quarta-feira, 29 de junho de 2011

Christine Lagarde é eleita diretora-g​eral do FMI.

Lagarde, a primeira mulher da história da instituição a assumir o cargo
(Foto: Francois Mori/AP) 
A francesa Christine Lagarde foi eleita ontem, terça-feira, para o cargo de diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Lagarde é a primeira mulher a alcançar o posto e sucede o francês Dominique Strauss-Kahn no cargo.
Kahn pediu demissão após o escândalo sexual em que se envolveu nos Estados Unidos.
O FMI anunciou que seu conselho escolheu Lagarde sem detalhar se havia sido unanimidade.
O Brasil apoiou a candidatura da francesa.
Na disputa, estava o mexicano Agustín Carstens.

E o Eike perdeu...

Uma joint venture entre os grupos Águia e Traffic adquiriu os direitos de comercialização de um pacote de uns 100 mil ingressos especiais da Copa no Brasil, em 2014.
Os bilhetes se destinam aos convidados vips de empresas.
É o chamado Programa de Hospitalidade, pelo qual o felizardo assiste aos jogos na maior mordomia.
O pacote inclui ingresso, camarote, bufê, transporte e estacionamento.
Este pacote de ingressos vips foi disputado por Eike Sempre Ele Batista.
Em maio, o empresário, apressadinho, chegou a anunciar nos EUA: “Quem quiser ingressos para 2014, só na minha mão, cavalheiros.”
*Fonte: Anselmo Gois

A França disse não ao “casamento” homossexual.

Por Gabriel Ferreira:
Talvez o leitor ainda não tenha visto, pois saiu um tanto discreto na mídia, a notícia de que a França rejeitou por 293 votos contra 222 o projeto de lei – de iniciativa do Partido Socialista – que aprovaria o “casamento” homossexual.
Como assinala o jornal O Estado de São Paulo no dia 14 de junho de 2011, isso mostra como “os valores tradicionais” ainda “vigoram em muitas partes da França”.
O Estado ainda informa que o principal tribunal francês decidiu que as leis que impedem o “casamento” homossexual não violam a Constituição e que qualquer mudança a esta medida cabe ao parlamento.
O estranho é que uma notícia como essa deveria estar estampada em todas as manchetes. Mas o próprio Estado que a publicou o fez com certo descontentamento. Se fosse o contrário, nós veríamos a notícia nas primeiras páginas de todo o mundo.
Agradeçamos a Nossa Senhora de Paris esta vitória e peçamos que ela continue protegendo aquele país contra as investidas da Revolução Cultural anti-católica que tanto contrasta com o passado glorioso da Filha Primogênita da Igreja.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Myrian Rios dispara: "Eu tenho direito de não querer um homossexual como meu empregado".

Ex-atriz e atualmente deputada estadual, Myrian Rios causou polêmica na internet depois da divulgação de um vídeo em que ela se manifesta no plenário da (Alerj (Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro) a respeito da homossexualidade. A veterana chegou inclusive a relacioná-la a uma eventual prática de pedofilia durante seu discurso.
“Não sou preconceituosa e não discrimino. Só que eu tenho que ter o direito de não querer um homossexual como meu empregado, eventualmente”, disparou. “Por exemplo, digamos que eu tenha duas meninas em casa e a minha babá é lésbica. Se a minha orientação sexual for contrária e eu quiser demiti-la, eu não posso. O direito que a babá tem de querer ser lésbica, é o mesmo que eu tenho de não querer ela na minha casa. São os mesmos direitos. Eu vou ter que manter a babá em casa e sabe Deus até se ela não vai cometer pedofilia contra elas, e eu não vou poder fazer nada”, emendou.
“Se eu contrato um motorista homossexual, e ele tentar, de uma maneira ou outra, bolinar meu filho, eu não posso demiti-lo. Eu quero a lei para demitir sim, para mostrar que minha orientação sexual é outra”, comentou. “Eu queria que meus filhos crescessem pensando em namorar uma menina para perpetuar a espécie”, completou ela, ao se manifestar contra a PEC 23/2007, que visa acrescentar a orientação sexual no rol das vedações à discriminação da Constituição do estado do Rio de Janeiro.
Assista ao vídeo sobre o polêmico discurso da deputada estadual e dê sua opinião:



Governo de aloprados.

