sábado, 22 de dezembro de 2012

Ministro Joaquim nega prisão imediata para mensaleiros.

Feliz Natal mensaleiros!!!

Barbosa faz a coisa certa e não cai no truque de Dirceu e sua turma; o condenado não consegue, de novo!, o papel de herói

Pronto! O ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão e presidente do Supremo Tribunal Federal, negou nesta sexta o pedido do Ministério Público para prender imediatamente os condenados do mensalão. Chega ao fim, assim, uma das Batalhas de Itararé desse processo. Falha mais uma das crises artificiais com que José Dirceu e sua turma tentavam turvar o ambiente político. Em post publicado ontem às 17h44, no conselho que NÃO dei ao ministro, afirmei que ele deveria resistir à provação, NÃO MANDANDO prender a turma. Desde a semana passada, nos debates da VEJA.com, sustento que eram reduzidíssimas as possibilidades de ele acatar o pedido de prisão.
Reitero este aspecto: foram os mensaleiros e seus braços financiados com dinheiro público naquele troço que parece jornalismo que inventaram essa crise. Fica parecendo agora que Barbosa recusou a prisão porque ficou com receio da pressão deste ou daquele. Não! Ele recusou porque o STF já tem entendimento firmado de que não se começa a cumprir a pena antes do trânsito em julgado, a menos que haja motivos para decretar a prisão preventiva.
Com seu joguinho vigarista, a turma queria transformar uma decisão óbvia de Barbosa numa “vitória política”. Não que Dirceu não esteja se esforçando para ser preso, reitero (trato de novo do assunto no próximo post).
A campanha que o petista condenado por corrupção ativa e formação de quadrilha move contra o Supremo é, sim, punível, mas não com prisão preventiva. A menos que ele convoque os seus militantes para desordens de rua. Gilberto Carvalho disse que o “bicho vai pegar”, mas só no ano que vem. Como? Haverá uma “Noite dos Cristais” contra a “direita”, os “reacionários”, o STF, o Ministério Público e a “imprensa golpista”?
Nesse caso, mal posso esperar para ver patriotas como José Sarney, Fernando Collor e Paulo Maluf a protestar contra o que Rui Falcão, presidente do PT, já chamou “essa gente suja e reacionária”. Os petistas, como a gente percebe, só se sentem em seu habitat natural com essas pessoas limpas e progressistas.
Barbosa tomou a decisão correta, ainda que muito se tenha conspirado nas sombras, de modo meio canhestro, para que tomasse a decisão errada.
*Texto por Reinaldo Azevedo

Porque hoje é Sábado, um bela mulher.

A bela atriz Laryssa Dias

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O pinóquio criado por Golbery.

"Lula é um personagem inventado por Golbery, o todo poderoso do Governo Militar"
E como todo PINÓCHIO, um dia, cismou de ser um estadista de verdade, daí a coisa complicou......"

Apavorado com o que virá por aí, Lula faz bravata no Sindicato onde trabalhou(?) em São Bernardo.

