A bela e inteligente jornalista Rachel Sheherazade
Este blog objetiva a publicação de notícias e entretenimento, com base nas publicações jornalísticas nacionais. As de autoria de terceiros terão suas fontes declaradas ao final de cada postagem.
sábado, 8 de março de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
Certos jornalistas brasileiros parecem viver em Marte.
A Jornalista
Eliana Catanhêde, embora não pareça estar comprometida politicamente com nenhum
partido político, sabe, como ninguém, criticar a oposição brasileira.
E
tem criticado a oposição brasileira com uma frequência estranha.
Mas
não diz, em seus textos, que a imprensa brasileira está alinhada ao PT, e muitos dizem graças as polpudas verbas publicitárias estatais, e que
a oposição não tem espaço na mídia exceto nas redes sociais.
Catanhêde
não diz que os órgãos públicos do país estão aparelhados e a própria Justiça,
aos poucos, forma uma maioria de tendência a aprovar todas as demandas do
governo petista.
O
próprio presidente do STF chama isso de "maioria de
circunstância".
Fica
difícil fazer oposição neste caso. Nenhum discurso, por mais veemente que seja
contra o Governo, terá repercussão na mídia brasileira.
A
imprensa brasileira faz com que os nomes da oposição não apareçam e não sejam
conhecidos pelo povo.
Ademais,
os espaços concedidos ao governo e eventos promovidos pelo Governo socialista
bolivariano brasileiro, nos Jornais, no Rádio e TV brasileiro chega a parecer
algo vergonhoso, adredemente efetivados, e, muitas vezes, se configura em
propaganda eleitoral ilegal.
Chegou
a hora de dar um basta nisso!
Chegou
a hora de varrer os comunistas do Governo Brasileiro, mas com a imprensa
comprometida e imersa no projeto ideológico jurássico do PT, não poderemos,
definitivamente, contar.
Resta-nos
os espaços das Redes Sociais que mesmo censuradas e monitoradas pelo governo e
seus áulicos, ainda nos parece um território fértil para conscientizarmos a
todos que devemos evitar a implantação, iminente, do comunismo no Brasil.
Ucrânia pede à ONU para acabar com a agressão russa.
O plenário do
Conselho de Segurança da ONU em Nova Iorque (foto: CC BY-SA
Gruban/Flickr/File)
A
agência de notícias AP (Associated Press) informou hoje cedo que o embaixador
da Ucrânia na ONU pediu, ontem, uma reunião de emergência do Conselho de
Segurança para “fazer todo o possível imediatamente” para parar a agressão
militar da Rússia ao país e remover as tropas de Moscou que já invadiram a
estratégica região da Crimeia no sul da Ucrânia. Mas parece
improvável que o Conselho atenda ao seu pedido.
Como
um membro permanente do Conselho, a Rússia tem poder de veto e pode bloquear a
reunião e impedir que o Conselho adote qualquer resolução que critique ou
imponha sanções a Moscou.
O
Secretário Geral, Ban Ki-Moon, urgiu, pelo telefone, que o Presidente russo
Vladimir Putin dialogue urgentemente com as autoridades de Kiev. Dizendo que a
situação na Ucrania “é tanto perigosa com desestabilizadora”, a embaixadora
Americana na ONU, Samantha Power, disse ao Conselho que “é hora dos militares russos
porem um fim à intervenção na Ucrânia”. Power e outros membros do Conselho
instaram em enviar monitores internacionais à Ucrânia o mais breve possível
para observar a situação e Power advertiu que “as ações provocativas da Rússia
poderia facilmente forçar a situação para além de um ponto de frenagem”. Ela
também mencionou o trabalho sobre uma mediação internacional a ser enviada uma
comissão a Ucrânia. O Conselho de Segurança se reuniu emergencialmente pelo
segundo dia consecutivo pelos rápidos desdobramentos dos eventos na Ucrânia.
Até mesmo se reuniu brevemente numa sessão aberta transmitida pela TV, apesar
das objeções da Rússia, para em seguida reassumir a reunião com portas
fechadas. O atual presidente do conselho, a embaixadora de Luxemburgo, Sylvie
Lucas, disse que os membros destacaram a importância da manutenção da
integridade territorial da Ucrânia e da necessidade de se baixar as
tensões, sem falar da necessidade de observadores internacionais no
local.