A nova ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti
 O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, já deu início ao movimento para tentar livrar a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati, das investigações a respeito do envolvimento dela no escândalo do Dossiê dos Aloprados.
Mercadante foi o principal mentor da fabricação de um falso dossiê contra o tucano José Serra, em 2006.
Em sua edição desta semana, VEJA revela que Ideli também esteve envolvida no caso, participando das negociações para a compra do falso dossiê.
 Em entrevista ao jornal O Globo, Mercadante saiu em defesa da colega, utilizando-se da tradicional argumentação petista: tudo não passa de uma tentativa de atingir a nova ministra e o governo Dilma Rousseff.
 Como mostra reportagem de VEJA, Ideli participou de uma reunião, em 4 de setembro de 2006, na qual ficou incumbida da tarefa de divulgar o falso dossiê contra Serra. Participaram do encontro, além de Ideli e Mercadante, o sindicalista Osvaldo Bargas, o petista Expedito Veloso – responsável por revelar o envolvimento do ministro na fraude –, e o ex-chefe de inteligência da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o catarinense Jorge Lorenzetti.
 Mercadante admitiu a participação de Ideli nessa reunião – mas negou que Lorenzetti – que chegou a ter a prisão decretada por envolvimento no caso – tenha participado do encontro.
“O Lorenzetti nunca esteve no meu gabinete.
 E qual a razão para citar o Lorenzetti?
Por que construíram essa mentira?
Para tentar colocar a Ideli.
Como Lorenzetti era de Santa Catarina, e como Ideli acabou de virar ministra, é uma forma de tentar envolver o governo Dilma que não tem nenhuma relação com esse episódio”.
 Na versão do ministro, a reunião teria servido para que Bargas e Veloso o alertassem que um depoimento no Conselho de Ética do Senado poderia envolver seu nome no escândalo da máfia dos sanguessugas.
Mercadante afirmou que decidiu, então, conversar com Ideli para perguntar se deveria rebater as acusações também no Conselho de Ética – e ela afirmou-lhe que não.
* http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/mercadante-e-ideli-tentam-se-defender

Qual a razão da politização da “causa gay”?

Porque os “gays” querem o Estado se metendo em suas relações quando os “hetero” lutam justamente pelo contrário?
E de repente a momentosa questão dos “direitos dos homossexuais” passa a ser aquilo que – li esses dias – os americanos já chamam da “questão de direitos civis do nosso tempo”.
Sinal dos tempos…
Para se receber o carimbo de “progressista” ou evitar o apodo de “reacionário”, hoje, é preciso, antes de mais nada, declarar-se a favor do “casamento gay”. Ou seja, exigir que o Estado chancele as relações amorosas desse segmento, velhas como a humanidade.
Isso basta para explicar a forma como trata essa questão a imprensa “corporate”, que é a que se pauta pelas “melhores práticas de governança corporativa”, aquelas que dizem que você deve fazer tudo para agradar a todos, vender o mais possível e tomar o mínimo de posições contra ou a favor de qualquer coisa porque isso tende a excluir freguesias.