 
Bravateiro, mentiroso, falastrão, enganador e preguiçoso. Ele não muda nunca.
Em tom cauteloso, procurador diz que avaliará documentos de Valério sobre Lula
MÁRCIO FALCÃO
FELIPE SELIGMAN
DE BRASÍLIA
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou nesta quarta-feira (19) que recebeu documentos do empresário Marcos Valério que comprovariam seu depoimento envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no mensalão.
Gurgel, no entanto, adotou um discurso cauteloso em relação a participação de petista no esquema, já que Valério promete "declarações bombásticas" que não se confirmam.
Entre o material repassado por Valério ao Ministério Público estão comprovantes de depósitos que teriam sido repassados a aliados para pagar despesas do petista.
O procurador, no entanto, evitou fazer considerações sobre a participação de Lula no esquema, colocando em dúvida as falas de Valério e garantindo que irá analisá-las em "profundidade" e "rapidamente".
Alan Marques/Folhapress
O procurador geral da República, Roberto Gurgel
O procurador geral da República, Roberto Gurgel
"Ele teria entregue dois comprovantes de depósitos. Isso tem que ser avaliado, assim como quem são os beneficiários desses depósitos, em que contexto isso foi feito. Tudo isso, enfim, tem que ser aprofundado para que a atuação do Ministério Público seja responsável e com objetivo de tudo apurar", disse.
"Com muita frequência, Marcos Valério faz referência a declarações que ele considera bombásticas, etc, e quando nós vamos examinar em profundidade não é bem isso. Mas vamos ver o que existe no depoimento que possa motivar futuras investigações. Como sempre, nada deixará de ser investigado", completou.
Gurgel disse que uma eventual investigação do ex-presidente será feita por procuradores que atuam na primeira instância da Justiça. "Quanto especificamente ao presidente Lula, eventual investigação já não compete ao procurador-geral da república já que o ex-presidente já não detém prerrogativa de foro. Então se estiver algo relacionado ao ex-presidente isso será encaminhado à Procuradoria da República de primeiro grau", disse.
Gurgel negou que Valério tenha dado um segundo depoimento após envolver o ex-presidente Lula nas denúncias. "Não é verdade. Não houve isso. Não houve nenhum depoimento a não ser aquele que ocorreu em setembro", disse.
"Desde o início da ação penal 470 [mensalão], a conduta de Marcos Valério foi de afirmar esse interesse, mas não concretizar esse interesse com declarações efetivamente importantes para o Ministério Público. Temos agora esse depoimento prestado em setembro e ele será avaliado. Enfim, se tiver outras iniciativas nesse sentido, o Ministério Público está aberto, mas é preciso que haja consistência no que for alegado", afirmou.
E completou: "o Ministério Público não pode ser instrumento de qualquer coisa que não seja adequada.
Segundo o procurador-geral, a defesa de Valério informou que ele não precisa de proteção. "Claro que esse é um aspecto que nós não podemos descuidar e temos que assegurar que ele tenha toda a proteção que seja necessária. Mas a última informação era nesse sentido, de que não havia necessidade de nada nesse sentido".
No julgamento do mensalão, Valério foi condenado a mais de 40 anos pelos crimes cometidos no esquema. Considerado operador do mensalão, após a condenação, Valério procurou o Ministério Público Federal querendo prestar colaborações. A medida foi interpretada como uma medida para forçar que ele entre no programa de proteção a testemunhas para não cumprir a pena.

Governo anuncia pacote para privatização de grandes aeroportos.

O governo anunciou nesta quinta-feira a concessão, à iniciativa privada, dos aeroportos do Galeão (RJ) e de Confins (MG), um plano para aviação regional com investimentos de R$ 7,3 bilhões e a criação de uma nova estatal.
Ao contrário do discurso mentiroso de Dilma , nas eleições, o Governo admite, com ese ato, que Fernando Hernrique Cardoso estava certo em seu projeto de concessãoes e privatizações.
O governo petista, que todo o tempo tentou imitar a gestão economica de FHC, deu alguns passos falsos, e agora tenta, de uma vez por todas, escancarar que seu suporte ideológico só estálevando o país à bancarrota.
O medo de uma Copa e uma Olimpíada decepcionante no que concerne a infraestrutrura de mobilidade e aeroportuária, levou a Dilma a se quedar diante da verdade incontestável: O PSDB esteve certo, o tempo todo, na conduçção do país rumo ao progresso e desenvolvimento.
Para os dois terminais que passarão à iniciativa privada, a previsão de investimentos é de R$ 11,4 bilhões, sendo R$ 6,6 bilhões para o Galeão e R$ 4,8 bilhões para Confins. O edital será publicado em agosto e o leilão está previsto para setembro
No lançamento do pacote, Bittencourt anunciou a criação da Infraero Serviços, que prevê um sócio internacional para a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) administrar aeroportos regionais.
"Queremos trazer qualidade e reconhecimento para a aviação nacional. Temos a Infraero que é uma grande operadora e é importante trazer experiência internacional para que possamos qualificar melhor o quadro da Infraero e em segundo lugar prestar serviço de melhor qualidade em aeroportos", disse em cerimônia no Palácio do Planalto.
Bittencourt disse ainda que os investimentos vão atender às demandas dos grandes eventos esportivos dos próximos anos.

Caças sírios bombardeiam área palestina em Damasco.

BEIRUTE,  (Reuters) - Aviões caças da Síria dispararam pelo menos dois foguetes no campo palestino de Yarmouk, em Damasco, neste domingo, pela primeira vez desde que a revolta contra o presidente Bashar al-Assad surgiu no ano passado, disseram ativistas da capital.
Eles disseram que dezenas de pessoas foram mortas quando pelo menos um foguete atingiu uma mesquita em acampamentos que abrigam os refugiados que fugiram da violência nos subúrbios próximos de Damasco.
Yarmouk, no sul de Damasco, é parte de um arco que inclui de leste a sudoeste da capital da Síria, onde as forças de Assad têm tentado por várias semanas empurrar os rebeldes da área próxima de suas bases.(Reportagem de Mariam Karouny)

COMENTO: Se fosse um ataque de Israel, em resposta a milhares de foguetes que são atirados contra o território e o povo Judeu, a imprensa hipócrita brasileira e mundial colocaria em todas as primeiras páginas e espinafrando Israel. Como não é, colocam a língua e os dedinhos ( aqueles que usam para teclar) em um orifício que vocês imaginam.
São uns comunistas, fascistas, FDP.

