, desde abril, também está preso. Em que país do mundo democrático há um partido no governo que tenha seus dois últimos tesoureiros presos?
Brasília está desconectada do Brasil. A vida segue na Praça dos Três Poderes como se o país vivesse no melhor dos mundos. A presidente diz que não vai cair com a maior naturalidade. Porém, dificilmente vai comer o peru de Natal no Palácio do Planalto. A gravidade da crise é tão grande que até seu criador está procurando uma forma de se livrar da criatura. O caudilho, que destruiu as instituições de Estado, tem plena consciência do significado negativo da permanência de Dilma para seu projeto pessoal. A tarefa para os brasileiros é se safar — política e democraticamente — tanto do criador, como da criatura. É uma questão de sobrevivência.
*Por Marco Antonio Villa é historiador

Governo acaba com programa que foi vitrine em eleição.

Foto: Agência Brasil
Dilma fazendo pose e enganando prefeitos, só para ganhar a eleição.
SÃO PAULO - O programa do governo federal de entrega de máquinas para pequenos municípios recuperarem estradas vicinais foi enterrado neste segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. As 18 empresas que ganharam bilhões em 2014 vendendo escavadeiras, niveladoras e caçambas para 5 mil municípios por meio do PAC 2 Equipamentos não receberam neste ano nem 3% do que ganharam no mesmo período do ano passado, poucos meses antes das eleições nacionais.
Em 2014, essas empresas figuraram entre as 200 que mais faturaram com contratos com a União, que promovia a entrega de equipamentos em cerimônias oficiais pelo interior do País, contando às vezes até com a presença da presidente.
De janeiro a abril daquele ano, elas receberam R$ 2,5 bilhões, segundo levantamento do Estadão Dados feito nas contas do governo federal - valor que caiu para R$ 75 milhões neste ano. Se for levado em conta apenas o gasto via Ministério do Desenvolvimento Agrário, responsável pelo programa de compra de máquinas, as empresas não receberam nem um centavo do governo em 2015.
A curva dos gastos federais com a compra desse tipo de equipamento no primeiro governo Dilma é crescente: a quantia repassada às revendedoras de máquinas foi subindo de maneira vertiginosa até 2014, ano em que o governo registrou o maior déficit primário nas contas públicas da série histórica, iniciada em 1997.
O valor gasto com essas empresas naquele ano chegou a R$ 5,5 bilhões - 60% disso foi desembolsado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. No total, a pasta diz ter comprado mais de 19 mil máquinas que foram distribuídas para praticamente todos os municípios brasileiros de pequeno porte, com o objetivo de recuperar estradas vicinais, facilitar o acesso das zonas rurais aos centros urbanos e melhorar o escoamento da produção agrícola.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Nordestinos já se arrependem de ter votado em Dilma.


Taxas de demissões no Nordeste são as maiores do Brasil
Leia Mais:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,aprovacao---a-dilma-cai--no-nordeste--com-cortes---imp-,1723537
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Segundo pesquisa Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Região Nordeste, onde a petista tradicionalmente tinha seus melhores índices de aprovação, foi onde sua popularidade mais caiu: de 18% em março para 13% em julho. No País, em média, a aprovação ficou em 9% e a reprovação, em 68%.
Na Bahia, por exemplo, reduto petista, onde a presidente obteve 70% dos votos em 2014 enquanto o candidato do PSDB, Aécio Neves, ficou com 30%, a rejeição à presidente cresce à medida que aumenta o desemprego.
Salvador é a região metropolitana com a maior taxa de desemprego, segundo o IBGE, 11,3%. A segunda maior, também está no Nordeste: Recife, com 8,5%. No País, o desemprego subiu para 6,7% em maio.

Lula, o mal que o Brasil não quer nunca mais.

"Uma das façanhas da diplomacia inaugurada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, foi isolar o País das grandes oportunidades de integração comercial, torná-lo dependente em excesso do Mercosul e da vizinhança e condená-lo a uma relação semicolonial com a China. 
Na segunda maior economia do mundo, governada por um partido comunista, mais empenhada em jogar na primeira divisão do capitalismo, os líderes devem gargalhar quando comentam o tosco e requentado terceiro-mundismo ainda seguido, embora com alguns sinais de divergência, nos gabinetes oficiais de Brasilia."
*Rolf Kuntz/Estadão

A presidente e a "merda dos outros".

Segundo a Folha de S. Paulo, ao saber da delação premiada do empresário Ricardo Pessoa, Dilma chamou auxiliares no Alvorada e afirmou: "Não sou eu quem vai pagar por isso. Quem fez que pague". Acrescentou: "Eu não vou pagar pela merda dos outros". A presidente deveria revelar quem são os outros. E a M q fizeram, ela e os outros, não pode ser paga pelo brasileiros impunemente.