Esse pessoal adere por princípio ao que quer que seja, desde que dê Ibope. E sexo sempre deu Ibope.
Acontece que a tomada de assalto das redações modernas pelos agentes da “governança corporativa” juntou a esse viés deles característico um outro, pré-existente, também de força insuspeitada para quem vive aqui fora. É que os jornalistas são especialmente sensíveis aos adjetivos “progressista” ou “reacionário”. São capazes das maiores ignomínias para atraí-los ou para afastá-los de si.
O cruzamento das duas coisas explica o tratamento dado à “questão gay” neste Ocidente “corporativo-politicamente-correto” em que vivemos onde CEO’s, jornalistas e políticos se diferenciam cada vez menos em matéria de propósitos e de comportamento e todos clamam em uníssono pela intervenção do Estado nesse particular departamento das relações amorosas.
E eu que pensava exatamente o contrário!
Registrei meu casamento para não criar um problema com minha mulher e não ter de dar longas satisfações à  minha mãe apenas para fazer alarde de minhas convicções ideológicas. (Nem as minhas próprias valem esse trabalho todo para nada que não resulte em mudanças de fato). Mas sempre achei uma intromissão absurda ter de registrar minhas relações afetivas junto à igreja e ao Estado, especialmente neste país onde as  “autoridades” que o representam, só pelo fato de sê-lo, já são, mais que suspeitas, claramente culpadas de alguma das práticas nefandas que se exige para que alguém se torne uma.
Pois “autoridade publica”, no Brasil, onde somente os cargos executivos e legislativos são conquistados com a chancela do eleitor, é uma condição que pressupõe que, no mínimo, você tenha se aliado incondicionalmente aos governantes e alugadores de governabilidade que conhecemos, os únicos que têm a prerrogativa de faze-lo.
Na minha pesquisa individual, aliás, o que constato é que desde que os heterossexuais passaram a ser obrigados a esse ritual humilhante, eles querem mais é se livrar de ter de pedir licença a quem nem sequer conhecem; a quem sabem que vive, antes de mais nada, de explorá-los, para se relacionar duradouramente com alguém.
Daí o crescimento vertiginoso do numero das relações ditas consensuais, sem registro oficial, e da alta de expressões como “ficar” que reforçam o caráter precário de um tipo de relação que o Estado quer perene, e de todos os outros sinais do nojo crescente que as pessoas de bem sentem da indústria que foi montada na esteira do registro oficial das relações amorosas.
E, no entanto, tudo isso que, no mundo hetero, define uma atitude “progressista” quanto aos relacionamentos amorosos, adquire o significado contrário no mundo “gay”. Ali todos fazem questão, hoje em dia, de que deputados e senadores, governadores e prefeitos, reis e presidentes chancelem as relações amorosas de cada um e as cerquem de documentos oficiais, assinaturas com firma reconhecida, testemunhos, carimbos e registros nessas instituições nefandas que são os cartórios.
A intromissão do Estado na ordem familiar começa, como sempre, por um motivo nobre: acabar com a instituição antidemocrática da primogenia, pela qual legava-se tudo ao filho mais velho em detrimento dos demais, no sistema feudal, com o propósito de não dividir jamais a propriedade (especialmente a da terra). A divisão igualitária da herança por todos os filhos (inclusive os “naturais”) é justa e democrática, além de socialmente saudável já que empurra para a pulverização da herança o que favorece o trabalho, a renovação e a mobilidade social.

Foi só por isso que o Estado se meteu nessa seara. Tocqueville tem passagens memoráveis sobre a importância desse passo no seu A Democracia na América.
Mas, como sempre acontece, a coisa degenerou.
Como em tudo onde o Estado é chamado a apor o seu carimbo, nasceu uma indústria de corrupção em torno da obrigação de registro das relações que, no início, tinham em vista as que resultam em prole pelas razões acima apontadas e não para excluir os homossexuais ou para tornar eterno o que só pode ser eterno enquanto durar, como dizia o poeta.
Legiões de advogados vivem hoje como nababos por se terem especializado em transformar as relações inauguradas em nome do amor em formas revoltantes de escravização de um cônjuge pelo outro. As arapucas que eles armam não tem nada a ver sequer com a realidade financeira vivida por cada um. São simples arquiteturas de exploração e parasitismo montadas em torno das falhas das leis por advogados inescrupulosos que, conseguindo transformar um dos cônjuges em sanguessuga eterno do outro, terá garantido para si uma parte do sangue chupado.