Após criticar apagão de FHC, Dilma enfrenta 4 apagões causados por sistema sucateado

Do UOL, em São Paulo :
Foi só a presidente Dilma Rousseff criticar a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pelos "sérios problemas de abastecimento e distribuição de energia" de então que seu próprio governo precisou enfrentar quatro grandes apagões seguidos. Desde que condenou os racionamentos de 2001, em 11 de setembro, diversos Estados brasileiros ficaram sem luz, e, apesar de o Ministério de Minas e Energia dizer que "há uma coincidência ruim nessa sequência de perturbações do sistema brasileiro", especialistas apontam sempre as mesmas razões para tanto blecaute: falta de uma manutenção preventiva pensada, investimentos insuficientes nos equipamentos, que já possuem meio século de existência e estão sucateados, e a necessidade urgente de uma revisão da lógica da rede elétrica.
"O sistema elétrico brasileiro está fragilizado. Grande parte das estações, dos geradores e das linhas de transmissão tem mais de 50 anos, e a conservação dos equipamentos é precária. E o problema não são apenas os equipamentos, mas o modo como a rede opera: uma falha simples em uma subestação acaba derrubando uma linha inteira", avalia o professor Ildo Sauer, do IEE (Instituto de Eletrotécnica e Energia) da Universidade de São Paulo, especialista em fontes energéticas.
Apagão atinge Estados em duas regiões do país
 
Foto 3 de 13 - 26.out.2012 - Veículos circulam pela avenida Agamenon Magalhães, no Recife (PE), às escuras na madrugada desta sexta-feira (26). Um apagão atingiu pelo menos as regiões Nordeste e Norte do país. A informação foi confirmada pela Chesf (Companhia Hidroelétrica do São Francisco) e pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico). No entanto, internautas relataram, nas redes sociais, que as regiões Centro-Oeste e Sudeste também foram afetadas.
Para ele, nada justifica os apagões senão a ausência de uma estratégia de "prevenção centrada em confiabilidade". Ou seja, de um método integrado que preveja as falhas, garanta a funcionalidade e o desempenho exigido pelo equipamento e traga maior eficiência do sistema, minimizando o custo do ciclo de vida.
O diretor da Coppe (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro) Luiz Pinguelli Rosa concorda: a atual rede elétrica nacional, que coloca polos geradores de energia distantes dos grandes centros consumidores, facilita a ocorrência de problemas. "Temos linhas de transmissão enormes, que atravessam Estados inteiros, por isso é preciso uma atenção especial à manutenção", diz.
Ele também ressalta que falta revisão da engenharia adotada pelas empresas do setor. "Muitas concessionárias estão com uma mentalidade de obter apenas o lucro. Mas o setor elétrico está a serviço da sociedade."

Histórico dos apagões

Em 22 de setembro, onze dias após o discurso de Dilma, um apagão atingiu oito dos nove Estados do Nordeste. A causa foi um incêndio na subestação de Imperatriz (MA).
No dia 2 de outubro, outro apagão deixou cinco Estados das regiões Sudeste e Centro-Oeste no escuro. A falha teria ocorrido em um dos transformadores de aterramento de uma subestação da usina hidrelétrica de Furnas, em Minas Gerais.
Em 26 de outubro novo blecaute, desta vez atingindo onze Estados das regiões Norte e Nordeste do país. A causa do apagão foi novamente um incêndio em equipamento entre as subestações de Colinas (TO) e Imperatriz (MA).
No sábado (15), uma falha na usina hidrelétrica Itumbiara, localizada na divisa de Goiás com Minas Gerais, foi responsável por um apagão que atingiu 15 Estados e deixou cerca de 3,5 milhões de pessoas sem energia. A hidrelétrica é de propriedade da Eletrobras Furnas.
O problema teria sido provocado por um raio que atingiu a linha de transmissão, automaticamente desligada pelos disjuntores da subestação. Algumas das turbinas da usina teriam parado de funcionar, e o sistema de segurança desligou os geradores, cortando o fornecimento de energia.
O diretor-geral da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), Nelson Hubner, disse, dois dias depois, que "o arranjo da subestação de Itumbiara é muito ruim, desatualizado".
Já Hermes Chipp, diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), afirmou que a "manutenção e a operação" da usina estavam em dia, mas admitiu que atualizações na rede são necessárias. Para ele, em algumas situações, o sistema elétrico precisa "correr riscos de falhas" para que haja equilíbrio entre a segurança e os custos.
"Não dá para executar todas as obras recomendadas ao mesmo tempo porque, se não, a tarifa vai lá para cima."
O secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse na terça-feira (18) que 22 subestações de energia foram visitadas por técnicos desde novembro. De acordo com ele, das cerca de 300 subestações existentes, 40 consideradas prioritárias deverão ser checadas até janeiro.
Levantamento feito pela Empresa de Pesquisa Energética em novembro apontou que o setor elétrico teria de investir R$ 268,8 bilhões até 2021 para evitar o risco de apagões. Para atender à demanda futura, o país precisaria gastar cerca de R$ 213 bilhões na construção de 65,4 mil MW em usinas (algo como seis hidrelétricas de Belo Monte). Além disso, o país vai precisar aplicar R$ 55,8 bilhões na construção de 47,7 mil quilômetros de linhas de transmissão no território nacional -o mesmo que instalar oito linhões de transmissão de energia ligando o Oiapoque (AP) ao Chuí (RS).

