terça-feira, 25 de maio de 2010

Piada de presidente ou um presidente que é uma piada

Após comemorar o "extraordinário" acordo, Lula declara:
"Nós não fomos lá [ao Irã] para negociar acordo nuclear. Nós não temos procuração para isso. Nós fomos lá foi para tentar convencer o Irã a aceitar uma proposta feita pela Turquia e pelo Brasil, de sentar à mesa de negociações, e isso nós conseguimos", disse Lula durante o programa de rádio Café com o presidente.

Lula viola a lei e ameaça a candidatura de Dilma

No blog do Polibio Braga:
Tão escandolsa quanto a compra de votos de delegados do PT do Maranhão é a quarta multa tomada por Lula na sexta-feira, porque a punição sublinha com gravidade duas violações legais que o presidente promove sem arrependimento:1) Usar dinheiro público para fazer a campanha da sua candidata.2) Fazer campanha antecipada.. O presidente não se comporta como o número 1.. Lula até pode continuar violando a lei e achando pouco os valores das multas, mas dá um exemplo deplorável aos eleitores e aos cidadãos, já que demonstra que o crime compensa.. O PSDB e o DEM encurralam Lula e o PT, porque têm obtido êxito na disputa judicial. É que com isto reduz-se o impacto da tentativa de transferência de votos para Dilma.. O TSE será cada vez mais intolerante com Lula e poderá impugnar a candidatura de Dilma.
COMENTO: Será? Alguém no TSE impugnaria a candidatura de Dilma?

Governo Lula gasta mais de R$ 1,14 bi com "entidades sem fins lucrativos"


Governo Lula gasta mais de R$ 1,14 bi com "entidades sem fins lucrativos". Segundo dados do Siafi, até o final de abril de 2010, o governo do PT de Lula gastou mais de R$ 1,14 bilhão com “entidades sem fins lucrativos”, incluindo ONGs picaretas. Esse valor corresponde a 25% do que foi repassado em 2009.

Tá zero a zero, mas o árbitro é deles!

O PT não inventou a corrupção, ele apenas a banalizou em níveis justificáveis aos olhos da platéia cativa. Esta platéia, hipnotizada pelo sonho da igualdade prometida por Lula, se apega na esperança de ganhar sem trabalhar.
Ganhar sem trabalhar sempre foi a bandeira usada pela esquerda para manter cativa a massa alienada.
dgferraz, por e-mail

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Brasil pode exportar bomba para o mundo!

Na Folha de São Paulo:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou articulações com outros líderes mundiais para definir seu futuro após deixar o cargo. Gostaria de virar secretário-geral de uma renovada ONU (Organização das Nações Unidas) ou de presidir o Banco Mundial, informa reportagem de Kennedy Alencar, publicada neste domingo pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL). Lula já tratou dos dois temas com outros presidentes e primeiros-ministros. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, também fala com diplomatas estrangeiros. A avaliação de Lula, Amorim e alguns líderes mundiais é que o brasileiro conquistou cacife político que o credencia a assumir um posto internacional de relevo. No entanto, não interessaria a Lula virar secretário-geral da ONU no atual formato, muito dependente dos EUA e dos outros vencedores da Segunda Guerra Mundial --Reino Unido, França, Rússia e China.Mas, se for aprovada uma reforma da ONU, a começar pelo Conselho de Segurança, Lula trabalhará para disputar a secretaria-geral. Na Europa, três líderes endossam a postulação de Lula para secretário-geral: o presidente de governo da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, o premiê de Portugal, José Sócrates, e o presidente da França, Nicolas Sarkozy.

O movimento dos sem tela


Nelson Mota

“O Franklin Martins teve uma sacada muito grande… o Estado brasileiro garantir banda larga de graça para o povo. Se isso acontecer, todos os entendidos no assunto dizem: acaba a televisão aberta no Brasil. Porque o sujeito vai ter na tela do computador, de graça, qualquer televisão do mundo. Então, pra que ficar assistindo lá àquele casal maravilhoso das oito e meia? (…) Então eles estão de cabelo em pé, com medo de que a Dilma ganhe e implante a banda larga estatal popularizada.” São reflexões de João Pedro Stédile, a cabeça pensante do MST. Com aliados assim, será que a Dilma precisa de adversários? Que entendidos são esses? Cubanos? Venezuelanos? Dos Emirados Sáderes? Lá no “Império”, no Japão e em partes da Europa quase todo mundo tem banda larga, e há décadas a TV aberta perde espectadores, sim, mas para os canais por assinatura — que não podem ser vistos de graça na internet. Mas os milhões que assistem ao casal maravilhoso das oito e meia também já podem vêlo no celular e no laptop, além da boa e velha TV, agora em alta definição, e breve em 3-D.
E de que serviriam todas as televisões do mundo para quem não entenderia as línguas e nem conseguiria ler as legendas, se as houvesse? Mesmo com banda larga de graça, eles teriam que escolher entre Globo, SBT, Band, Rede TV e Record, ou a RTP afro-lusitana, já que a TV Brasil ninguém vê.
Vamos contar um segredo a ele: os maiores interessados na universalização da banda larga são as grandes empresas de comunicação, produtoras de conteúdo para TV aberta, a cabo, celular, internet e o que mais vier.
Desconfio que o arguto Stédile entendeu mal esta “grande sacada do Franklin Martins”, que pode até ser polêmico, mas de burro nunca foi chamado.
Pensando bem, a sacada pode ser muito boa. Para Cuba. Se lá universalizarem a banda larga a ditadura não dura uma semana.
Mas, francamente, imaginar José Serra de cabelo em pé só pode ser um delírio. Talvez o companheiro Stédile estivesse pensando em outro José, o neocabeludo Dirceu, este sim, um grande interessado na banda larga estatal: os fios justificam os meios.
*Nelson Mota é escritor,compositor e jornalista