É também porque o Estado foi chamado a entrar nessa seara que floresce no mundo hoje a popularíssima profissão de “golpista do baú”, aquele tipo que simula amor com o propósito antecipado de se transformar num parasita com apoio da força publica.
É em função de tudo isso, enfim, que os heterossexuais há tempos dão sinais cada vez mais veementes de que querem que o Estado os esqueça e, na impossibilidade de revogar as leis que sustentam mais uma das industrias  do crime que vicejam à sombra dele, vêm inventando os meios e modos que cada censo confirma para seguir se relacionando amorosamente à revelia dele.
Os homossexuais, entretanto, vão na direção contrária.
Precisam de fato da proteção do Estado para praticar suas preferencias? Nunca, em parte alguma e em tempo nenhum, como a História mostra com profusão de exemplos. Especialmente no Brasil em que eu vivo, seja qual for a latitude ou a classe social que se queira medir.
Precisam dela para viver uma relação mais prolongada, incluindo tudo que implica uma relação “hetero” prolongada, excluídos os limites impostos pela Mãe Natureza? Não outra vez.
Para doar seus bens uns para os outros? Negativo de novo.
Para ter mais segurança? E existe algum pingo de verdade nessa suposta preferencia do crime por homossexuais no país em que mais se morre de morte matada, mesmo entre os países oficialmente em guerra?
A verdade verdadeira é que, descontada a legação de tetas outorgadas pelo próprio Estado, as únicas que, nos tempos modernos, continuam sendo hereditárias ou regidas pelos registros oficiais, os “gays” não precisam do Estado para nada, como todos nós outros.
Assim, procure onde você quiser as justificativas para a politização do tema “gay”. Menos no terreno da afetividade. Este é livre. É de foro íntimo. Pode e deve ser vivido totalmente fora do âmbito institucional. Como os heterossexuais poderão fazer logo se houver mesmo esperanças de sobrevivência da democracia na Terra.

Cabral em fogo cruzado, Brasil terra de gangsterismo!

Tanto Cabral como Ideli e Mercapurgante, nao passam de Gangster perigosos e pior, estao hoje no poder um governador e os outros dois, ministros de estado, li as materias e fiquei horrorizado (nao surpreso), este Cabral é um crapula ordinario, um tremendo 171, vigarista safado que tenta se passar de bom moço, quando sabemos, naos passa de um mafioso corrupto e ainda vem aquele outro cinico do Eike Batista dizer que os amigos é ele quem escolhe, só que ele (Batista) esta esquecendo que suas amizades sao figuras publicas e portanto nos devem safistaçao, ja que seus negocios, sao todos muito duvidosos. Ja os dois aloprados (Idele e Mercapurgante), estes nao vou perder muito tempo, nao passam de bandidos, marginais mesmo, gente da pior especie, canalhas! SP se livrou de um gangster, imagina este sujeito (mediocre e safado) como governador de SP, que alias, SC tambem deve comemorar , ja que a mucréia da Ideli tambem ganhou o cartão vermelho.
*Rui Marangoni, por e-mail, via bresistência democrática.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Enfim, um projeto de lei que alivia o bolso do cidadão..

Foto
Projeto de Lei da deputada Nilda Gondim (PMDB-PB) prevê a devolução do Imposto sobre Operações Financeiras quando o contribuinte quitar um empréstimo bancário antecipadamente. A restituição será proporcional ao prazo da operação. Pela proposta, o pedido de restituição deverá ser feito na agência bancária. O valor será devolvido ao banco em até três meses. O banco, por sua vez, terá três dias úteis para depositá-lo na conta do contribuinte. Não poderá incidir nenhuma taxa bancária sobre o valor devolvido. O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. (CH)

Sobre a saúde de Hugo Chávez


Ideli, a aloprada.