'Homem de Dilma' na Eletrobras cobrou propina para a campanha de 2014, diz dono da UTC.

SINTONIA – O engenheiro Valter Cardeal, diretor da Eletrobras e braço-direito da presidente no setor elétrico: conluio com o tesoureiro João Vaccari Neto em Angra 3
SINTONIA – O engenheiro Valter Cardeal, diretor da Eletrobras e braço-direito
da presidente no setor elétrico: conluio com o tesoureiro João Vaccari Neto em 
Angra 3. (Alan Marques/Folha Imagem/VEJA)
Segundo a delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, negociação do contrato de construção da Usina de Angra 3 serviu para que Valter Luiz Cardeal, diretor da Eletrobras que tem livre acesso ao gabinete da presidente, cobrasse do consórcio de construtoras “doação” à campanha petista do ano passado.
Quando era presidente, Fer­nan­do Henrique Cardoso cultivou a fama de exterminador de crises, que, dizia-­se, sempre saíam do Palácio do Planalto menores do que entravam. De Dilma Rousseff, fala-se exatamente o oposto. Centralizadora e avessa a negociações, a presidente semeou um quadro de recessão econômica e de derrotas no Congresso. Rejeitada por nove em cada dez brasileiros, ela também perde apoiadores no grupo de políticos e empresários que ditam o rumo do país. Até o ex-presidente Lula, seu mentor, lhe faz críticas cada vez mais contundentes. Com apenas seis meses de segundo mandato, Dilma está só, não exerce o poder na plenitude nem consegue mobilizar a tropa governista. De quebra, é acossada por investigações que podem destituí-la do cargo - entre elas, a Operação Lava-Jato, que esquadrinha o maior esquema de corrupção da história do país. Diante de uma conjuntura assim, a maioria dos governantes optaria por mais diálogo, sensatez e pés no chão. Dilma não. Ela reage à crise com argumentações destrambelhadas, otimismo exagerado e erros primários de avaliação. Pior: como de costume, alimenta a agenda negativa.
Na semana passada, a presidente, contrariando o mais elementar dos manuais de política, fisgou a isca dos adversários e abordou novamente em público a possibilidade de enfrentar um processo de impeachment. "Eu não vou cair, isso é moleza", desafiou em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, na qual chamou setores da oposição de golpistas. A resposta foi imediata: "Tudo o que contraria o PT é golpe", ironizou o senador Aécio Neves (PSDB). Nos regimes democráticos, a destituição de um mandatário depende de provas, do aval das instituições e do apoio da opinião pública (veja a reportagem na pág. 54). Em sua defesa, Dilma alega que jamais se locupletou de dinheiro sujo. Falta a essa versão o respaldo inequívoco dos fatos. VEJA teve acesso a mais um testemunho de que propina cobrada em troca de contratos - desta vez, no setor elétrico, a menina dos olhos de Dilma - abasteceu os cofres do PT em pleno ano eleitoral. Os operadores da transação criminosa foram o onipresente João Vaccari Neto, então tesoureiro do partido, e Valter Luiz Cardeal, diretor da Eletrobras, o "homem da Dilma" na estatal e um dos poucos quadros da administração com livre acesso ao gabinete presidencial.
O relato desse novo caso de desvio de verba pública para financiar o projeto de poder petista consta do acordo de delação premiada firmado entre o engenheiro Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, e o Ministério Público Federal. Num de seus depoimentos, Pessoa contou que em setembro do ano passado o consórcio Una 3 - formado por Andrade Gutierrez, Odebrecht, Camargo Corrêa e UTC Engenharia - fechou um contrato para tocar parte das obras da Usina de Angra 3. A assinatura do contrato, estimado em 2,9 bilhões de reais, foi precedida de uma intensa negociação. A Eletrobras pediu um desconto de 10% no valor cobrado pelo consórcio, que aceitou um abatimento de 6%. A diferença não resultou em economia para os cofres públicos. Pelo contrário, aguçou o apetite dos petistas. Tão logo formalizado o desconto de 6%, Cardeal chamou executivos do consórcio Una 3 para uma conversa que fugiu aos esperados padrões técnicos do setor elétrico. Faltava pouco para o primeiro turno da sucessão presidencial. O "homem da Dilma" foi curto e grosso: as empresas deveriam doar ao PT a diferença entre o desconto pedido pela Eletrobras e o desconto aceito por elas. A máquina pública era mais uma vez usada para bancar o partido em mais um engenhoso ardil para esconder a fraude.
A conversa de Cardeal foi com Walmir Pinheiro, diretor financeiro da empresa, escalado para tratar dos detalhes da operação. Depois dela, Vaccari telefonou para o próprio Ricardo Pessoa e cobrou o "pixuleco". "Quando soube que a UTC havia assinado Angra 3, João Vaccari imediatamente procurou para questionar a parte que seria destinada ao PT - o que foi feito pela empresa", relatou o empreiteiro. Aos investigadores, Pessoa fez questão de ressaltar que, segundo seu executivo, foi Cardeal quem alertou Vaccari sobre a diferença de 4 pontos percentuais entre o desconto pedido pela Eletrobras e o concedido pelas construtoras. Perguntado sobre o que sabia a respeito de Cardeal, Pessoa afirmou: "É pessoa próxima da senhora presidenta da República, Dilma Rousseff".
*Via Veja.com - Com reportagem de Adriano Ceolin e Mariana Barros

domingo, 12 de julho de 2015

"O Papa é pop, o Papa não poupa ninguém"