Abrindo espaço para a corrupção


O ministro do Esporte, Orlando Silva, comemora as regras mais frouxas, enquanto o procurador Marinus Marsico, do TCU, pede cautela: a pressa às vezes é companheira da corrupção.
Em outubro de 2007, na Suíça, a Fifa anunciou que o Brasil sediaria a Copa do Mundo de 2014. Era notícia boa, mas previsível. Único candidato a hospedar um dos maiores espetáculos esportivos do planeta, já se sabia pelo menos seis meses antes que o país entraria para a reduzida galeria das cinco nações com o direito de receber pela segunda vez uma Copa. Passada a euforia, foram selecionadas as cidades-sede dos jogos, elaborados os projetos de modernização dos estádios, elencadas as obras de infraestrutura necessárias, mas quase nada se fez para resgatar tudo isso do universo das intenções. Com os prazos cada vez mais exíguos, a única alternativa para evitar o vexame de perder o direito de sediar o campeonato é acelerar o cronograma. Na semana passada, o governo anunciou a liberação de 5 bilhões de reais para realizar obras nos aeroportos. Calcula-se que mais de 500 000 turistas visitarão o país durante a Copa. Construir e ampliar os terminais hoje já saturados, portanto, é imperativo. Ciente de que está numa corrida contra o tempo, o governo também enviou ao Congresso uma lei que agiliza o processo licitatório. As medidas parecem positivas, mas têm cara, jeito e cheiro de problema.Em tese, eliminar parte da burocracia, espécie de irmã siamesa da corrupção, e dar mais agilidade ao governo para executar as obras são decisões elogiáveis sob o ponto de vista administrativo. A dúvida começa a surgir quando se observam os personagens envolvidos no processo e as experiências recentes. A bolada liberada pelo governo vai ser gerida pela Infraero, a estatal que cuida dos aeroportos brasileiros. Em 2007, a CPI que investigou o setor aéreo descobriu desvios de 500 milhões de reais em contratos da estatal com empreiteiras - as mesmas, aliás, que vão participar desta nova etapa de obras. Ou seja, mesmo com todo o rigor das regras licitatórias em vigor, meio bilhão de reais desapareceu por meio de fraudes em licitações e superfaturamento de preços. Dos treze aeroportos brindados agora com 5 bilhões de reais, quatro ainda estão com as obras paralisadas em razão de irregularidades identificadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Apenas na reforma do Aeroporto de Cumbica, justamente onde a situação é mais precária, foi identificado um superfaturamento de 254 milhões de reais - dinheiro que saiu do bolso dos contribuintes brasileiros e foi parar na conta bancária de larápios. Apesar disso, o governo pretende despejar ali mais 920 milhões de reais nos próximos anos.
Gustavo Ribeiro,via blogspelademocracia

O bêbado e a equilibrista

O que eu mais temia aconteceu. Da mesma maneira que aconteceu na eleição passada a oposição começa a perder. De nada adianta o esforço para mostrar a este povo medíocre o perigo que nos (os) ameaça. Como criança tola, flerta com o perigo, põe o dedo na tomada para ver se dá choque. Depois chora mais é tarde. Querer que eu acredite que bastaram 10 minutos de exposição em um programa de TV para o crescimento de uma candidatura é menosprezar a minha inteligência. A TV não é um oráculo a quem eu obedeça cegamente. Meu voto é meu. É da minha única e exclusiva convicção e responsabilidade. Da mesma forma que apoios de prefeitos e governadores não determinam nada. O prefeito e o governador são donos do seu voto, e quem sabe, da mulher e dos filhos. Do meu não! Eles não mandam em mim. É como se soubessem que estão fazendo besteira e depois procurar um culpado pela irresponsabilidade. Lembro no tempo do Collor quando nada adiantava. Chegavam ao cúmulo de dizer "ele é lindo" como se beleza física qualificasse alguém para a presidência. Agora querem o "bêbado e a equilibrista"? Que fiquem com eles mas depois não venham reclamar.
Via blogspelademocracia

domingo, 23 de maio de 2010

Ela está sempre mal humorada

Na última sexta-feira, Dilma Roussef se irritou com uma tradutora na coletiva de imprensa.
A pré-candidata petista em Nova York. Dilma Rousseff chegou a chamar a tradutora de "minha santa". E olhe que quando ela chama de "minha santa" não é com carinho! Dilma, que preferiu falar em português, chegou a elogiar o primeiro tradutor. A partir da metade da entrevista, a tradução ficou por conta da angolana Marísia Lauré. Perguntada sobre o delicado tema da autonomia do Banco Central, Dilma falou da "autonomia operacional" do órgão. Lauré esqueceu uma das palavras e Dilma completou, em inglês: "operational autonomy". Em seguida, repreendeu a tradutora. "Eu peço para você traduzir literalmente, porque é complicado [o tema]". Dilma passou a falar sobre privatizações e as empresas que acredita que deviam permanecer públicas, como Petrobras, Eletrobras, as do setor elétrico e bancos públicos. A tradutora esperou que a convidada concluísse a frase para traduzir. Ao final, Dilma conferiu com a platéia: "Não faltou [o trecho] da Petrobrás?". Na frase seguinte, Dilma ouviu o início da tradução e, achando que havia mais um erro, interrompeu Lauré. "No, no,no. Yes, yes, yes", emendou, ao se dar conta de que a frase traduzida estava correta e arrancando risos da platéia. "Eu prefiro que você copie e faça [a tradução depois] porque se não eu vou quebrar meu raciocínio todo, tá bom?", pediu Dilma à tradutora.
Fonte: Folha Online

Se beber não dirija


20 anos de campanha contra as drogas e álcool no trânsito.