O
embaixador russo na ONU, Vitaly Churkin, disse que o novo governo em Kiev
precisa se livrar dos “radicais” e advertiu que “tais ações que estão tomando
levariam a desdobramentos muito difíceis, que a Federação Russa está tentando
evitar”. Churkin também acusou o Ocidente de interferir nas recentes
manifestações em Kiev que se tornaram violentas entre tensões oriundas da
decisão do agora fugitivo presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovych, em tornar a
Ucrânia a parceira maior da Rússia, sua patroa antiga, ao invés da União
Europeia como deseja a maior parte da sua população.
A
Rússia deu refúgio a Yanukovych, que fugiu há uma semana. Churkin disse que a
Rússia estava a intervir militarmente a pedido das autoridades pró-Rússia na
semiautônoma Península da Crimeia, onde o idioma mais falado é o russo e sede
da frota da Esquadra Naval Russa do Mar Negro.
O
Embaixador britânico Mark Lyall Grant, que convocou a reuniçao para o sábado de
ontem, disse a jornalistas, depois, que "não há justificativa para as
atividades militares da Rússia nas últimas 48 horas".
O
secretário geral adjunto da ONU, Jan Eliasson, disse que a situação na Ucrânia
é "muito difícil e muito perigosa" e disse que há “sinais negativos,
sinais graves, de riscos de uma escalada bélica na região, que ninguém sabe o
que pode resultar", uma vez que ambos os lados são potências nucleares. Já
o embaixador ucraniano na ONU, Yuriy Sergeyev, pediu aos outros quatro membros
permanentes do Conselho de Segurança – Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e
China – para ajudarem e acrescentou que a Rússia havia rejeitado a proposta da
Ucrânia para realizar consultas bilaterais imediatas. Quando perguntado mais
tarde se a Ucrânia está em guerra com a Rússia, Sergeyev disse: "Não. Nós
não estamos em guerra. Estamos tentando evitar confrontos. Por enquanto,
estamos apenas sendo provocados".
Ban,
o chefe da ONU, disse ontem de manhã que estava “gravemente preocupado sobre a
deterioração da situação” na Ucrânia e apelou para um “completo respeito e
preservação da independência, soberania e integridade territorial” do país.
Mais tarde, Ban falou por telephone com Vladimir Putin, segundo afirmou
funcionários do escritório de Ban. Segundo eles, durante a conversa, Ban
exortou o Presidente russo de que “é crucial que se restaure a calma e que se
proceda a uma imediata desescalada da situação”. Disse ainda que “as cabeças
frias devem prevalecer e o diálogo tem que ser a única ferramenta para por fim
a esta crise”.
Ban
planeja se reunir em Genebra com seu enviado especial Robert
Serry, o primeiro embaixador da Holanda na Ucrânia. Na segunda feira passada
Ban pediu a Serry que fosse à Crimeia como parte de uma missão de levantamento
dos fatos. Entretanto, após ter consultado como as autoridades da região, Serry
decidiu que uma visita não seria possível. Lyall Grant disse que por seu
entendimento Serry não poderia ir pelo fato do espaço aéreo sobre a Crimeia ter
sido fechado. Eliasson chamou a decision de “puramente logística”.
* Francisco Vianna, (com base na agência de notícias AP – Associated Press)
Precisamos reagir a esse processo de "venezuelização" do país.
Existe
uma crise republicana e institucional no país. A pressão excessiva que o
governo federal exerce sobre os outros poderes, a política externa aliada
ideologicamente com regimes totalitários e o descaso com a Constituição estão
colocando a democracia brasileira em xeque.
Não
deixem de analisar com profundidade o momento político que estamos vivendo. Nós vemos que o PT está transformando
a República em aparelho de partido. Governo de coalizão para o PT é mercado
persa de cargos e ministérios. Está aparelhando de tal maneira que este governo
não aceita críticas, não aceita fiscalização, não aceita convocação de
ministro. O que diferencia uma democracia de uma ditadura? A democracia amplia
todos os mecanismos de fiscalização: quanto mais, melhor. As ditaduras
restringem ao máximo ou a aniquilam. Existe algum poder independente no país? Não.
Existe alguma entidade independente capaz de vocalizar o sentimento da nação
brasileira? Não. A ação de se ocupar das estruturas, seja do Legislativo, do
Judiciário, ou das entidades de classe está criando algo que preocupa todos
aqueles que são defensores da democracia.