Ideli Salvatti, a ministra das relações nada institucionais:
 "Quem? Eeeuuu???"

Por Reinaldo Azevedo:
Todos já sabiam que Ideli Salvatti não reunia condições, digamos assim, intelectuais de ser a coordenadora política do governo.
Sua inteligência política sempre foi correspondente à sua elegância em plenário, ao tempo em que funcionava como pit bull do lulismo para as tarefas mais escabrosas: melar a CPI do mensalão, defender José Sarney, alinhar-se com Renan Calheiros…
Era passar a missão, e Ideli executava.
Muito bem!
A VEJA desta semana traz uma revelação escabrosa:
ELA PARTICIPOU, COMO SENADORA E LÍDER DO PT, DE UMA REUNIÃO COM O ALTO COMANDO DOS ALOPRADOS NO GABINETE DE ALOIZIO MERCADANTE E FOI A PRIMEIRA A MOBILIZAR A IMPRENSA PARA FAZER A “DENÚNCIA”. MAIS: MANIPULOU OS DOCUMENTOS FALSOS DO CRIME.
Aconteceu no dia 4 de fevereiro de 2006, 11 dias antes de estourar o imbróglio.
Lá estavam, além dos atuais ministros, Expedito Veloso, Osvaldo Bargas e Jorge Lorenzetti.
Leiam trecho da reportagem de Hugo Marques e Gustavo Ribeiro:
(…)
 Logo depois do encontro, do gabinete da senadora foi iniciada a preparação do que deveria ser a etapa derradeira do plano - a publicação do falso dossiê.
As negociações do PT com os empresários que atuariam na farsa já estavam acertadas.
Os criminosos queriam 20 milhões de reais pelo serviço, mas acabaram aceitando o valor de 1,7 milhão de reais oferecido pelo partido, dinheiro que Mercadante se comprometeu a conseguir com a ajuda do ex-governador Orestes Quércia, segundo as revelações de um dos participantes da reunião, o bancário Expedito Veloso.
Na reunião, os cinco - Mercadante, Ideli, Expedito. Lorenzetti e Bargas - manusearam uma lista com números de cheques e fotos de um empresário já falecido que, na montagem da história, seria apresentado como elo da quadrilha com os tucanos.
Uma cópia do material foi deixada com a senadora.
E ela deu início ao que deveria ser a apoteose do trabalho: procurou jornalistas interessados em divulgar o conteúdo, exibiu os papéis e disse que aquilo era apenas uma pequena amostra da munição que o PT tinha para fulminar os tucanos.
Ela conhecia todos os detalhes do dossiê e deixou sua assessoria à disposição para ajudar no trabalho de divulgação.
A senadora, aliás, não escondia os motivos de seu empenho: as revelações, segundo ela, atingiriam Serra e beneficiariam o PT na eleição em São Paulo, mas também repercutiriam na disputa presidencial em favor da reeleição do presidente Lula.
(…)
Voltei 
É uma pessoa capaz de se envolver em tal sujeira que foi parar na coordenação política de Dilma Rousseff.
Sempre que Ideli estiver diante de um interlocutor da oposição ou da base do governo, o outro há de se lembrar dos seus feitos notáveis e lhe dispensar a credibilidade que ela merece. A piada é que seu ministério é o das “Relações Institucionais”.
Leiam a integra da reportagem da revista. E não se esqueçam: Ideli quer como seu braço direito, como o segundo do ministério, ninguém menos do que Carlos Abicalil, candidato derrotado ao Senado por Mato Grosso.
A idéia original foi dele.
Ele já havia empregado, com sucesso, o mesmo método contra um adversário tucano, Antero Paes de Barros, e até contra Serys Slhessarenko, sua colega de PT.
A ser assim, o Ministério das Reações Institucionais vai ser uma espécie de derivação do ADA, aquela organização criminosa conhecida como “Amigos dos Amigos”.