Uma empresa cuida da sua imagem. Os seus símbolos são a sua identidade para os consumidores, de modo que são protegidos com muita seriedade para que possam ter o seu valor simbólico preservado. A Apple, hoje, é a marca mais valiosa do mundo. Quando olhamos para aquela maçã, somos levados a pensar em qualidade, bom gosto, modernidade, inventividade, liderança. Ou seja, há valores que ela expressa que são relevantíssimos e que fazem com que as pessoas cada vez mais adiram a ela, sejam inspiradas por ela.
Ora, se com os símbolos comerciais essa realidade se impõe, com os religiosos avultam em gravidade e importância. É que os símbolos religiosos tocam o sagrado, o divino, o sobre-humano. Quando o católico olha para a hóstia consagrada, ele está ali vendo um símbolo da sua fé, o corpo místico de Cristo, que é presentação d'Ele na transubstanciação do pão em carne.
O que identifica os cristãos, porém, universalmente é a Cruz. O que seria o símbolo mais eloquente da derrota e da morte passou a ser a marca da redenção e da ressurreição. Ela representa o sentido vicário e salvífico da missão de Cristo, que ao ser imolado, cumpre todas as profecias, sela a nova aliança com Deus, e nos abre as portas para ressurreição e o Reino.
Não se brinca com os símbolos sagrados. Ou não seriam eles... sagrados! A sua sacralidade decorre justamente da sua intocabilidade, da sua dimensão transcendental. O sentimento do sagrado é a vivência do divino, do amálgama entre o dado real e o dado de fé que se expressa por meio dele.
A foto do Papa Francisco recebendo de Evo Morales a imagem de Cristo crucificado em um símbolo comunista é a degradação de um símbolo sagrado e um desrespeito à nossa fé. Pouco importa tenha sido produzida por um porralouca jesuíta da teologia da libertação; torna aquela imagem ainda mais uma grave ofensa, "per fas et nefas".
Francisco demonstra uma permissividade preocupante. Um Papa relativista, com uma formação teológica limitada, sem a estatura intelectual para os desafios da Igreja do Século XXI. E o que deveria fazer ele, diante do presente do presidente cocaleiro? Gentilmente, não recebê-lo e, depois, como líder religioso da Igreja de Deus admoestar os que fizeram a peça. Nada mais anticristão do que o marxismo; nada mais anticristão do que o materialismo dialético. Mas o nosso Papa é pop e com isso não poupa os católicos de assistirem essa degradação relativista dos nossos símbolos religiosos.
Depois de dois gigantes como São João Paulo II e Bento XVI, dá uma dor profunda que o primeiro Papa latinoamericano seja um homem com estreita visão da fé, do mundo e do seu papel para os católicos em uma época tão complexa como a nossa. Quem quer ser aprovado e elogiado pelo mundo, não poderá anunciar com força a palavra de Deus. Porque é ela "loucura para os gregos e escândalo para os gentios".
*Adriano Soares da Costa, via Facebook - https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1626840004257175&set=a.1389855141288997.1073741828.100007935727197&type=1&theater

Deputado reproduz promessas de Dilma e enfurece petistas.


Em sessão plenária desta quarta-feira (4) na Câmara Federal, o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) reproduziu no microfone da Casa um áudio da então candidata Dilma Rousseff, no qual ela sobre promessas e um país totalmente fora da realidade.

Uma prova que petista gosta de autoritarismo, a versão só têm pro lado deles e tudo que for ao contrário é contra o povo. Parabéns ao Deputado Bruno Araújo
Deputado tucano reproduz promessas de Dilma e enfurece petistas Em sessão plenária desta quarta-feira (4) na Câmara Federal, o deputado Bruno Araújo reproduziu no microfone da Casa um áudio da então candidata Dilma Rousseff, no qual ela sobre promessas e um país totalmente fora da realidade. Em desespero, os deputados petistas pediam para o presidente d Câmara, Eduardo Cunha, impedir a exposição das promessas de Dilma. “O que nós assistimos neste começo de ano é um país absolutamente enganado. Nós assistimos ao longo desse período a maior traição e trapaça
eleitoral da história republicana”, disse o tucano.