Existe um silêncio
covarde de muitas entidades, como a OAB, as centrais sindicais e a UNE, que se
omitem diante dos desmandos do governo federal em áreas como os direitos
humanos, leis trabalhistas e o respeito à Constituição. Para exemplificar, a
condição dos médicos cubanos que vieram ao Brasil, a omissão do Itamaraty ao
caos político da Venezuela, do escândalo de corrupção internacional que assola
a Petrobras e dos polêmicos contratos que o governo vem assinando com regimes
ditatoriais da África e América Latina em benefício de grandes empreiteiras que
financiaram o PT nas últimas eleições.
Nós
só valorizamos a liberdade quando nós a perdemos. E nesse momento eu vejo que
nós estamos diante de um quadro onde os escândalos se proliferam numa proporção
geométrica e, no entanto, a fiscalização e as punições são totalmente
desativadas e muitas vezes desacreditadas pela população brasileira. Eu quero
pedir a todos os colegas que possamos refletir, analisar bem o momento em que
nós estamos vivendo. O mal que estão fazendo à democracia brasileira, às nossas
instituições.
*Ronaldo Caiado
Senado debaterá a maioridade penal.
O debate da maioridade penal vai ao Plenário do
Senado. A proposta de Aloysio
Nunes Ferreira rejeitada
na CCJ será votada no plenário ainda neste semestre. Os crimes hediondos
praticados por menores se sucedem interminavelmente.
Ainda ontem as TVs
brasileiras deram destaque ao assassinato de um jornalista em São Paulo, com
lances de terror que provocaram enorme indignação.
O Senado tem que dar
resposta às exigências da população!
*Alvaro Dias
Bolsa prostituição.
Senado aprova pagamento de bolsa mensal de R$ 2.000,00 para garotas de programa. Uma proposta polêmica, de autoria da senadora Maria Rita, do Partido dos Trabalhadores, foi aprovada por maioria de votos. Trata-se do pagamento de uma bolsa mensal no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) para garotas de programa em todo país. “O objetivo da bolsa é dar a essas mulheres a possibilidade de terem uma vida mais digna, pois o dinheiro deve ser prioritariamente utilizado com prevenção de doenças”, explicou a senadora. Segundo ela, o projeto tem interesse público, pois também tem o objetivo de “disponibilizar pra clientela um serviço de melhor qualidade, já que as meninas poderão se cuidar melhor, pagar tratamentos estéticos, frequentar academias etc.” O projeto de lei vai ser submetido à sanção da presidente Dilma e deve entrar em vigor até o início da copa de 2014. É isso aí pessoal. Enquanto um professor da rede privada tem um piso salarial salarial de R$743,00 para formar cidadãos dignos
,uma prostituta ganha R$ 2000,00 para rodar bolsinha com qualidade. Claro que a inciativa do projeto só podia vir de um PETISTA mesmo não é?
O PT na contramão do progresso e da democracia...
Prezados Amigos. O governo do PT na contramão do progresso e da
democracia... enquanto estreita laços com a ditadura cubana... distância do
progresso e da democracia americana. Resultado nossa balança comercial um caos.
Éramos a sétima economia do planeta e agora estamos chegando a nona com a
desastrosa política econômica da "presidenta" de Cuba. Na época do
Regime Militar éramos a quadragésima nona economia e passamos para a oitava
maior do planeta; o Brasil crescia 12% ao ano e tinha apenas 12 ministérios. A
educação era de "excelência" a saúde de boa qualidade e a segurança
de primeiro mundo. E, agora senhor Lula e senhora Dilma para onde??? Acorda
Brasil!
*Jorge Eduardo
Moraes Silva, via Facebook
quinta-feira, 6 de março de 2014
Financiamento secreto.
Faz alguns dias, depois de breve passagem por Davos, na Suíça, de dois dias em Lisboa em razão de suposta “parada técnica” a ensejar excelente experiência gastronômica, hospedagem no Ritz e jantar no Eleven, acompanhada de numerosa comitiva, a senhora presidente voou até Cuba, onde recebeu as homenagens do ditador Raúl Castro; lá fez declarações um tanto estranhas para serem ditas por uma chefe de Estado.
Como é sabido, em meados de 2012, por intermédio do BNDES, o governo celebrou contratos de financiamento com Angola e Cuba, chumbados com a nota de secretos até 2027. Esta circunstância chamou a atenção, uma vez que nenhum dos restantes contratos com Estados estrangeiros foi carimbado com o selo de secrecidade. Por que secretos os pactos com Angola e Cuba e só eles?