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O trapalhão oficial e o pibinho real.


E o babão do Serra ainda achava que ganharia a eleição...

Talvez até agradecido pela "mãozinha" que lhe deu na eleição, pois sua astenia era visível,
o prefeito eleito Fernando Haddad (PT) elogiou Gilberto Kassab (PSD) e falou em "convergências" com o atual responsável pela cidade.
Haddad lembrou que foi eleito com a bandeira de que tudo iria mudar em São Paulo, com ataques à atual gestão, mas agradeceu a colaboração de Kassab na saída do governo."Quero aqui dar meu testemunho sobre o espírito republicano que o prefeito kassab vem tendo durante a transição, nos fornecendo 100% de todos os dados de projetos, obras. Kassab tem se mostrado um homem comprometido com o futuro da cidade. Na democracia, o período de eleições é para discutir as divergências. Passadas as eleições, se discutem as convergências".
Questionado pela reportagem no final do discurso sobre a mudança de tom em relação às eleições, Haddad disse: "Não tem porque ter um governo de descontinuidade".
Quem diria? Haddad elogia Kassab, Kassab "facilita tudo" para Haddad, e o cagão do Serra ainda achava que ganharia a eleição.
 
Ao que parece a máfia petista, a cada dia, ganha mais adeptos...é o fim dos tempos?
 
*Fonte: Estadão.
 

Em defesa dos mensaleiros, advogado ofende o MPF.

Leiamos, com cautela, o texto publicado, hoje, no O Estado de São Paulo:
O criminalista Leonardo Yarochewsky, que defende Simone Vasconcelos - ex-diretora financeira da agência SMPB, de Marcos Valério - disse que o pedido do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, "é uma fraude". "O Supremo encerra o julgamento, ele (Gurgel) retira o pedido de prisão que fizera lá atrás, em agosto, e agora pede que seja decidido de forma monocrática? É fraude, sim. Se um advogado fizesse isso ia ser chamado de chicaneiro, ia ser representado na OAB. É espantoso que o chefe maior da instituição Ministério Público se preste a um papel desses. Isso cheira a golpe."
 
O que vemos acima é um argumento típico de um advogado de criminosos, influentes, que tenta desqualificar um ato lícito do Ministério Público exacerbando porquanto dos seus argumentos depreeende-se uma ofensa ao MPF.
 
O advogado compara a atitude do representante do MPF com a de um advogado "chicaneiro" como o MPF não pudesse assim agir.
 
Engana-se o advogado, ou exagera nas suas considerações. Falta com respeito ao MPF , age como os mensaleiros desesperados e muitos petralhas estão agindo.
 
Erra o advogado, por duas simples razões: O direito do MPF em pedir a prisão imediata é incontestável. Se acha que os réus podem se ausentar do país ou influir em qualquer das fases da finalização do acórdão, pode sim o MPF pedir a prisão. Afinal, lugar de criminoso é na cadeia.
 
Outra razão do MPF  é o fato de muitos condenados serem parlamentares e poderem assumir cargo eletivo podendo abrigar-se na proteção coorporativa do Congresso Nacional em busca da impunidade e até mesmo de uma Lei de Anistia, já que alegam que o julgamento fora "político".
 
O Advogado pode até ser bem intencionado, nos seus objetivos profissionais, mas peca por fazer uma ofensa gratuita a quem ajudou a fazer justiça neste país.
 
Cadeia para todos! Já!