Concluída a metade das obras portuárias de Mariel, para as quais o Brasil entrou com a soma de US$ 802 milhões por intermédio do BNDES, a senhora presidente ao comparecer à inauguração desta etapa do porto, anunciou e prometeu a concessão de mais US$ 290 milhões, para a conclusão da mencionada obra; é de notar-se que esta soma adicional a ser concedida está na dependência do respectivo contrato.
A revelação de mera promessa na forma escolhida destoa dos estilos protocolares e dir-se-ia uma temeridade diplomática, que prefiro substituir dizendo que ela se deveria à pressa juvenil da senhora presidente, cuja precipitação recebida com aplausos cubanos teria arranhado as bicentenárias tradições da casa de Rio Branco, celeiro de precedentes em que a prudência, a medida, a oportunidade, o equilíbrio e o decoro do país eram cultivados religiosamente.
Na ilha do Caribe a ocorrência tem sido festejada como acontecimento histórico, mas são muitos os brasileiros incomodados com o ostensivo financiamento da construção de obras estrangeiras, quando os nossos portos, inclusive o maior deles, o de Santos, carece de complementos necessários e fundamentais.
Parece que a senhora presidente se esqueceu do que a Constituição, ao enunciar os Princípios Fundamentais da Nação, prescreve “a República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais: II. prevalência dos direitos humanos”. Ora, só por irrisão alguém poderia arrolar a ilha presídio, entre as nações fiéis aos valores universais, contidos na expressão prevalência dos direitos humanos. Daí porque, salvo erro, entendo que a maioria dos brasileiros sentir-se-ia melhor governado se visse os recursos de seus pesados tributos aplicados para o Brasil e os brasileiros, inclusive em seus portos carentes, lembrados antes de contempladas obras estrangeiras. Não se discute se estas têm importância, mas se trata de saber se os brasileiros têm ou não preferência sobre os recursos nacionais, recursos esses que representam 30% de tudo quanto o Brasil produz.
A cláusula constitucional invocada é novidade da Constituição de 88 e deve ser observada e construída com vistas à sua finalidade e dela não esquecer a ponto de chegar a ser esquecida.
A propósito, não seria o caso de indagar ao Ministério Público Federal, aquinhoado de tantos poderes, o ajuizamento de ação civil pública tendente a revelar à Nação os documentos que instruíram a marca de secretos, os negócios celebrados com Angola e Cuba?
* PAULO BROSSARD, Jurista, ministro aposentado do STF
Dilma e Lula se encontram, mas ele se esconde da imprensa.
(Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula)
Lula se encontrou com Dilma e o assunto foi as eleições deste ano. A necessidade do encontro justifica-se em razão do abalo entre o ex-presidente e sua sucessora Dilma Rousseff , que a imprensa já fala teria atingido teria alcançado o índice 6 na chamada Escala Ritcher, que mede, pasmem, a intensidade dos terremotos.
O encontro, claro, foi reservado, e o ex presidente procurou ser mais discreto possível já que ele, depois denúncias contidas no livro de Romeu Tuma, anda se escondendo para não ter que dar entrevistas ou satisfações à imprensa.
Lula também disse a Dilma para não temer uma candidatura sua. Ele diz não está preparado para voltar, agora.
Também pediu, em nome da consideração que tem por Sarney, que ela tudo faça para contar com o apoio do PMDB na sua candidatura à Presidência pelo PT.
Lula, embora sem a saúde de antes, continua o mesmo: liso, cínico e aproveitador.
Consumo de Cocaína Mais que dobra em 10 anos
O consumo de cocaína no Brasil mais que dobrou em menos de dez anos e já é quatro vezes superior à média mundial. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 4, pelo Conselho Internacional de Controle de Narcóticos, entidade ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), em seu informe anual. A entidade também critica a liberalização do consumo de maconha no Uruguai e regiões dos EUA e alerta: jovens sul-americanos parecem ter uma "baixa percepção do risco" que representa o consumo de maconha.
Em 2005, a entidade apontava que 0,7% da população entre 12 e 65 anos consumia cocaína no Brasil. Ao fim de 2011, a taxa chegou a 1,75%. De acordo com os dados da ONU, o consumo brasileiro é bem superior à média mundial, de 0,4% da população. A média brasileira também supera a da América do Sul, com 1,3%, e é mesmo superior à da América do Norte, com 1,5%.
O Brasil, segundo o informe anual, se consolidou não apenas como rota da cocaína dos Andes para a Europa como também passou a ser um mercado fundamental. Em 2012, as maiores apreensões de cocaína no Brasil ocorreram a partir de carregamentos da Bolívia, seguidos por Peru e Colômbia.
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